quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Qual tradução/ versão da Bíblia você mais utiliza?


Curioso de saber qual tradução e/ou versão da Bíblia em Língua Portuguesa, elaborei uma enquete. Na coluna ao lado, você pode votar e confirmar qual "sua" tradução bíblica predileta. Vote na enquete!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As glórias humanas são transitórias



Hoje, pela manhã, ao assistir a uma reportagem de um telejornal, deparei-me com uma história de um homem idoso e fragilizado por um câncer. Este homem, em sua vida passada, era rodeado de lindas mulheres - bem mais novas do que ele - e tinha muito mais dinheiro do que tem agora. Apesar de ainda continuar sendo rico, sua aparência destilava tristeza e solidão. Suas glórias passaram... O que restou? O que ele tem guardado para o além-túmulo?

Essa história é inegável, pois os fatos a comprovam. Porém, mas real ainda são as verdades contidas nas Escrituras Sagradas. A Bíblia descreve a história desse homem: "Porque o sol se levanta com seu ardente calor, e a erva seca, e a sua flor cai, e desaparece a formosura do seu aspecto; assim também se murchará o rico em seus caminhos" (Tiago 1.11). Em 1 Pedro 1.24 (grifo meu), a descrição é ainda mais impressionante: "Pois toda carne [humanidade] é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor".

Enfim, o que podemos aprender disso?! Que a nossa vida na Terra é frágil, efêmera e inconstante, e que precisamos de Jesus, pois somente Ele concede-nos a vida eterna (João 3.16).

João Paulo Souza

sábado, 22 de novembro de 2014

Entenda o novo nascimento em Cristo



O novo nascimento é a porta de entrada para desfrutarmos as bênçãos incomparáveis de Deus (Ef 1.3). A nova vida em Cristo é o começo de uma nova história, de uma nova fé, de uma nova caminhada e de uma nova vida (Jo 10.10). Quando nascemos de novo, Cristo passa a viver em nós: “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20).

Em Romanos 12.2, Paulo deixa-nos um excelente conselho: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Esta renovação implica experimentarmos “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Todos aqueles que se convertem verdadeiramente a Deus por meio de Cristo despojam-se do “velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano” (Ef 4.22).

O nascimento da vida cristã pode ser explicado através de três fatos importantes que ocorreram na vida de Jesus: sua morte, seu sepultamento e sua ressurreição. Em Romanos 6.4, o apóstolo Paulo atesta: “Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida”. Em outras palavras, nós “morremos” para o pecado; “fomos sepultados” com Jesus e “ressuscitamos” com Ele!  

Escrito por João Paulo Souza

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Enfeitar a casa para o Natal significa cometer o pecado da idolatria?



Na Palavra de Deus, encontramos mandamentos claros quanto à idolatria. Em 1 Coríntios 10.7,14 está escrito: “Não vos façais, pois, idólatras [...]; meus amados, fugi da idolatria”. E, em 1 João 5.21, lemos: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”. Mas, o que é idolatria, de acordo com as Escrituras? O termo “idolatria” é uma transliteração da palavra grega eidololatria, que alude a adoração a ídolos, adoração a imagens como divinas e sagradas. Idolatria é um tipo de iniquidade, posto que denota prestar — conscientemente — honras divinas a qualquer produto de fabricação humana, ou atribuir poderes divinos a operações puramente naturais.


Esse gravíssimo pecado contra Deus consta do Decálogo, mais precisamente do segundo mandamento: “Não farás para ti imagem de escultura” (Êx 20.4). No Novo Testamento, o conceito de idolatria foi ampliado (Gl 5.20; 1 Co 5.11). Para os israelitas, o segundo mandamento restringia-se à adoração aos deuses de ouro, prata, madeira, barro, etc. Hoje, qualquer tipo de idolatria é vedado ao povo de Deus. A avareza, por exemplo, é retratada como uma forma de idolatria (Ef 5.5), um sentimento que impede o ser humano de amar a Deus sobre todas as coisas (Mt 19.24; Lc 12.16-21; 1 Tm 6.10).



À luz das Escrituras, o pecado da idolatria nunca é praticado de modo inconsciente. Quem adora imagens de escultura como se fossem deuses, mesmo fazendo isso por ignorância, fá-lo de maneira intencional, consciente. Quem adora Mamom, da mesma forma, faz isso porque o seu coração está nas riquezas (Mt 6.19-24). Quem idolatra o mundo, como o desviado Demas (2 Tm 4.9), também coloca, de modo consciente, as coisas mundanas no lugar de Deus (1 Jo 2.15-17; Tg 4.4-8).


Se a idolatria é um pecado praticado sempre de modo consciente — ou seja, o idólatra peca objetivamente, pondo o objeto de sua idolatria no lugar de Deus —, por que chamar de idolatria o ato de enfeitar uma casa com um pinheirinho, luzes e bolas coloridas? Afinal, o cristão que faz isso está, consciente e objetivamente, colocando a decoração do Natal secular no lugar de Deus? Ou ele faz isso porque gosta desse período de confraternizações, aprecia o belo e quer externar sua alegria?



Alguém poderá argumentar que a origem de tais enfeites está ligada ao paganismo. Entretanto, se quisermos adotar uma forma de santidade extremada — superior à própria santidade que o Senhor pede de nós, a qual consiste em se apartar de tudo que nos torna objetivamente idólatras —, nos tornaremos legalistas e teremos de reescrever um código de leis contendo uma longa relação de "não toques, não proves, não manuseies" (Cl 2.21).



O Natal secular não é o Natal de Cristo, mas nós, que conhecemos o verdadeiro sentido dessa celebração, não devemos priorizar questiúnculas. O mais importante, nessa época do ano, é nos alegrarmos com as nossas famílias e aproveitarmos para cantar louvores ao protagonista do Natal — Jesus Cristo — e anunciar o seu Evangelho ao mundo. Afinal, se Cristo não tivesse nascido, não teria sido crucificado. E, se Ele não tivesse morrido por nossos pecados, também não teria ressuscitado para a nossa justificação. Feliz Natal a todos!



Ciro Sanches Zibordi