sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Descobrindo um fariseu


Em Mateus 23.1-7, podemos notar algumas verdades sobre os fariseus do tempo de Jesus. Porém, não pense o (a) leitor (a) que os maus exemplos desses religiosos aconteceram apenas naquela época. Assim como esses hipócritas, muitas pessoas de hoje pensam que têm um rei na barriga, sendo indigestas onde estão e aonde passam.

A pergunta em questão é a seguinte: “Como podemos descobrir um fariseu?” Simples:

  • eles adoram estar em posição de destaque: "Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus" (v. 2);

  • geralmente existe um abismo de contradições entre o que dizem e o que praticam: “não procedais em conformidade com suas obras, porque dizem e não praticam” (v.3);

  • gostam de exigir dos outros práticas que nem eles as podem fazer: “atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los” (v.4);

  • adoram se exibir: “E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes” (v.5);

  • amam os lugares de destaque nas reuniões solenes: “amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras nas sinagogas” (v.6);

  • adoram ser elogiados, engrandecidos e inflados pelos outros, publicamente: “[amam] as saudações nas praças” (v. 6, grifo meu);

  • são apaixonados pelos títulos honoríficas: “[adoram] serem chamados pelos homens: - Rabi, Rabi” (v. 7, grifo meu).

Quer conhecer mais sobre essas "nódoas e máculas" (2 Pd 2.17), leia, com vagar, o restante de Mateus 23.

João Paulo M. de Souza

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