sábado, 12 de janeiro de 2013

Verdades sobre o perdão em Mateus 18.15-35



Que é perdão?

“Remissão [absolvição] de pena ou de ofensa ou de dívida; desculpa” (Houaiss, grifo meu);

[1] Livramento de pena, ofensa ou dívida. [2] Remissão de culpa [perdão de pecados]” (Aulete);

O perdão na Bíblia

“A doutrina do perdão, proeminente tanto no AT quanto no NT, refere-se ao estado ou ato de perdão, remissão de pecados, ou à restauração de um relacionamento amigável” (Dicionário Bíblico Wycliffe).

O que podemos aprender sobre o perdão e seus aspectos em Mateus 18.15-35?

1.   A ofensa é uma possibilidade: “se teu irmão pecar contra ti” (v.15);

2.   O processo do perdão pode também começar pelo ofendido: “vai [ofendido] e repreende-o entre ti e ele só” (v.15, grifo meu);

3.   O ofensor nem sempre pede perdão: “se te ouvir...” (v.15-17);

4.   Não há limite para o perdão: “até setenta vezes sete” (v.22);

5.   O perdão deve ser oferecido independente da gravidade da ofensa: “o senhor daquele servo... soltou-o e perdoou-lhe a dívida [dez mil talentos, valor impagável]” (v.23-27, grifo meu);

6.   O ofensor deve se humilhar diante de Deus e pedir perdão ao ofendido: “Então, aquele servo, prostrando-se, o reverenciava” (v.26);

7.   Quem é perdoado por Deus deve perdoar o próximo: “Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro” (v.33; Ef 4.32);

8. Quem perdoa o próximo é perdoado por Deus, e vice-versa: “se perdoardes... vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes... também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas (Mt 6.14, 15);

9. Quem não perdoa entristece a Igreja: “os seus conservos... contristaram-se muito” (v.31);

10. Quem não perdoa é considerado “malvado” por Deus: “o seu senhor... disse-lhe: Servo malvado” (v.32);

11. Deus castiga quem não perdoa: “o seu senhor o entregou aos atormentadores” (v.34);

12.     O perdão deve partir do coração: “se do coração” (v.35).

Que Deus nos ensine o – e no - caminho do perdão: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti" (Sl 119.11).

João Paulo M. de Souza

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