segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Daniel, um homem de oração

João Paulo Souza


Quem ler o livro de Daniel, fica impressionado com a demonstração de fidelidade dele. Mesmo rodeado de falsos amigos e de ambientes hostis à sua fé, Daniel permaneceu firme em suas convicções acerca de Deus.

A despeito de tantos desafios impressionantes que Daniel enfrentou na Babilônia, chama-nos a atenção a maneira como ele lidou com o edito do rei, que havia assinado contra qualquer súdito que buscasse outro deus além de sua pessoa. Daniel, diante da postura negativa do rei Dario, não baixou a guarda, mas buscou a Deus em oração (Dn 6.10).

A postura de Daniel diante das ameaças, ensina-nos algumas lições. Vejamos Daniel 6.10:

1) Mesmo passando por perseguições terríveis, devemos orar a Deus: "quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa[..] e orava";

2) Devemos sempre ter um lugar específico de oração: "entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto[...] orava";
3) Na oração, devemos ter disciplina: "três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava";

4) O agradecimento ao Senhor também deve estar em nossas orações: "e dava graças, diante de seu Deus";
5) A oração deve ser constante em nossas vidas: "[...] e orava[...] como costumava fazer".

Nós não poderíamos terminar este escrito sem dizer que, quando o rei assinou o edito contra Daniel, este tinha cerca de 85 anos de idade, ou seja, era um idoso. Mas o que podemos aprender com isso? Que, mesmo se formos jogados na "cova dos leões", a perseverança na fé e nas coisas de Deus é o segredo para que o Senhor possibilite vivermos os seus milagres:

"O meu Deus, enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum" (Dn 6.22).

Aleluia!

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