terça-feira, 11 de março de 2014

O que a igreja evangélica não é


Infelizmente, apesar de, no Brasil, haver muitos evangélicos, nem todos são verdadeiros, nem todos praticam o que a Bíblia diz. Os que se desviam pelo charco do liberalismo teológico e pelo caminho largo da libertinagem pragmática são aqueles e aquelas que pisam as Sagradas Escrituras, em favor de suas próprias vontades humanas e carnais.

Para melhor compreensão do que a Igreja não é, pontuamos algumas considerações:

A IGREJA EVANGÉLICA NÃO É PICADEIRO DE CIRCO, onde “palhaços” fazem suas cômicas apresentações, ocupando a visão da platéia (em vez de auditório) distraída. Assim como esses palhaços, homens e mulheres adoram entreter o povo com pulos e movimentos exagerados, trejeitos típicos de quem não leva nada a sério. Também esses bufões são esfaimados por piadinhas e gracejos.

A IGREJA EVANGÉLICA NÃO É UM CLUBE, em que pessoas se reúnem simplesmente para satisfazer seus gostos, acalentar seu ego artístico, trocar opiniões sobre algum assunto de seu interesse ou quaisquer outros desejos de relação social. Geralmente, pessoas que agem dessa forma não costumam valorizar o ensino bíblico, a oração, a reverência que, por sinal, convém aos santos.

A IGREJA EVANGÉLICA NÃO É PISTA DE DANÇA. Fico sobremodo estarrecido como algumas igrejas evangélicas trocaram a adoração reverente a Deus pelos pulos e berros estridentes durante os cultos. É preciso que essas congregações entendam que a liturgia cúltica deve ser regida por princípios estabelecidos pela Bíblia. Observe-se quando Paulo orientou aos irmãos coríntios sobre como deveria ser desenvolvido o culto ao Senhor: “Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação. Tudo, porém, seja feito com decência e com ordem” (1 Coríntios 14.26, 40). Portanto, o verdadeiro culto a Deus não tem lugar para danças “espirituais”, gritinhos frenéticos, pulos descontrolados, gesticulações ensadecidas e comportamentos estranhos.

João Paulo M. de Souza


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