quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Que tal deixar o fardo do pecado para trás agora e prosseguir em vitória na presença do Senhor?

É incrível como estamos presenciando, mais do que em qualquer outro tempo, um exacerbado espírito relativista operando no mundo. Relativismo, segundo o dicionário da língua portuguesa Houaiss, significa "doutrina segundo a qual os valores morais não apresentam validade universal e absoluta, diversificando-se ao sabor de circunstâncias históricas, políticas e culturais". Negar verdades absolutas é a insígnia dessa doutrina, é a crença daqueles que, a qualquer preço, não querem aceitar as verdades de Deus.

Falar do que lhe der na telha e da forma que lhe apraz é moda hoje em dia para muita gente. Muitos pensam que a vida sem direção divina é remédio para a alma. Que terrível engano! Eles falam, praticam e ensinam imoralidades... E a reflexão sobre o amanhã, onde fica? Alguém já disse por aí : "Deixa a vida me levar... Vida leva eu..." (sic). Será que a vida sem Deus tem envergadura para, no futuro, colher bons resultados? Ou será que capengas, como revelam as Escrituras (Sl 53.1), os néscios encontrarão guarida na eternidade? Sinto muito dizer: "... aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hb 9.27). E este juízo é sem misericórdia (Tg 2.13).

Se, em 2012 e tempos mais idos, muitos viveram banqueteando-se no pecado, agora é hora de refletirem sobre suas vidas, para que não aconteça de, no momento da prestação de contas, não serem achados dignos da misericórdia do Senhor. Este, por sinal, mediante  o arrependimento e o abandono do pecado por parte de muita gente, continua-lhe oportunizando a salvação eterna: 

"Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar" (Is 55.6, 7).

Não fomentemos a prática da imoralidade, porque "que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?" (Rm 6.1, 2). Mas, com amor, mostremos, de acordo com a Bíblia, o caminho certo (Jo 14.6), o fruto correto (Gl 5.22) e a caminhada santa e pacífica em Deus (Hb 14.12).

Neste momento, convidamos a todos que ainda andam por caminhos tortuosos, a que entendam de que "há caminho que ao homem parece direito, mais o fim dele são os caminhos da morte" (Pv 14.12). "Que tal deixar o fardo do pecado para trás agora e prosseguir em vitória na presença do Senhor?" (Jo 1.29).

Com amor,

João Paulo M. de Souza

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