terça-feira, 23 de abril de 2013

Sobre os injustos privilégios aos parentes e às pessoas próximas



"Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes (ou amigos próximos) em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.
Originalmente, a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes  - particularmente com o cardeal-sobrinho (em latim: cardinalis nepos; em italiano: cardinale nipote), mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.
Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção. Alguns biólogos sustentam que o nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar. Parentes próximos possuem genes compartilhados e protegê-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio indivíduo tenham uma oportunidade a mais de sobreviver." (Wikipédia).
Aproveitando a oportunidade, lançarei a seguinte pergunta: Nas igrejas evangélicas, será que existe a prática de nepotismo? Também, do texto acima, gostaria de pinçar a seguinte explicação dessa nojosa atitude: "favorecimento de parentes (ou amigos próximos) em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos".
Quanto ao exposto, as Escrituras não se calam: "Se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo arguidos pela lei como transgressores. Não julgueis segundo a aparência e sim pela reta justiça" (Tg 2.9; Jo 7.24).

João Paulo M. de Souza 

Um comentário:

Daladier Lima disse...

Prezado, João, tenho abordado este assunto em meu blog. É cada vez mais preocupante. Infelizmente, nossos líderes não se dão conta da gravidade do problema.