quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O pecado de avareza

"Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça, alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores" (1 Tm 6.10).

"Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]" (Mt 6.24, grifo meu).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A contemporaneidade do batismo com o Espírito Santo e com fogo

"E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como uma pomba e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me mandou batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi e tenho testificado que este é o Filho de Deus" (Jo 1.32-34).

Ainda que alguns céticos queiram contraditar a realidade do batismo no Espírito, a Bíblia, a História da Igreja e a experiência mostram e provam o contrário: "... cada um de vós [os judeus] seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar" (At 2.38, 39, grifo meu).

As Escrituras deixam bem claro de que a Igreja Primitiva cria piamente no revestimento de poder. Vários exemplos comprobatórios são, facilmente, observados nas páginas bíblicas (At 2, 6, 7, 8, 9, 10). A despeito de eu ter citado estas referências bíblicas, ainda existe um sem-número de outras que podem testificar com a mesma possança.

Além disso, ao longo do tempo, inúmeros teólogos pentecostais puderam  testificar do poder do Santo Espírito em suas vidas, tais como: Gordon Fee, Stanley M. Horton, Charles Finney, Myer Pearlman, entre outros.  

"A promessa não era apenas para os judeus de Jerusalém, e para os seus descendentes, mas também a todos os que estão longe (39), ou seja, os gentios, definidos também  como tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar. Esta expressão deve ser interpretada à luz do versículo 21 - "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo", ou seja, a promessa é feita a todos aqueles que responderam ao chamado de Deus" (Comentário Bíblico Beacon, volume 7, CPAD, p. 225).

Não encontramos, sobretudo nas Escrituras Sagradas, motivo algum para descrermos na atualidade do batismo "com" ou "no" Espírito Santo, mas, exatamente o contrário: "E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam" (At 19.6). "Quem crê... como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre" (Jo 7.38).

Outra coisa: lembremo-nos de que o dom do Espírito é ministrado por Jesus (Jo 1.32-34; Mt 3.11; Lc 3.16), e após a conversão do candidato (At 8.1-8, 14-17; 19.1-6). 

Batizado no Espírito Santo,

Jão Paulo M. de Souza 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração"


"E, olhando ele [Jesus], viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro; e viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos esta pobre viúva, porque todos aqueles deram como oferta de Deus do que lhes sobeja; mas esta, da sua pobreza, deu todo o sustento que tinha" (Lc 21.1-4, grifo nosso).

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama quem dá com alegria" (2 Co 9.8).


Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Ao término das "festas", não culpem Deus pelas "tristezas"

"Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção" (Gl 6.7, 8a). Portanto, "de que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados" (Lm 3.39).

Indubitavelmente, essa será uma realidade na vida de muitos que "curtem" sua própria existência da maneira que bem entendem...

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Três sentimentos que compartilho convosco no tocante ao Carnaval

Enquanto estava em Atenas, esperando seus companheiros de viagem missionária, o apóstolo Paulo via a famosa metrópole da antiga Ática entregue à idolatria. Neste ínterim, “o seu espírito se comovia em si mesmo” (At 17.16), resultado da sua observação sobre a situação espiritual dos atenienses. Será que nós, crentes hodiernos, não podemos compartilhar dessa nobre afeição?

Assim como esse homem de Deus, o meu espírito incomoda-se sobremaneira, pois no atual período de festas mundanas, almas alheias da graça divina, se esbaldam nas avenidas do engano.

Sinceramente, sinto tristeza pela imoralidade exacerbada nesse período de dias. Isso porque, segundo a Bíblia, “o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos” (2 Co 4.4) – realidade essa que explica o excesso de imoralidade e profanação explicitadas nas diversas mídias. Além disso, quantas não serão as pessoas agredidas, violentadas, roubadas, ludibriadas, adoecidas etc. nessa festa da carne (Rm 8.5a). A quarta-feira de Cinzas que o diga.

De outro lado, compartilho indignação com aqueles que nasceram de novo (Jo 3.6) e, por isso, não correm com os blasfemos “no mesmo desenfreamento de dissolução” (2 Pe 4.4). Esse sentimento não vem de outro lugar senão do coração de Deus: “... não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4).

O terceiro sentimento que experimento é o de gratidão ao Senhor, por nos ter tirado do meio da mentira e da efemeridade do mundo: “Tirou-me de um lago horrível, de um charco de lodo; pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos; e pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus” (Sl 40.2, 3; cf. 1 Jo 2.15-17).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

sábado, 18 de fevereiro de 2012

"Mudaram a glória do Deus incorruptível"

"Porquanto, tendo connhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discurso se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração, à imundícia... pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém!" (Rm 1.21, 23-25).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Há um tempo...

Debaixo do céu, para tudo há um tempo: “Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz” (Ec 3.2-8).

Como já foi dito, “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ec 3.1). Observe o que está escrito na segunda parte desse verso: “(...) há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.

Talvez, meu caro leitor, você esteja pensando sobre algo que espera há muito tempo. Por vezes, suas perguntas têm se assemelhado a estas: “Será que realmente vai acontecer o que almejo?”, “Quando Deus vai me responder?”, “Meu Deus! o que está havendo que não acontece da maneira esperada?”. Quero dizer-lhe que “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec 3.1).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Livro Incomparável

Jamais alguém escreveu algo tão especial e maravilhoso que se comparasse ao ilustríssimo Livro de Deus (Sl 119.103). As Escrituras Sagradas suplantam em verdade os milhões de milhões de livros já escritos pelos "sábios" da Terra. Estes homens e mulheres podem ter impactado suas respectivas épocas, mas o Livro dos livros marcou a vida de miríades de almas e ainda continua a fazê-lo (2 Tm 3.16, 17; 2 Pe 1.20, 21).

(...) Como é maravilhoso poder ler a Bíblia, a Palavra de Deus...! Obrigado, Deus, por esta inefável graça em nossas vidas! Portanto, ajoelho-me, adorando ao Eterno Rei da sabedoria: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os teus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Porque quem compreendeu o intento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? " (Rm 11.33, 34)!

Em o Verbo de Deus,

João Paulo M. de Souza 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

"Pensai nas coisas que são de cima"

"Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com ele em glória" (Cl 3.1-4).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

Não vos enganeis!


Alguns crentes da igreja de Corinto estavam sendo atacados por vários argumentos de seus "amigos" pagãos. Possivelmente arraigados na verdade da doutrina da ressurreição (1 Co 15), esses irmãos, de certa forma, estavam resistindo às falacias dos ímpios, a fim de agradar ao Senhor que os chamou. Neste ínterim, Paulo orienta-os a não se deixarem ser enganados por inverdades (1 Co 15.33a).

Na segunda parte de 1 Coríntios 15.33, outro fato importante é observado pelo apóstolo: "(...) as más conversações corrompem os bons costumes". Aqui, conversações significa "comunhão", "amizade" ou "companhia". No contexto bíblico, o doutor dos gentios quis enfatizar sobre o perigo e riscos de o cristão negar a ressurreição do Senhor - andarem dando ouvidos às más companhias (1 Co 15.20).

Não longe disso, sem necessariamente negarmos a ressurreição de Cristo, podemos, caso sejamos levados em roda por falácias deste presente século, também negar outras inegociáveis verdades das Escrituras (Jo 17.17; Mt 22.29), como também a nova vida em Cristo (2 Co 5.17; 1 Pe 1.15; Rm 6.4).

Acautelai-vos!

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Reflitamos, seriamente, sobre Provérbios 17.1

"É melhor comer um pedaço de pão seco, tendo paz de espírito, do que ter um banquete numa casa cheia de brigas" (Pv 17.1, NTLH).

Tomando como ponto de partida o versículo supracitado, descobrimos que as riquezas ou posses nem sempre transmitem o que a vida realmente precisa - a verdadeira felicidade (Sl 16.11). "Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes" (1 Tm 6.8).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ao visitar este singelo blog, não se esqueça de votar na enquete

Após expiro do tempo disponível para votação, a enquete que estiver em questão será abordada ou analisada através de uma ou mais postagens - esta última situação ocorrerá, caso achemos necessário -, e conforme a indizível graça do Senhor, bem como a disponibilidade do editor deste blog.

Agradecemos a sua preciosa visita!

João Paulo M. de Souza

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cuidado com os falso$ profeta$ e o "manto finan$eiro"

Hoje, de manhã cedo, tive a oportunidade de assistir a um certo canal de tv, onde passou um programa de um certo teleenganador, que, por sinal, gosta de ensinar maracutaias financiais aos seus telespectadores, bem como "sugar" o que tem em seus bolsos. O aludido apresentador convidou um de seus "profetas financeiros" para, através de embustes ou barganhas com Deus, adquirirem "prosperidades".

No passado, eu até assistia pela tv as pregações do aludido apresentador. Suas prédicas eram assaz instrutivas e edificantes - apesar de ele, às vezes, utilizar-se de uma maneira não tão conveniente diante daqueles que lhe estavam ouvindo ou assistindo (Cl 4.6). Infelizmente, hoje, depois de ter se envolvido com pseudoprofetas - filhos da Teologia da Prosperidade -, não tem apresentado um comportamento digno da posição que goza (Gl 5.22).

Como disse antes, o seu programa tem servido de antro de falsos ensinos, levando miríades de pessoas ao erro doutrinário. Os seus "videntes espirituais" abrem a boca para transmitir "aquilo que as pessoas ainda não sabem lidar" - o "manto financeiro" -, insinuando que só eles detêm determinada visão e que só eles podem compartilhá-la com outras pessoas: "E também houve entre vós falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou" (2 Pe 2.1).

Qual a intenção desses homens aparentemente piedosos? O apóstolo Pedro responde: "E, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas" (2 Pe 2.3). Jesus também corrobora: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vem até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?" (Mt 7.15, 16). Em suma, eles querem só usurpar a "gordura" e o "leite" de suas interesseiras e incautas ovelhas.

Contrapondo-se aos falsos ensinos desse decaído pregador-apresentador, as Escrituras dizem-nos que a genuína prosperidade baseia-se apenas em Cristo (1 Jo 2.6), e não nas riquezas terrenas (Mt 6.19, 20). Está escrito em 1 Coríntios 1.30: "Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação e redenção; para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor". No Mestre, "estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência" (Cl 2.3).

Enriquecido por Cristo (2 Co 8.9),

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O salário do pecado e o dom gratuito de Deus

Em Romanos 6.23, as Escrituras falam sobre duas realidades incontestáveis e inequívocas: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor". 

Tendo o esclarecimento do Santo Livro, não podemos descrer da existência desse mal: "Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens" (Rm 5.12). Aqui, é importante ressaltar que a morte só encontrou uma "brecha" para invadir a vida do homem porque este "trabalhou" para o pecado, recebendo, assim, o seu inevitável salário (Gn 3; Rm 6.23).

Apesar de haver recebido a recompensa para o seu delito (Gn 2.17), o homem, mesmo sem merecer, pôde receber uma gloriosa promessa (Gn 3.15). Esta promissão alcançou o seu apogeu: "Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho... para remir os que estavam debaixo da lei" (Gl4.4, 5). O mesmo Senhor deu-lhes o direito de, além de terem os pecados apagados (At 3.19), serem feitos filhos de Deus (Jo 1.12).

Diante do exposto, resta-nos atentarmos "para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos confirmada" (Hb 2.3).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O crente salvo deve guardar o sábado?

Para encontrarmos a resposta à pergunta em questão, não necessitamos de lançar mão de quaisquer rodeios ou forçações de barra – podemos dispor, sem dúvida alguma, a solução ou o esclarecimento devido aos duvidosos, como também refutar aos sabatistas de plantão.

De acordo com as Escrituras, Deus foi o instaurador do sábado (Ex 31.13). A guarda deste dia foi um mandamento divino: “(...) certamente, guardareis meus sábados...” (v.13). Além de ser uma ordem, o Shabat, como chamam os judeus, também servia de “sinal” entre Deus e o seu povo: “(...) isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações...” (v.13). 

A quem Deus ordenou a guarda do sábado? Aos israelitas. A observância desse dia era parte do concerto que o Senhor fizera com Israel e constituía-se numa prova de que esse povo era santo, isto é, separado de qualquer nação e que pertencia exclusivamente a Ele: “(...) para que saibais que eu sou o SENHOR, que os santifica” (Ex 31.13). 

Nesse dia, os nossos irmãos israelitas consagravam-se, servindo e adorando a Deus (Ex 31.14). O propósito do Shabat estava baseado no descanso, adoração e serviço ao Senhor – dia de grande regozijo e alegria na presença de Deus. Em suma, era um dia importantíssimo para os israelitas – ainda hoje os judeus o valorizam. 

Não obstante termos falado um pouco sobre o sábado, o cristão verdadeiro deve guardá-lo como ordem impreterível? A resposta é não! O sábado judaico não é mais obrigatório para nós outros. Lembremo-nos de que não estamos mais “debaixo da lei, mas debaixo da graça”, “porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). Além do mais, Jesus “até do sábado é Senhor” (Mt 12.8)!

Sendo a guarda do sábado não mais necessária para o crente, o apóstolo Paulo advertiu-nos, de maneira bem clara: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festas, ou da lua nova, ou dos sábados” (Cl 2.16). Observe-se o versículo seguinte: “Que são sombras das coisas futuras”. As “sombras” são indicativas da realidade, Cristo. 

Portanto, o argumento dos sabatistas quanto à obrigação de guardarmos o sábado carece de apoio bíblico: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei...” (Gl 4.4-11).

Receio de vós que haja eu escrito em vão.

João Paulo M. de Souza