sábado, 31 de janeiro de 2015

Quem disse que calvinistas e arminianos não se entendem?

Sem dúvida, vale a pena assistir a este hangout promovido pela VINACC, no qual quatro homens de Deus - dois representando o calvinismo e dois representando o arminianismo - discutem, sadiamente, sobre suas teologias.

                 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A neurociência provou que a pornografia está literalmente tornando o cérebro do homem mais infantil



Duzentos anos atrás no Reino Unido, se você dissesse que iria a um “clube de cavalheiro”, entenderiam que você iria a um estabelecimento privado de alta classe onde você poderia relaxar, ler, jogar jogos de salão, fazer uma refeição e tagarelar com outros de sua classe. Hoje, nos EUA, se você dissesse que iria a um “clube de cavalheiro”, entenderiam que você pagaria para ver um strip-tease em um bar com pouca luminosidade.
É isso que deveria realmente tipificar um “cavalheiro”?
Junto com outros negócios orientados para o sexo, a pornografia é com freqüência classificada como entretenimento “adulto” – algo para públicos “maduros”. Se isso significasse que esses tipos de entretenimento não são “apropriados para crianças”, então poucos levantariam alguma objeção.
Dito isto, seria estúpido usar isso como um argumento de que a pornografia é própria para adultos. Heroína e metanfetaminas também não são “apropriadas para crianças”, mas isso não significa, ipso facto, que elas sejam saudáveis para pessoas com mais de 18 anos.
Os defensores da pornografia gostam muito de dizer (“gostar muito” é uma suavização – eles repetem isso como um mantra) que a pornografia é um entretenimento sofisticado e maduro próprio para adultos responsáveis. Eles tentarão fazer com que você acredite que a pornografia é aquilo que verdadeiros cavalheiros apreciam – como queijo azul, um bom uísque e Dostoievski. Como o infame Ron Jeremy está sempre pronto para dizer: “A pornografia é sexo consensual entre adultos que estão em consenso, para ser assistida consensualmente por adultos.”
O que nos leva à pergunta: O que exatamente constitui um comportamento “adulto” ou “maduro”? Seria apenas um comentário a respeito da idade do participante? Ou seria algo mais? Estipular definições adequadas é complicado porque hoje esses termos são freqüentemente usados como sinônimos de mídia erótica – que é o tópico que estamos tentando dissecar.
Usamos o termo “maduro” quando falamos sobre atingir um estágio final ou desejado. Falamos “vinho maduro” como o vinho que atingiu seu pico de fermentação e está pronto para ser consumido. Também usamos a palavra “maduro” para falar de alguém que “cresceu” em seus comportamentos ou atitudes – essa pessoa não mostra a impetuosidade ou a ingenuidade da juventude. É exatamente isto o que os patronos de clubes de strip-tease estão fazendo ao chamarem esses estabelecimentos de “clubes de cavalheiros”: estão insinuando que as atividades que ocorrem lá são parte de comportamentos varonis e refinados.
A dopamina e o cérebro
Pergunte qualquer neurocientista como é um cérebro humano “maduro” e ele ou ela provavelmente falará sobre uma região do cérebro conhecida como córtex pré-frontal. Ela está localizada bem atrás da testa e serve de centro administrativo do cérebro. Ela é responsável por nossa força de vontade, pela regulação do nosso comportamento, e pela tomada de decisões com base na sabedoria e em princípios. Quando as emoções, impulsos e desejos surgem do mesencéfalo, os lóbulos do córtex pré-frontal estão lá para exercerem “controle executivo” sobre eles. Por volta dos 25 anos, essa região do cérebro atinge a maturidade, o que quer dizer que o nosso raciocínio torna-se mais sofisticado e que podemos regular nossas emoções mais facilmente.
Por que colocar a neurociência na equação? Porque estão sendo feitas pesquisas fascinantes sobre o impacto da pornografia nessa região do cérebro.
O cérebro foi projetado para responder ao estímulo sexual de determinado modo. Ondas de dopamina são liberadas durante uma relação sexual –  e, sim, também quando se tem contato com pornografia -, dando à pessoa um aguçado senso de foco e uma consciência do desejo sexual. A dopamina ajuda a registrar memórias no cérebro, de modo que da próxima vez que o homem ou a mulher sentem desejo sexual novamente o cérebro lembra-se aonde deve retornar para experimentar o mesmo prazer: seja a outra pessoa uma esposa amável ou um laptop no gabinete de trabalho.
Porém, cientistas estão percebendo agora que a exposição contínua à pornografia causa no cérebro uma euforia artificial – algo que ele literalmente não pode suportar – e eventualmente o cérebro se exaure. O professor de anatomia e fisiologia Gary Wilson observa que esse é o mesmo padrão identificado quando há abuso de drogas: o cérebro fica dessensibilizado. Mais doses da droga ou drogas mais pesadas são necessárias para atingir a mesma euforia, e a espiral descendente começa. Wilson afirma que isso provoca mudanças significativas no cérebro – tanto para os viciados em droga quanto para os usuários de pornografia.
Uma dessas mudanças é a erosão do córtex pré-frontal –  aquele importantíssimo centro de controle executivo. Quando essa região do cérebro enfraquece, quando o desejo por pornografia aparece, há pouca força de vontade presente para regular o desejo. Os neurocientistas chamam esse problema de hipofrontalidade, quando a pessoa perde lentamente o controle sobre os impulsos e o domínio sobre suas paixões.
O ponto é o seguinte: Aquilo que, no cérebro, é a marca da idade adulta e da maturidade é a coisa que é destruída quando vemos mais pornografia. É como se o cérebro estivesse retrocedendo, tornando-se mais infantil. O entretenimento “adulto”, na verdade, nos torna mais infantis.
A brilhante mentira de Hugh Hefner
A tentativa de transformar o desvio sexual em algo cavalheiresco me parece nada mais do que a tentativa de enfraquecer os homens para justificar um comportamento indecente. Desde que o primeiro número daPlayboy chegou às bancas de jornal em 1953, a estratégia de Hugh Hefner teve duas dimensões: para os distribuidores, ele vendeu a revista como pornografia leve, mas para o público alvo ele a vendeu como uma “revista sobre estilo de vida” masculino para homens em ascensão. O sociólogo Gail Dines explica como a Playboy fez seu próprio marketing, dando início então à mudança da imagem pública da pornografia:
“Quando os editores se dirigiam ao leitor, as imagens eram apenas uma das muitas atrações, e não atração. O leitor era convidado não a se masturbar diante da fotografia central, mas antes a entrar no mundo da elite cultural, a discutir filosofia e consumir comidas associadas à classe média alta. As marcas de uma vida de classe abastada, que aparecem causalmente como reflexões (coquetéis, hors d’oeurvre e Picasso), foram colocados deliberadamente para mascarar a revista com uma aura de respeitabilidade de classe média alta.”
Assim como certamente a Playboy teria morrido sem as mulheres nuas enchendo suas páginas, a revista também teria morrido sem seus artigos e propagandas, que deram permissão ao homem norte-americano auto-definido como classe média a viciar-se em pornografia.
Por que as lojas para adultos têm entradas pelos fundos? Seria porque sua clientela é composta por revolucionários incompreendidos que estão tramando o fim de sociedade sexualmente reprimida? Ou será que é algo muito mais simples que isso? Não seria porque eles sabem que tal comportamento é errado?
Quando alguém considera as opções, qual atividade soa mais “madura” e adulta: ter uma vida conjugal por toda a vida com uma mulher de carne e osso a quem você está ansioso para servir e estimar, apesar de todos os seus erros e defeitos (e apesar dos seus próprios), ou fugir à noite para navegar na internet, trocando de mulher a cada momento, de um vídeo de 30 segundos a outro, ininterruptamente, buscando o prazer enquanto você se vincula a pixels numa tela?
Não, mergulhar na pornografia e em outras formas de sexo comercial dificilmente merecem o adjetivo “adulto”. Ações falam mais do que palavras – mesmo quando essas palavras têm 1,5 metros de altura, são feitas de neon e apresentam a frase “clube de cavalheiros”.
Fonte: Notifam PT

domingo, 18 de janeiro de 2015

Por que Jesus foi traído com um beijo na face?


Leitor (a), talvez você esteja pensando na "ingenuidade" da pergunta do título desta postagem. "Quem não já sabe que o beijo que Jesus recebeu da parte de Judas Iscariotes foi um ato de traição?", possivelmente alguém argumentará. Tudo bem que isso é verdade. Mas essa atitude pérfida revela-nos algo mais, bem mais profundo.

Após realizar a ceia junto com os seus discípulos, Jesus disse: Esta noite, todos vós vos escandalizareis comigo" (Mateus 26.31). Nesse momento, o Senhor estava alertando-os sobre a forma com que seria preso pelos seus opositores. Depois, chegando no Getsêmani, o Mestre orava incessantemente ao Pai: "Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (v.39). Porém, enquanto orava, seus pupilos dormiam (v.40).

Chegada a hora de ser entregue nas mãos dos seus adversários, disse Jesus aos seus: "Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima" (v.46). Durante estas palavras, apareceu Judas com a turba aliciada pelos religiosos de então. E, por meio de um ato, um beijo na face, o traidor destaca o alvo dos principais sacerdotes.

Retornando à pergunta do título da postagem: "Por que Jesus foi traído com um simples beijo na face?" Este beijo revela bem mais do que alguém que deveria ser preso, demonstra a humildade de quem, até mesmo através da própria aparência, queria ensinar verdades aos seus discípulos.

A leitura de Mateus 26.48 traz à tona a profunda humildade de Jesus, quando Judas afirma que seria necessário dar um beijo no Filho de Deus para denunciá-lo aos seus oponentes. Esse versículo nos ensina a necessidade de buscarmos a simplicidade. Por ser quem era, Jesus poderia muito bem vestir-se regaladamente, destacando-se dentre os discípulos. Porém, não fê-lo. Preferiu uma vestimenta normal, modesta.

Portanto, sejamos simples como Jesus. Não queiramos impressionar os outros, seja por quaisquer meios. Deus não se agrada de superficialidades e de um coração orgulhoso e soberbo, porque este "nada entende" (1 Timóteo 6.4). "Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes" (Tiago 4.6).

João Paulo Souza 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pr. Jabes Alencar apresenta nova esposa e evangélicos criticam


O pr. Jabes Alencar é um dos líderes evangélicos mais influentes do estado de São Paulo. Ele é fundador da Igreja AD Bom Retiro, uma das maiores do estado, além de ser amigo pessoal do conhecidíssimo pr. Silas Malafaia.
Em abril de 2010, o pastor foi afastado da presidência da AD Bom Retiro, por “motivos de saúde”. Seu filho, Dayan Alencar, toma conta do ministério até os dias de hoje, e explicou que o pai se afastou porque estava “estressado”, e que não tinha como o pr. Jabes tomar conta de tudo sozinho. Dayan assumiu o cargo de presidente com a condição de ter o pr. Silas Malafaia como seu “mentor”, ajudando na gestão administrativa da igreja. A desculpa dada pelo desligamento do Pr. Jabes, porém, não convenceu.
Pouco tempo depois, o ex-presidente da AD Bom Retiro se separa de sua esposa, a Pra. Zilmar Alencar, com quem esteve casado por 35 anos. E agora apresenta sua nova esposa, a também pra. Nani Abilio (que apresenta-se como Nani Alencar agora), filha do “apóstolo” Airton Abílio, do Ministério Internacional Visão Profética, também de SP.
Muitos seguidores do ministério do pr. Jabes Alencar começaram a criticar a atitude do pastor, de trocar a esposa por outra, ainda por cima bem mais nova. A justificativa é a de que a maioria das denominações entendem que ao homem só é permitido casar uma única vez, e que o divórcio está abolido pela Bíblia Sagrada, que considera o ato um adultério.
Portal do Trono entrou em contato com o pr. Jabes Alencar e com a secretaria da AD Bom Retiro, mas até o fechamento dessa matéria não obteve resposta.
Pela expressividade do pr. Jabes, levanta-se a discussão de que é possível casar mais de uma vez sendo evangélico, ou se isso é adultério segundo a Bíblia.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

“Morri, encontrei com Deus e ele me deu uma nova chance”, diz Andressa Urach



A modelo e apresentadora Andressa Urach (27) deu uma entrevista polêmica para o jornal britânico Daily Mail. É a primeira vez que ela fala sobre sua internação no final do ano passado. Ela sofreu várias intervenções cirúrgicas para retirada do hidrogel que usou em cirurgias plásticas.
Andressa esteve hospitalizada várias semanas no final do ano passado em Porto Alegre, onde mora. Segundo os médicos ela esteve perto da morte, devido as fortes reações do organismo, e ficará com cicatrizes profundas. Uma infeção grave que fez seus órgãos pararem de funcionar. Os médicos cogitaram amputar suas duas pernas.
O mais curioso sobre esse tempo no hospital é que a modelo afirma ter morrido e “encontrado seu criador”. Vice-miss bumbum em 2012, o passado dela é cheio de aparições controversas na mídia, tendo um caso com outra competidora do miss bumbum, depois sendo acusada de ser garota de programa. Ficou famosa na Europa ao afirmar que teve um caso com o jogador Cristiano Ronaldo. Protagonizou ainda brigas no reality show “A Fazenda”. Mas quando ela disse que estava “sendo punida por Deus”, relata que foi por sua “obsessão” pela boa forma e “vaidade estúpida”.
“Sei que deixei o meu corpo e morri. Cheguei até um lugar vazio, tipo um deserto, completamente silencioso. Foi então que soube que Deus existe. Senti sua presença. Soube que estava em um julgamento”, relatou ao jornal.
Ela descreve sua experiência: “Minha vida passou diante dos meus olhos como um filme. Senti muita vergonha e sabia que não era digna de entrar no céu. Pedi perdão e implorei por outra chance. Prometi fazer reparos. Nunca esquecerei disso. Ficar cara a cara com a morte me fez entender que nada mais importava, minha beleza, minhas bolsas, minhas roupas, meu carro… Deixei tudo para trás”.
Sobre essa experiência de quase morte tira uma lição “Esse foi o momento em que percebi que não era nada. Estamos neste mundo apenas para salvar nossas almas”. Também pretende dar mais tempo para seu filho Arthur (9), que teve aos 16 anos de idade.
Realmente, após sair da UTI e recobrar a consciência, Andressa passou a usar seus perfis nas redes sociais para pedir perdão a pessoas que feriu e exibir mensagens religiosas.  Contratada pela Rede TV, ela não disse se (e quando) voltaria a trabalhar. Ela continua numa cadeira de rodas e faz tratamento intensivo para combater infecções.
Ao Daily Mail, afirmou que desejava voltar no tempo e “fazer as coisas diferentes”. Agora afirma que pretende dedicar-se a alertar outras mulheres sobre os riscos de cirurgias como as que ela fez. Entre seus planos estava remover costelas para ter uma cintura menor e cogitava retirar um dedo do pé para que ele ficasse mais fino. “Você acredita nisso? Por isso acho que o que aconteceu comigo foi Deus me dizendo para parar”.
Confessando ser obcecada por cirurgias plásticas desde criança, agora sobram   arrependimentos. “Ninguém sabe pelo que estou passando. Estou em agonia constante. Continuo no meio de um pesadelo terrível… Se tudo isso servir de exemplo para mostrar as pessoas os perigos destas coisas, salvar outras mulheres de uma morte prematura, então foi essa a razão de eu ter passado por isso”, encerra.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Ensino, pregação e cura



A Bíblia diz que Jesus andava por "toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo" (Mateus 4.23). Por isso, sua fama espalhava-se rapidamente por onde passava (Mateus 4.24-25). Seu ministério foi tríplice: ensino, pregação e cura.

Assim como Jesus, a Igreja recebeu autoridade para ensinar, tendo como orientador supremo o Espírito Santo (João 14.26). A Igreja também recebeu o aval do Senhor para pregar e curar em Seu nome: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura [...] se impuserem as mãos sobre os enfermos, eles ficarão curados" (Marcos 16.15-18). Prova disso, é Filipe na cidade de Samaria (Atos dos Apóstolos 8.1-8).

Conforme as Escrituras dizem, os cristãos fomos chamados para dar continuidade ao trabalho de Jesus, ou seja, Ele continua ensinando, pregando e curando por intermédio de sua Igreja na Terra. Consequentemente, o ensino cristão deve vir dEle, a pregação deve ser centrada nEle e as curas devem ser no nome dEle. É necessário que Ele, Jesus, cresça, e nós diminuamos (João 3.30)!

Portanto, se alguém se diz cristão, mas não ama o ensino bíblico, não evangeliza nem crê nos milagres de Deus, nega a fé que professa.

João Paulo Souza

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Você conhece a Tradução Brasileira da Bíblia Sagrada?



Também conhecida como Versão Brasileira, Versão Fiel ou Bíblia "Tira-Teima", a Tradução Brasileira foi publicada em 1917, como parte de um pioneiro projeto de tradução bíblica que levou 11 anos para ser concluído (1903 a 1914). Trata-se da primeira tradução totalmente realizada em solo brasileiro, e feita pela primeira vez com o português do Brasil. 

Para o inédito trabalho, criou-se à época uma comissão de tradução liderada por Hugh Clarence Tucker, missionário metodista norte-americano, que contou ainda com líderes religiosos do Brasil e Estados Unidos. Alguns notáveis da literatura nacional, entre os quais Rui Barbosa, José Veríssimo e Heráclito Graça, atuaram como consultores linguísticos. 

Até a década de 1950, a Tradução Brasileira era amplamente usada por muitas igrejas cristãs, em um contexto em que não havia abundância de edições da Bíblia. Depois, a Tradução Brasileira foi levada em conta na atualização do texto de Almeida no Brasil, que resultou na Almeida Revista e Atualizada (RA). 

Mas, como forma de resgatar um monumento da história da tradução bíblica nacional, a Tradução Brasileira ganhou nova versão em 2011. A segunda edição trouxe algumas alterações e atualizações em relação ao texto bíblico de 1917, embora ainda mantenha as características de linguagem da época. 

As principais mudanças ocorridas foram a atualização gramatical e ortográfica, de acordo com as normas atuais da língua portuguesa, bem como a utilização das formas aportuguesadas na grafia dos nomes próprios. Originalmente, na Tradução Brasileira, os nomes haviam sido transliterados, como, por exemplo, Jehoshaphat, Habakkuk, Nebuchadnezzar e Zephanias. Na nova edição, os nomes aparecem grafados como Josafá, Habacuque, Nabucodonosor e Sofonias, respectivamente. 

A Tradução Brasileira mantém seu valor na literalidade e continua a ser a aclamada Bíblia "tira-teima".

Texto extraído do site da Sociedade Bíblica do Brasil.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Os Dez Mandamentos - Pr. Esequias Soares

Abaixo, você pode assistir ao resumo da revista Lições Bíblicas (1º trimestre de 2015) da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) feito pelo pastor Esequias Soares. A explanação deste renomado expoente mostra-se relevante para todos os evangélicos.

Também, nessa explanação bíblica, podemos destacar a abordagem apologética que o ensinador faz contra o Adventismo, defendendo o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.

Bom estudo!