sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Um reino que não deve ser reinado


O Reino de Deus deve ser buscado com primazia, e de todo o coração. Foi o Senhor Jesus quem disse em Mateus 6.33. Entretanto, ao contrário do Reino dos Céus, existe outro reino que jamais devemos nos permitir ser escravizados por ele. Este reino é o reino do pecado.

Em Romanos 6.12, Paulo admoesta aos irmãos quanto à possibilidade de o pecado fazer-lhes súditos de seus mais asquerosos desejos: "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal". Nesse caso, segundo o apóstolo, o corpo humano pode servir de núcleo pecaminoso, de palco de iniquidades. E, em vez de obedecermos à Deus e à sua Palavra, podemos nos prostrar diante das paixões carnais do corpo.

No versículo 13 desse mesmo capítulo, há outro conselho. Dessa vez, Paulo aconselha: "nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade". Nossas mãos, pés, boca, olhos, orelhas, nariz etc. não devem ser apresentados ao pecado como meio de este ser fortalecido e glorificado. Pelo contrário: "oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça" (Rm 6.13). "Assim, quer vocês comam, quer bebam, quer façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus" (1 Co 10.31, NVI).

Por fim, o doutor dos gentios arremata: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, e sim da graça" (Rm 6.14). Isso significa que o legalismo religioso deixa-nos sob o poder do pecado. Ele jamais poderá nos libertar! Todavia, Jesus Cristo, agindo em plena graça (Jo 1.14), faz-nos vivos para Deus Pai, "por causa da justiça" (Rm 8.10).

João Paulo M. de Souza 

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