terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ 2014!


É com grande alegria que agradeço aos leitores e visitantes deste blogue, pela honra que me concederam de poder ser lido durante este ano. Por isso, desejo-lhes um próximo ano de maravilhosas conquistas, mas também de verdadeiras superações, já que a nossa vida é permeada de momentos bons e ruins.

Para nossa meditação, recomendo o Salmo 23.

Feliz 2014!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Ele continua operando milagres!


A Bíblia diz que, certo dia, ao chegar "à casa de Pedro, [Jesus] viu a sogra deste acamada e ardendo em febre" (Mt 8.14, grifo nosso). No entanto, como de costume, Ele não poderia deixá-la naquele estado por muito tempo, pois, por onde passava, sempre operava grandes milagres: "tomou-a pela mão, e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo" (Mt 8.15). Jesus opera maravilhas!

Quem sabe você esteja enfermo ou alguém de sua família ou uma pessoa que você conhece. Porém, não importa a gravidade da doença, porque Jesus pode operar o milagre agora. Tão somente creia nEle, e verás a glória de Deus! O Senhor continua fazendo milagres!

JPMS

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O poder da língua: por Hernandes Dias Lopes


           

Sermão: Aprendendo com a humildade de Jesus



Leitura Oficial: Mt 11.28-30

Significado de humildade:

Dicionário Houaiss: “virtude caracterizada pela consciência das próprias limitações; modéstia, simplicidade”;

Aulete Digital: “Qualidade do que ou quem é humilde; despojamento; simplicidade;

Dicionário Bíblico Wycliffe:  “É aquela graça específica desenvolvida no cristão pelo Espírito de Deus, em que ele sinceramente reconhece que tudo o que tem e é deve-se a seu favor. Ele então se submete voluntariamente à mão de Deus (Tg 4.6-10; 1 Pe 5.5-7)”.

Jesus como o maior modelo de humildade:

  1. Sua encarnação (2 Co 8.9; Jo 1.1, 14);
  2. Seu aprendizado (Hb 5.7-8);
  3. Seu ensinamento (Jo 13.1-15);
  4. Seu sentimento (Fl 2.5; Mc 10.45);
  5. Seu esvaziamento (Fl 2.6-8);
  6. Sua recompensa (Fl 2.9-11; Hb 5.9-10).

Conselhos sobre humildade:

  1. Melhor é ser humilde do que ser soberbo (Pv 16.19);
  2. A humildade precede a honra (Pv 15.33);
  3. Devemos considerar os outros superiores a nós (Fl 2.1-4).


Quanto à humildade, imitemos a Cristo (Ef 5.1; 1 Jo 2.6).


sábado, 14 de dezembro de 2013

O mau exemplo de um líder


"Então, disse Saul ao seu escudeiro: Arranca a tua espada e atravessa-me com ela, para que, porventura, não venham estes incircuncisos, e me traspassam, e escarneçam de mim. Porém o seu escudeiro não o quis, porque temia muito; então, Saul tomou da espada e se lançou sobre ela. Vendo, pois, o seu escudeiro que Saul já era morto, também ele se lançou sobre sua espada e morreu com ele" (1 Samuel 31.4-5).

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Pastor Hernandes Dias Lopes: A ditadura da beleza


         

Um homem que não era soberbo nem invejoso



O cenário evangélico brasileiro está repleto de pregadores e cantores famosos. Sem dúvida, muitos já se deixaram levar pela fama, pelo sucesso e pelo dinheiro. O que dizer disso?

Um sem-número de pregadores e cantores de hoje não conhecem o caminho da humildade. Em vez de glorificarem a Deus, arrogam-se para si as ovações dos incautos de plantão. O resultado disso é uma vida espiritual seca, para não dizer morta.

Gostaria de que meditássemos profundamente no que disse João Batista, quando Jesus se destacava na Judeia, enquanto muitos iam ao seu encontro: "Convém que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3.30). João não era soberbo, muito menos invejoso (Jo 3.22-30). Aprendemos com ele que, em tudo, Cristo deve ser glorificado!

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Minha conversa com famoso líder


Numa dessas noites tive um diálogo bastante proveitoso com um famoso líder cristão extremamente incisivo, cujas palavras cortam com precisão, como se fossem uma navalha afiada. Não é que use termos de baixo calão ou linguagem vulgar. Ele se destaca por não ser ambíguo, não tergiversar, mas ir direto ao ponto, sem caprichos humanos, embora o faça com todo o respeito aos que o ouvem.

Fiquei impressionado com a conversa. É um homem que sofre todo tipo de afronta. O que ele já experimentou ao longo de sua vida, certamente eu não conseguiria suportar. Pude perceber que para ele não tem tempo ruim e nem pessoas especiais. Fala ao comum dos mortais da mesma forma como fala às pessoas mais abastadas. Confesso, mais um vez, que fiquei encantado. Fiz mais ouvir do que falar.

Disse-me ele que a aparência não importa na hora de se avaliar quem as pessoas são. O que vale é o que são em si mesmas. Aí me contou de um encontro que teve com outros líderes aos quais tratou bem, com toda a consideração, mas não ficou abobalhado, com medo de falar o que era para ser dito só porque eram líderes.

Outro episódio que me contou foi quando um desses tentou dissimular numa questão extremamente séria, tentando jogar dos dois lados. Percebi, enquanto a conversa prosseguia, que, se fosse eu, ficaria cheio de dedos para repreendê-lo. Olharia para a sua "posição hierárquica" no ministério, levaria em conta a sua idade, pesaria o apoio que tinha e talvez preferisse ficar calado. Mas qual não foi minha surpresa, quando me disse ter sido franco com o dito líder, sem levar em conta certas mesuras, mostrando de maneira aberta o seu grave erro.

Outra lição que aprendi nessa conversa com o famoso líder é que ele jamais teve pretensão midiática e nunca fez articulações com o mundo político para tornar o evangelho mais "amigável" às pessoas. Na verdade, pelo que pude perceber, ele não tolera aqueles que proclamam o evangelho com falsidade. Ao contrário, não tem nenhum temor em expô-los de maneira pública, mesmo que os seus opositores lhe digam que não pode julgar os "irmãos".

Ficou claro, para mim, que essa é uma das razões pelas quais ele sofre tanta afronta.

Depois desse excelente diálogo, que entrou pelas primeiras horas da madrugada, regado com água fresca das fontes de Teresópolis, tive uma boa noite de sono e estiquei um pouco mais na cama na manhã seguinte, porque, afinal, ninguém é de ferro.

A essa altura, vocês querem que eu dê o nome do famoso líder. Ele me autorizou a fazê-lo. Conversei com o apóstolo Paulo mediante a leitura da epístola aos Gálatas.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Arrependimento, confissão e abandono


Por mais que erremos, que falhemos, que sejamos culpados, que mereçamos o castigo mais atroz, Deus nos ama e quer o nosso bem. Ele jamais desejaria ver-nos no inferno. Porém, o seu amor não coaduna com o pecado. E é este que tem, por muitas vezes, provocado náuseas em Deus.

Quando pecarmos, demos três passos imprescindíveis em direção a Deus. Primeiro, arrependimento; segundo, confissão e terceiro, abandono da iniquidade. Não adianta vivermos uma vida farisaica, regada a superficialidades e mentiras. Um dia a máscara vai cair!

Meditemos nisto: "O que encobre suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Provérbios 28.13). E mais nisto: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Coríntios 5.17).

João Paulo M. de Souza