sexta-feira, 3 de maio de 2013

Se tivesse seguido às orientações bíblicas...



Há alguns anos, uma mulher que pregava sua transformação comportamental em Cristo, voltou (ou será que nunca havia mudado?) às suas antigas práticas (2 Pd 2.22) que, por sinal, para Deus, são abomináveis (Rm 1.26). Depois  de "sair do armário" novamente, abriu sua própria comunidade, pensando ela ser esta nova empreitada uma verdadeira "cidade de refúgio".

Numa de suas falas, durante uma entrevista, uma das fundadoras de uma igreja inclusiva disse: "Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica... Depois de tudo, minha orientação sexual não mudou e então cheguei à conclusão de que fazia parte da minha natureza". Como assim, fazia parte de sua natureza, enquanto se dizia ser santa? E o que diz a Bíblia, nulificou-se? Veja: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17).

Ao ler e refletir sobre sua declaração equivocada, elaborei a seguinte pergunta: "E se ela tivesse feito conforme o que orientam as Escrituras Sagradas, será que a situação não seria bem diferente da que se deflagrou?" Bem, de uma coisa eu tenho plena certeza: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.32, 36).


Tomemos ciência de que nenhuma comunidade ou cidade de refúgio, arquitetada seja por homens ou mulheres, pode livrar alguém do Juízo Final (Ap 20.11-15). Aliás, apenas o Filho de Deus tem consigo as chaves da morte e do inferno (Ap 1.18), e pode muito bem livrar qualquer pessoa da eternidade sem Deus (Jo 3.16).


Em Cristo,


João Paulo M. de Souza

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