terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Eles escolheram não se contaminar


A decisão de Daniel e seus amigos gerou resultados surpreendentes: "Ora, a esses quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda visão e sonhos" (Dn 1.17, grifo nosso). Esses jovens demonstraram ser íntegros, puros e justos em sua geração. Eles não se contaminaram.

Diz-nos a Bíblia que, "em matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei [Nabucodonosor] lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino" (Dn 1.20, grifo ). Daniel, Hananias, Misael e Azarias (Dn 1.7) foram exaltados pelo Senhor porque buscaram em seus corações não se contaminar. Não se render ao pecado faz grande diferença quando a questão é agradar ao Santo (1 Pd 1.16).

Quantos de nós não estamos emaranhados nos embaraços dessa vida (Hb 12.1)? Quantos de nós não vivemos brincando com a iniquidade? É preciso que se pense bem sobre as drásticas consequências oriundas de práticas indignas dos santos (Ef 5.11; Gl 5.19-21). A insensibilidade às coisas de Deus é sinal de decadência espiritual e casamento com o mundo (1 Jo 2.15-17). Não advirto simplesmente a ímpios, mas também àqueles que se dizem crentes e continuam entristecendo o Espírito Santo (Ef 4.30).

É preciso repensarmos o que estamos fazendo na Casa do Senhor. É preciso refletirmos nossas atitudes diante de Deus e das pessoas. Estamos agindo certo? Evitamos a contaminação do espírito? Estamos honrando a Deus de verdade? Ou será que nossas ações não passam de trapos imundos (Is 64.6)?

Pense nisso.

João Paulo M. de Souza

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