quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Onde você estará na virada de ano?


Não há nada melhor do que, na virada de ano, estarmos num templo, adorando a Deus e agradecendo ao Senhor por 2014, como também rogando o Seu favor para 2015. Portanto, você, evangélico (a), não se esqueça de que, na virada de ano, estar numa igreja é mais importante do que estar numa praia, por mais que seja paradisíaca. Comece o novo ano conversando com Deus!

"Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR" (Salmo 122.1).

sábado, 27 de dezembro de 2014

Uma abordagem apologética sobre o Adventismo

Abaixo, assista à palestra apologética feita pelo Ev. Luciano Sena sobre o Adventismo. Imperdível!        

                       

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Que glória devemos buscar?


Muitos buscam as glórias dos homens. Porém, a vontade de Deus é que busquemos somente a glória do Senhor.

Disse João Batista: "Convém que ele cresça e que eu diminua" (João 3.30).

Pense nisso.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Quem disse que a Bíblia não manda celebrar o Natal?



Disse alguém, alhures: “A Bíblia não nos autoriza a comemorarmos o Natal. De acordo com 1 Coríntios 11.26, o verdadeiro cristão deve anunciar a morte do Senhor, e não o seu nascimento. Não existe nenhum mandamento para celebrarmos o Natal”. Vejamos como esse “argumento” se autodestruirá em alguns segundos.

O texto citado, relativo à Ceia do Senhor, não proíbe o cristão de anunciar o nascimento do Senhor. Diz apenas que devemos anunciar a morte do Senhor até que Ele venha. E a obra redentora de Jesus reside em um tripé, isto é, em três fundamentos: a encarnação, a crucificação e a ressurreição. Logo, se Cristo não tivesse nascido, não teria morrido. E, se Ele não tivesse morrido, não teria ressuscitado para a nossa justificação.

De fato, não há nenhum mandamento específico a respeito do Natal nas páginas da Bíblia. Mas eu pergunto ao leitor: 
— Há alguma ordem bíblica para celebrarmos o nosso aniversário, fazendo um culto de ações de graça por mais um ano de vida e oferecendo bolo aos convidados? 
— Existe mandamento específico para as mulheres casarem com vestido de noiva, branco, com véu e grinalda? Há ordem nas Escrituras para o homem casar de terno e gravata? Há ordem bíblica para o casamento ser realizado primeiro no cartório e depois no templo? Aliás, há mandamento específico que indique o local onde o matrimônio deva ser oficializado? Existe ordem nas páginas sagradas para os noivos fazerem uma recepção aos convidados e, depois, viajarem em lua de mel? 
 — Haja vista ser a Ceia do Senhor uma ordenança de Jesus Cristo, onde está o mandamento para a celebrarmos de mês em mês ou a cada semana? 
— Existe ordem bíblica para fazermos a Escola Bíblica Dominical? 
— Há mandamento na Palavra de Deus para começarmos o culto às 19 horas, aos sábados, e às 18, aos domingos, por exemplo? 
— Existe mandamento bíblico para termos uma conta no Facebook, no Twitter ou no Instagram? 
— Há ordem de Deus na sua Palavra para eu escrever este texto ou ter um blog? 

Bem, não existe mandamento específico para celebrarmos o Natal nem para o que citei acima. Mesmo assim, o cristão que se preza tem prazer em anunciar e celebrar o nascimento do Salvador, visto que essa grande festa precede e transcende qualquer tradição pagã. Embora Jesus não tenha vindo ao mundo em 25 de dezembro, Ele nasceu!

E, se há uma data convencionada para essa celebração, por que o cristão não pode usá-la para glorificar ao Senhor por sua gloriosa obra expiatória e apresentar o Evangelho ao mundo? Celebrar o Natal de Cristo é lícito e conveniente ao cristão, visto que a obra redentora abarca a encarnação do Verbo, a sua morte vicária e a sua ressurreição para a nossa justificação.

O Natal é uma festa legitimamente cristã, a qual foi celebrada pela primeira vez por anjos e pastores, naquela sublime noite de Belém (Lc 2.8-20). Essa festa também foi celebrada pela família do Senhor, em uma casa, juntamente com sábios do Oriente, cerca de dois anos após seu nascimento (Mt 2.1-16).


Fonte: Blog do Ciro

Obs.: A foto acima é diferente da que consta do texto original.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

As escolhas de Deus são surpreendentes


As Escrituras dizem que Deus não é como o homem - instável em seus caminhos. Ou seja, "há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Provérbios 14.12). Ao passo que os pensamentos do Senhor são muito mais profundos e abrangentes do que os nossos (Isaías 55.8). Isso significa que Ele, Deus, sabe o que e quem escolhe. Ele controla todas as coisas, porque nada foge de Sua soberania: "Agindo eu [o Todo-poderoso], quem impedirá?" (Isaías 43.13, grifo nosso).

Ás vezes as escolhas de Deus nos confunde, deixando-nos, por algum tempo, confusos. Porém, depois compreendemos que Ele tinha razão quando escolheu daquela forma. Assim aconteceu na vida de muitos coríntios, pois, naquela igreja, Deus havia escolhido, para a salvação, pessoas menos favorecidas e, por conseguinte, menos influentes na sociedade de então: 

Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são" (1 Coríntios 1.26-28).

Amado (a) leitor (a), talvez você se sinta alguém sem influência em sua família, na igreja que frequenta, em sua vizinhança, em seu trabalho, na escola em que estuda ou em qualquer outro lugar. Entretanto, não desanime! Entenda que a visão de Deus é bem diferente da nossa. O Senhor é especialista em usar o que outros seres humanos não fazem caso, "a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus" (1 Coríntios 1.29).

Em Cristo,

João Paulo Souza

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Reino de Deus não é uma denominação evangélica



Em nossos dias, ainda há crentes confundindo o Reino de Deus com denominação evangélica. Essas pessoas pensam que vão para o Céu se fizerem parte do rol de membros da igreja em que congregam. Contudo, estão redondamente enganadas.

É bem verdade que, atualmente - e isso não é novidade -, há igrejas que só levam o nome de evangélicas, pois os seus ensinos não condizem com o que a Bíblia diz. Porém, também há denominações sérias, que têm compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. E estas devem ser respeitadas.

Em certo sentido, as denominações cristãs foram e são criações humanas. Entretanto, isso não significa que Deus não esteja nelas. A institucionalização das igrejas, hoje, é necessária e salutar, desde que não vise glórias terrenas. Contudo, infelizmente, muitos crentes vivem se digladiando só porque não congregam numa mesma igreja institucionalizada. Eles, na verdade, esquecem-se de que estão inseridos numa dimensão infinitamente maior, o Reino de Deus. Paulo disse que "(...) o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo" (Romanos 14.17).

Como se pode depreender de Romanos 14.17, muitos de nós estamos negligenciando as verdades contidas nesse versículo. Será que ainda não entendemos que o Reino se fundamenta na "justiça", na "paz, e na "alegria" oriunda do Espírito?

A despeito de Batistas, Presbiterianos, Assembleianos etc. divergirem acerca de alguns aspectos referentes à vida cristã, há entre essas denominações colunas doutrinárias inamovíveis. Nesse caso, refiro-me a igrejas verdadeiramente sérias, ou seja, as que demonstram temor e compromisso com as Escrituras Sagradas.

Diante disso, penso que a ética cristã e o bom senso seriam a melhor saída para caminharmos juntos em Cristo. O Céu não é só para os assembleianos ou presbiterianos ou batistas etc. Segundo a Bíblia, a eternidade com Deus é de todas as pessoas que crerem e obedecerem aos mandamentos de Deus em Cristo (João 3.16; 15.10, 3).

No Senhor,

João Paulo Souza