quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O tempo certo



Segundo as Escrituras, "Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu" (Eclesiastes 3.1, Nova Versão Internacional).


Dois detalhes fundamentais que delimitam o acontecimento de um fato:

1) Há uma ocasião

2) Há um tempo certo

Diante disso, não desfaleçamos. Mas esperemos em Deus. Seja o bem ou o averso, os dois fazem parte da vida daqueles (as) que seguem os passos de Jesus Cristo.


João Paulo M. de Souza

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A relevância da inspiração das Escrituras Sagradas




Toda a Escritura Sagrada, conforme 1 Timóteo 3.16, 17, é:

1) Inspirada por Deus (v. 16)

2) Útil para o ensino (v.16)

3) Útil para a repreensão (v.16)

4) Boa para a correção (v.16)

5) Ótima para a educação na justiça (v.16)

6) Excelente para a maturidade e habilitação cristãs (v.17)

Reflitamos nisso.

João Paulo M. de Souza

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O Evangelho não é antro de entretenimento



"As más companhias corrompem os bons costumes" (1 Co 15.33, NVI).

O Evangelho não é LIBERTINAGEM, mas LIBERDADE em Cristo: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Co 6.12).

Em 1 Tessalonicenses 5.22, está escrito: "Abstende-vos de toda forma de mal". Na versão Revista e Corrigida de Almeida, diz: "Abstende-vos de toda 'aparência' do mal" (minha ênfase).

Evangelho não é regado por entretenimentos, mas por piedade, por verdade e por temor a Deus.

Pense nisso.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Calma em Deus


Reflexão sobre as atitudes de Davi, no Salmo 131:

1) NÃO a soberba: "SENHOR, não é soberbo o meu coração" (v.1)

2) NÃO a altivez: "nem altivo o meu olhar" (v.1)

3) NÃO a ganância: "não ando à procura de grandes coisas" (v.1)

4) NÃO a exageros: "nem de coisas maravilhosas demais para mim" (v.1)

5) SIM a tranquilidade e confiança: "fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo" (v.2)

6) SIM a providência de Deus: "Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre" (v.3)

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Ressuscitados com Cristo pensamos e somos melhores


"Se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Colossenses 3.1-3).

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Um dos paradoxos de certos professores


Professor é aquele que ensina. Formalmente, significa "indivíduo que se especializou em ensinar, em escola ou universidade; docente, mestre" (Dicionário Aulete Digital). A bem da verdade, além daqueles que se formaram em instituições legais de ensino, também, comumente, são chamados de professores  aquelas pessoas que são peritas em alguma coisa.

Apesar de, na acepção da palavra professor, constar o termo "especialização", nem todos, de fato, se especializam. Essa falta de preparo reflete-se na hora de aplicar "o que se aprendeu" - se é que realmente se apreendeu alguma coisa de seu campo de conhecimento.

Na igreja, por exemplo, existem vários professores. Ou melhor, professores e "professores". Estes, geralmente, são delineados pela mediocridade com que se valem em suas atividades. E o pior: alguns deles deixam claramente transparecer que não gostam de ler. Pesquisa...? Nem sonhando...

O bom professor, independente de sua instância de ação, preocupa-se com a sua formação, bem como com a de seus alunos. Para ele, a análise e a reflexão crítica acerca de variadas leituras sobre diversos assuntos são instigantes e recompensadoras.

Bem diferente disso, certa feita, ouvi da boca de um "professor" de escola bíblica dominical a seguinte frase: "Eu não gosto de ler". Ao que me indaguei em pensamento: "Este 'abençoado' está fazendo o que aqui? Como pode alguém se dizer professor e não ser um leitor habitual?" Por incrível que pareça, essa é uma realidade em muitas igrejas brasileiras. Indubitavelmente, essa prática compõe o sem-número de paradoxos de certos professores.  

O apóstolo Paulo, sabendo da necessária preparação de quem deseja ser um bom professor, disse a Timóteo: "Aplica-te à leitura" (1 Tm 4.13). Em Romanos 12.7, ele assevera: "O que ensina esmere-se no fazê-lo". Enfim, em Daniel 12.3, está escrito: "Os sábios, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos 'ensinam' a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente" (Almeida Revista e Corrigida, minha ênfase).  

No Senhor,

João Paulo M. de Souza  

domingo, 18 de agosto de 2013

Não reine o pecado em nossos corações


Quantos de nós, apesar de confessarmos publicamente o nome de Jesus, não falhamos espiritualmente durante a caminhada cristã? Mesmo buscando o amadurecimento - mas por falta de vigilância - somos pegos, de supetão, pelos deslizes. Esses erros nos fazem desanimar, a ponto de pensarmos às vezes que jamais alcançaremos de novo uma legítima reconciliação com Deus.

A vida em Cristo é a maior dádiva de Deus às pessoas. Porém, com ela, temos de cumprir a vontade divina (Mt 26.42). Se temos de seguir os mandamentos do Senhor, logo suprimimos o que queremos, desejamos e almejamos de nós mesmos. No caminho de Jesus também há espaço para a angústia, a aflição e a tribulação (Mt 26.36-38). Devemos aprender a viver essas duas realidades.

Não é tão fácil assim negar-se a si mesmo. Na verdade, ninguém consegue fazê-lo, senão somente com a ajuda do Espírito Santo: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte" (Rm 8.1, 2). Por isso que Paulo ordenou aos gálatas que "andassem no Espírito" (Gl 5.16). E "andar" é diferente de "viver" no Espírito (Gl 5.25) - é aprofundar-se na comunhão com Deus.

Todos os dias somos tentados de diversos modos e em variadas circunstâncias. Mas:

"Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação [tentação]; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida" (Tg 1.12, minha ênfase).

Quando errarmos, "pois não há homem [mulher] que não peque" (1 Rs 8.46, minha ênfase), "temos Advogado junto ao Pai" (1 Jo 2.1). E, a despeito dessa disposição negativa, atentemos para o que diz Paulo, em Romanos 6.11-14:

"Assim também vós,considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sore vós; pois não estais debaixo da lei, e sim debaixo da graça".

Creio que a graça de Deus, por intermédio de Jesus Cristo e  da indispensável orientação do Espírito Santo, fortalecer-nos-á em tudo que concerne ao Reino dos Céus. Que a trindade divina nos ajude!

No Senhor,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Três atitudes em relação ao Evangelho


O apóstolo Paulo, quando escreveu sua carta aos Romanos, falou sobre seu compromisso com o evangelho. Ele tomou três atitudes:

1) Eu sou devedor (Rm 1.14);
2) Eu estou pronto (Rm 1.15);
3) Eu não me envergonho (Rm 1.16).

Hoje vemos três grupos: 

1) Os que se envergonham do evangelho;
2) Os que são a vergonha do evangelho;
3) Os que não se envergonham do evangelho.


P.S. Imagem não consta do texto original.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Reflexão sobre a preguiça


"O [a] preguiçoso [a] deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta" (Pv 13.4, minha ênfase).

Por incrível que pareça, ainda existe gente pensando que uma boa oportunidade profissional baterá em sua "porta", sem que haja um esforço legítimo para tal. Expondo claramente, muitos não gostam de estudar nem de trabalhar, mas o mais interessante nisso é que querem progredir na vida. Que paradoxo, não!

Num outro provérbio bíblico, está escrito assim: "Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas" (Pv 14.4). A colheita só virá se houver labuta. O boi, entre outras coisas, serve de auxílio na aração da terra. Havendo trabalho bem feito, em tese haverá resultado profícuo.

Reflitamos.

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Dica de leitura: "Para onde caminha a igreja?"


"A igreja evangélica brasileira experimenta o seu mais expressivo crescimento e, ao mesmo tempo, a sua mais profunda crise. Cresce em números, mas decresce em credibilidade. Atrai multidões a seus templos, mas sonega a elas o genuíno evangelho. O liberalismo, o sincretismo e a ortodoxia morta ameaçam a saúde espiritual da igreja. Precisamos urgentemente de um avivamento espiritual. Precisamos voltar para Deus e para a sua Palavra. Este é o clamor deste livro!"

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LOPES, Hernandes Dias. Para onde caminha a igreja? São Paulo: Hagnos, 2013, 120 p.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O semeador saiu a semear


Leitura-Base: Marcos 4.1-9

Definição de parábola: “Exemplos, comparações ou alegorias em que, partindo de uma realidade sensível, comunica-se uma mensagem ao ouvinte ou leitor e o convida a uma decisão pessoal. Aplica-se este termo especialmente às que têm a forma de uma pequena narração” (Bíblia de Estudo Almeida, 2013, p.1784).

Ø  Implicações da primeira semeadura (v.4), corações insensíveis:

1.    Solo impenetrável: “caiu à beira do caminho” (v.4);
2.    Solo não receptivo: “caiu à beira do caminho” (v.4);
3.    Semente roubada: “as aves vieram e a comeram” (v.4).

Obs.: “Não recebem realmente a verdade, e o Maligno arrebata a semente”. (Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol.6, p. 101)

Ø  Implicações da segunda semeadura (v.5, 6), corações superficiais:

1.    Solo pedregoso: “caiu em solo rochoso” (v.5);
2.    Solo escasso: “onde a terra era pouca” (v.5);
3.    Solo receptivo: “logo nasceu [a semente]” (v.5);
4.    Solo não profundo: “não ser profunda a terra” (v.5);
5.    Rebento queimado pelo sol: “saindo, porém, o sol, a queimou” (v.6);
6.    Rebento sem raiz: “não tinha raiz” (v.6);
7.    Rebento seco [morto]: “secou-se” (v.6).

Obs.: Baseiam-se no entusiasmo emocional (alegria). Quando a angústia e a perseguição os atingem, definham e ‘morrem’.” (Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol. 6, p. 101).

Ø  Implicações da terceira semeadura (v.7), corações estrangulados:

1.    Solo espinhoso: “caiu entre espinhos” (v.7);
2.    Sufocamento do rebento: “os espinhos cresceram e a sufocaram” (v.7);
3.    Planta infrutífera: “não deu fruto” (v.7).

Obs.: “cujas vidas se tornam sobrecarregadas de muitas coisas, até que a consciência em relação a Deus é completamente sufocada”. (Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol. 6, p. 101).

Ø  Implicações da quarta semeadura (v.8), corações firmes;

1.    Solo bom: “boa terra” (v.8);
2.    Boa aceitação: “deu fruto” (v.8);
3.    Sobrevivência do broto: “vingou” (v.8);
4.    Bom crescimento: “cresceu” (v.8);
5.    Produção progressiva: “produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um” (v.8).

Obs.: “Estes não só ouvem a Palavra, mas também a entendem. Eles produzem frutos, mas em vários graus” (Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol. 6, p. 101).

Diante do exposto, “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v.9). Aproveitando: Que tipo de solo é o seu coração? Que tipo de solo é o meu coração?

Sermão pregado no último domingo (04).