quarta-feira, 24 de julho de 2013

A oração cristã e suas implicações


Leitura áurea: Lc 11.1-4

De acordo com o texto base:

1. A oração é uma necessidade na vida de todos aqueles que servem a Deus: “De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar” (v.1; Lc 18.1; 1 Ts 5.17);

2. A verdadeira oração feita por um justo desperta em outros irmãos a vontade de orar: “[...] ensina-nos a orar” (v.1; At 16.25);

3. A oração pode ser ensinada e aprendida: “[...] como também João ensinou aos seus discípulos” (v.1);

4. Devemos cultivar uma relação familiar com Deus, isto é, entre filhos e Pai: “Quando orardes, dizei: Pai” (v.2; Rm 8.15);

5. Na oração, devemos santificar ou glorificar o nome do Pai: “... santificado seja o teu nome” (v.2; Rm 11.36);

6. O desejo de que o Reino de Deus se expanda na Terra deve fazer parte da oração eficaz: “... venha o teu reino” (v.2; Mt 6.33);

7. Em nossas orações, a vontade de Deus deve sempre prevalecer sobre a nossa: "... faça-se a tua vontade" (Mt 6.10);

8. Necessidades espirituais e físicas devem ser expostas para Deus em oração: “... o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia” (v.3; Jo 6.48, 51, 54, 56; Fl 4.6);

9. O perdão é ingrediente indispensável nos momentos de oração: “... perdoa-nos... nós perdoamos” (v.4; Mt 18.21, 22; Ef 4.32; Cl 3.13, 14);

10. Devemos sempre pedir a Deus que nos livre das tentações e de todo mal: “... e não nos deixes cair em tentação” (v.4; Mt 6.13; Sl 70.1).

Diante do exposto, oremos em “todo tempo”... (Ef 6.18).

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