terça-feira, 30 de julho de 2013

Vereadora com síndrome de Down toma posse na Espanha


Ángela Bachiller tornou-se nesta segunda-feira (29) a primeira vereadora com síndrome de Down a tomar posse na câmara municipal da cidade de Valladolid, na Espanha.
Segundo o jornal espanhol "El País", Bachiller trabalhava como auxiliar adminstrativa no Departamento de Assistência Social de Valladolid e substituirá Jesús García Galván, que é acusado de suborno num processo de licenciamento urbanístico.
A jovem de 29 anos foi candidata pelo Partido Popular (PP) nas últimas eleições municipais e ficou em 18° lugar, podendo substituir um dos 17 vereadores caso algum contratempo acontecesse.
"Obrigado por tudo, obrigado por terem me dado confiança", disse, após jurar lealdade ao rei.
Fonte: G1

sábado, 27 de julho de 2013

Por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus


"Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo" (Fl 3.7, 8).

As declarações de Paulo (Fl 3.4-11) demonstram o profundo compromisso dele para com Deus. Nelas, o que me chamou mais a atenção foi o fato de sua escolha redundar na renúncia de tudo o que lhe proporcionava prestígio diante dos israelitas. Para ele, todos os privilégios naturais e circunstanciais de sua vida pregressa não mais lhe serviam como meio de agradar o Senhor. Por isso, entendeu que, na vida cristã, para se alcançar "a ressurreição dentre os mortos" (v.11), era preciso "conformar-se" com Cristo em Sua morte (v.10).

Com isso, procuremos prosseguir pelo bom Caminho (Jo 14.6), sabendo que a abnegação faz parte da vida de todos que andam na vereda em que andou Jesus: "aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou" (1 Jo 2.6).

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Samuel: um exemplo de intercessor


"Samuel passou a noite inteira intercedendo por Saul, a fim de que o decreto divino fosse reconsiderado. Enquanto outros estavam em suas camas, dormindo, ele estava de joelhos, orando e lutando com Deus. E não se lamentou por ter ficado de fora do governo; nem estava satisfeito no íntimo, como muitos ficariam, porque Saul, seu sucessor, estava sendo rejeitado. Pelo contrário, orou insistentemente pela restauração de Saul, porque não desejava vê-lo excluído. A rejeição dos pecadores é uma tristeza para as pessoas boas. Deus não se deleita na morte deles, e nós também não deveríamos fazê-lo (Matthew Henry's Commentary on the Whole Bible, vol. 2, Nova Iorque: Fleming H. Revell Co., p. 360)."

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BRANDT, Robert L.; BICKET, Zenas J.. Teologia bíblica da oração: o Espírito nos ajuda a orar. 3ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 114.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A oração cristã e suas implicações


Leitura áurea: Lc 11.1-4

De acordo com o texto base:

1. A oração é uma necessidade na vida de todos aqueles que servem a Deus: “De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar” (v.1; Lc 18.1; 1 Ts 5.17);

2. A verdadeira oração feita por um justo desperta em outros irmãos a vontade de orar: “[...] ensina-nos a orar” (v.1; At 16.25);

3. A oração pode ser ensinada e aprendida: “[...] como também João ensinou aos seus discípulos” (v.1);

4. Devemos cultivar uma relação familiar com Deus, isto é, entre filhos e Pai: “Quando orardes, dizei: Pai” (v.2; Rm 8.15);

5. Na oração, devemos santificar ou glorificar o nome do Pai: “... santificado seja o teu nome” (v.2; Rm 11.36);

6. O desejo de que o Reino de Deus se expanda na Terra deve fazer parte da oração eficaz: “... venha o teu reino” (v.2; Mt 6.33);

7. Em nossas orações, a vontade de Deus deve sempre prevalecer sobre a nossa: "... faça-se a tua vontade" (Mt 6.10);

8. Necessidades espirituais e físicas devem ser expostas para Deus em oração: “... o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia” (v.3; Jo 6.48, 51, 54, 56; Fl 4.6);

9. O perdão é ingrediente indispensável nos momentos de oração: “... perdoa-nos... nós perdoamos” (v.4; Mt 18.21, 22; Ef 4.32; Cl 3.13, 14);

10. Devemos sempre pedir a Deus que nos livre das tentações e de todo mal: “... e não nos deixes cair em tentação” (v.4; Mt 6.13; Sl 70.1).

Diante do exposto, oremos em “todo tempo”... (Ef 6.18).

sexta-feira, 19 de julho de 2013

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Estatudo do Nascituro: em defesa da vida


O Estatuto do Nascituro — pejorativa e ignorantemente chamado por boa parte da grande mídia de bolsa estupro — está relacionado com ao projeto de lei número 478/2007, que tem como objetivo garantir a proteção do nascituro, isto é, o ser humano já concebido, mas que ainda não nasceu. Muitos ativistas pró-aborto, partindo do pressuposto de que o embrião não deve ter status de pessoa, opõem-se ferrenhamente a esse projeto, haja vista considerarem que ele, caso aprovado, inviabilizaria a pesquisa com células-tronco embrionárias e resultaria na proibição do aborto.

Segundo a biologia, as células, de maneira geral, são as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos. Uma célula representa a menor porção de matéria viva dotada da capacidade de autoduplicação independente. Depois da fecundação, o "ovo" se divide em duas partes, de duas em quatro, de quatro em oito e assim sucessivamente até atingir a fase de algumas centenas de células com o poder de se diferenciarem em qualquer tecido. Depois disso, elas "recebem uma ordem" e passam a se diferenciar em fígado, outras, em ossos, sangue ou músculo, etc. Daí em diante, todas as suas descendentes, de acordo com essa mesma ordem, continuarão diferenciadas: a célula do fígado só vai dar origem a células do fígado; a do sangue, só a células do sangue. E assim por diante.

O que são células-tronco? São as células mestras, capazes de se multiplicarem e se diferenciarem nos mais variados tecidos do corpo humano: sangue, ossos, nervos, músculos, etc. Elas são chamadas de células-tronco. No momento da fecundação, como já afirmei, começam as primeiras divisões celulares e surgem as células-tronco, que dão origem a todos os tecidos do corpo. Estas células existem até quando o embrião abarca 32 a 64 células. Células-tronco adultas são encontradas em vários tecidos humanos, em pequenas quantidades, no cordão umbilical, na placenta e na medula óssea. As células-tronco embrionárias — cobiçadas por terem múltipla capacidade de diferenciação — são obtidas a partir de um óvulo fecundado — geralmente, descartado em uma clínica de fertilidade —, e precisam ser colhidas até a divisão em 64 células, o que leva no máximo cinco dias.

Para a medicina, na prática, uma pessoa deixa de ser pessoa, por assim dizer, quando se constata a sua morte cerebral. A partir daí, se a família estiver de acordo, pode-se retirar do "morto" o seu coração e outros órgãos a fim de transplantá-los. A sociedade não só aceita esse ato da medicina como o considera louvável. Mas, deveria esse princípio, baseado na ausência de funcionamento do sistema nervoso, se aplicar à manipulação de embriões?

Como bom "fundamentalista religioso" — é assim que a grande mídia chama as pessoas que consideram as Escrituras a sua fonte primária de autoridade —, evoco o que a Bíblia diz a respeito da vida humana embrionária. Em Jeremias 1.5 está escrito: "Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci; e, antes que saísses da madre, te santifiquei e às nações te dei por profeta". À luz das Escrituras, o ser humano é criado, formado e feito por Deus, nessa ordem; ou seja, antes de ser inteiramente formada fisiologicamente, a pessoa humana já é conhecida pelo Criador (cf. Is 43.7; Gn 1.27; 2.7,22). Em outras palavras, o corpo humano informe, mesmo sem o funcionamento do sistema nervoso, já é considerado uma pessoa, e não apenas "um amontoado de células", como dizem alguns "entendidos", em tom zombeteiro.

Ativistas pró-aborto e defensores do argumento de que o Estatuto do Nascituro representaria um atraso, um retrocesso, no combate ao câncer e outras doenças que dependem do avanço das pesquisas com células-tronco afirmam que os embriões, nos primeiros dias, não devem ter status de pessoa. Ao defender isso, entretanto, ignoram duas verdades incontestáveis da biologia: a de que vida humana é processo contínuo que começa com a concepção e termina com a morte; e a de que o embrião não é uma extensão do corpo da mulher.

Voltando às Escrituras, leiamos a descrição da vida humana embrionária contida em Salmos 139.14-17: "Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando, no oculto, fui formado e entretecido, como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais iam sendo, dia a dia, formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles!"

Chamem-me, pois, de fundamentalista religioso ou fanático. Mas tenho respaldo das Escrituras — que considero a fonte primacial de autoridade — e também da biologia para afirmar que a vida da pessoa humana começa na concepção, e não no momento em que o sistema nervoso começa a funcionar. E, nesse caso, defender o nascituro também é defender direitos humanos.

Se o processo da vida humana não for interrompido na fase embrionária, teremos uma pessoa que deixou o ventre materno, mas — assim como antes — continua em processo de formação. Pensemos: se assassiná-la, depois de seu nascimento, significa interromper de maneira cruel e covarde tal processo, por que o ato de matar a mesma pessoa em formação, na fase embrionária, deve ser suavizado, relativizado ou receber outra definição? Afinal, segundo a biologia, a vida humana é um processo contínuo desde a concepção até a morte.

Por Ciro Sanches Zibordi

Fonte: CPADNews

sábado, 13 de julho de 2013

Versículos bíblicos que dificilmente são referidos nas igrejas e muito menos praticados


A Igreja Primitiva não foi uma igreja perfeita, mas, sem dúvida, servi-nos de referência histórica, espiritual, social e prática. Hoje, não fosse a ganância financeira de muitos líderes que se dizem de Deus, porém andam de carro de luxo, moram em suntuosas mansões, auferem, mensalmente, vultosos salários (enquanto muitas de suas ovelhas nem ao menos tem as três refeições básicas diárias para se alimentar) e outras injustas regalias, a realidade de nossas igrejas seria outra.

Dentre tantos textos importantes do livro de Atos, apenas gostaria de pontuar um deles, Atos 4.32-37. Abaixo, listo várias virtudes que, tranquilamente, poderiam ser praticadas hoje, não fosse a obra do Diabo no coração de muitas pessoas.

Vejamos:

"Da multidão dos que creram era um o coração e a alma" (v.32);

"Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum" (v.32);

"Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça" (v.33);

"Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos" (v. 34, 35);

"[...] se distribuía [os recursos] a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade" (v.35, ênfase minha).

Será que algum pastor ou líder abastado, desses que pastoreiam multidões, tem a mínima coragem de repartir "suas migalhas" entre os necessitados que temos em nossas igrejas (At 4.36, 37)?

Meditemos nisso.

João Paulo M. de Souza

domingo, 7 de julho de 2013

Canção e Louvor: Taxados como loucos


                     

Virtudes essenciais que caracterizam os verdadeiros servos de Cristo


Creio na atualidade dos dons espirituais, conforme alistados em 1 Coríntios 12.8-10, e que Deus continua manifestando seu poder na e por meio de sua Igreja. Contudo, também creio que o fruto do Espírito, o caráter de Cristo, consoante descrito em Gálatas 5.22, é ainda muito mais importante para nós do que aqueles (1 Co 13.8-10).

Procuremos, "com zelo, os dons espirituais" (1 Co 14.1), porém, Deus pode mostrar-nos "um caminho sobremodo excelente" (1 Co 12.31). Lembremo-nos, sempre, de que "Deus é amor" (1 Jo 4.8). Meditemos, também, em 1 Coríntios 13.

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza