segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A falsa teologia da prosperidade atrai a muitos


Tomemos muito cuidado com a falsa teologia da prosperidade, porque esta tem enganado a muitos, sobretudo os interesseiros de plantão. Lembremo-nos de que o amor ao dinheiro é a causa primeira de muitos males (1 Tm 6.10). A bem da verdade, a melhor bênção que alguém pode receber da parte de Deus é a salvação eterna, que só pode ser outorgada mediante a Pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo, o único Mediador entre Deus e os homens (João 3.16; 1 Timóteo 2.5).

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

É necessário nascer de novo


Uma história bíblica que pode exemplificar bem a nova vida em Cristo é a de Nicodemos. Este foi um homem famosíssimo em sua época, “um dos principais dos judeus” (Jo 3.1). Além de fariseu, era também membro do Sinédrio (Jo 7.45, 50), isto é, o supremo tribunal judaico de então. E, apesar de gozar de tanto prestígio e de possuir considerável preparo na Lei, Nicodemos encantou-se com o Mestre (Jo 3.2).

Pensando que Jesus iria elogiá-lo pelo que disse a Seu respeito (Jo 3.2), Nicodemos foi surpreendido com esta afirmação: “Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (v. 3). Ao que logo respondeu: “Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?” (v.4). Nicodemos era professor em Israel, mas estava cego espiritualmente, a ponto de não conseguir discernir o sentido real das palavras de Jesus. Na verdade, para Deus, ele estava morto.

As Escrituras afirmam que o homem morreu espiritualmente em Adão (Gn 2.16-17; 3.6); e, por causa disso, o espírito de Nicodemos estava sem a vida de Deus. Nicodemos precisava nascer de novo: “O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3.6). Naquele dia, ele ficou sabendo de que, para adentrar no Reino de Deus, era-lhe necessário ser uma nova criatura (2 Co 5.17).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Alegre-se no SENHOR


Uma das maiores declarações bíblicas sobre a alegria no Senhor está em Habacuque 3.17-19. Neste texto, Habacuque fala de sua felicidade em Deus. Sem dúvida, esse profeta ensina-nos a sermos exultantes, independente das intempéries da vida.

Habacuque alegrava-se no SENHOR:

  • Ainda que a figueira não florescesse;
  • Ainda que não houvesse uvas nas plantações;
  • Ainda que as azeitonas não nascessem;
  • Ainda que as lavouras não produzissem;
  • Ainda que as ovelhas desaparecessem do cercado e;
  • Ainda que o gado nos estábulos fosse uma ilusão.

Amado (a) leitor (a), ainda que o que você espera não aconteça, alegre-se muitíssimo no SENHOR. Ele é a tua fortaleza! Ele é o teu júbilo! Ele é aquele que te faz superar as frustrações!



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O SENHOR Proverá


Não se desespere! Assim como o SENHOR fez com Abraão, providenciando-lhe um carneiro para o sacrifício, Ele irá prover para você também. O SENHOR é o Deus da provisão!

As provações servem-nos de trampolim para contemplarmos grandes milagres e conquistarmos inefáveis bênçãos do Senhor: " O SENHOR Proverá" (Gn 22.14).

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

VOCÊ CULTIVA O HÁBITO DIÁRIO DE LEITURA?


No ano passado, disponibilizei a enquete que teve por título "Você cultiva o hábito diário de leitura?", e as respostas foram animadoras, pelo menos com relação aos leitores deste blogue. Havia cinco alternativas de escolha.

Setenta e nove pessoas votaram. E, para nossa satisfação, a maioria dos participantes são leitores assíduos que leem com prazer, isto é, 72% (57 votos). A segunda opção mais votada perfez 21% (17 votos), e é representada por aqueles que não leem com frequência, mas gostariam de fazê-lo. A alternativa que ficou em terceiro lugar foi escolhida pelos que leem constantemente, porém com fins escolares e/ou profissionais (4 votos, 5%). Apenas 1% da totalidade ou uma pessoa votou em "Não. Acho muito cansativo e enfadonho". Por fim, ninguém disse que não gostava de ler. 

Meus sinceros agradecimentos aos que votaram!

João Paulo M. de Souza