terça-feira, 22 de maio de 2012

Ensinando, pregando e curando...


Segundo Mateus, "percorria Jesus toda Galileia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo" (Mt 4.23; cf. 9.35). Além dessa província, que abarcava toda a parte do norte da palestina, Jesus atuou em outras regiões bastante conhecidas dos leitores da Bíblia, tais como Fenícia, Samaria, Decápolis, Pereia e Judeia.

Jesus desempenhou um ministério bastante profícuo. Segundo consta de Lucas 3.23, o Mestre começou a sua jornada ministerial com "quase trinta anos". Suas atividades se desdobraram sob três aspectos importantes de sua vida: ensino, pregação e cura.

No ensino, o Rabi da Galileia era sem igual, motivo pelo qual os religiosos ficavam furiosos com Ele, pois "ensinava com autoridade e não como os escribas" (Mt 7.29), isto é, suas doutrinas avalizavam o seu modo de vida. Por isso que as multidões o ouviam de bom grado (Mc 12.37).

Apesar de ter havido pregadores notáveis na Bíblia, Jesus foi (e é, e sempre será) o melhor dentre eles. Aonde passava, o Nazareno arrebanhava miríades de pessoas (Mt 9.36; 12.15; 15.30). Sem dúvida, ouvir Jesus falar é uma maravilha, você não acha?

O terceiro viés do ministério terreno de Cristo foi a autoridade sobre as enfermidades. Quem, enfermo, ia ao seu encontro e continuava doente? Algumas textos bíblicos respondem a esta pergunta: 

"E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos e curou todos os que estavam enfermos, para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças" (Mt 8.16, 17).

O ensino, a pregação e a cura foram o tríplice ministério terreno de Jesus. Ensinando e pregando o Reino de Deus e curando (física e espiritualmente) as almas oprimidas, vivia Cristo fazendo a vontade do Pai: 

"O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade [remissão] aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor" (Lc 4.18, 19).

No Senhor,

João Paulo M. de Souza 


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