sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A radicalidade de Cristo



Jesus, enquanto andou na Terra, em nenhum momento deixou brecha para que outras pessoas pudessem tomar o seu lugar em relação a Deus. Jesus é enfático: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim" (João 14.6). Em João 8.12, Ele diz: "Eu sou a luz do mundo". Também, em João 10.9, Ele diz: "Eu sou a porta". Em Atos dos apóstolos 4.12, está escrito: "Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos". Portanto, Jesus é radical; Ele não divide sua identidade e função com ninguém.

Hodiernamente, muitas pessoas, com suas religiões, criam meios que, segundo elas, levam a Deus. Entretanto, essas religiões não passam pelo crivo das Escrituras Sagradas, a Palavra de Deus. Religião não salva ninguém. Apenas Jesus Cristo, o Filho do Altíssimo, pode salvar a humanidade de seus pecados: "Arrependam-se , e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão de pecados, e receberão o dom do Espírito Santo" (Atos dos Apóstolos 2.38).

Portanto, o ecumenismo é criação meramente humana. Porém, o Evangelho é oriundo do Alto. E, conforme avaliza Paulo, o Evangelho é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê... Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: 'O justo viverá pela fé'" (Romanos 1.16-17).

João Paulo Souza

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