quarta-feira, 18 de abril de 2012

"Olhe para o seu irmão e diga..."

"Se os pregadores entendessem o que é ser um mensageiro de Deus, abandonariam essa prática de querer criar um ‘clima’ propício para falar. É claro que, do ponto de vista humano, prender a atenção do povo desde o início da pragação é uma tarefa muito dificil. Daí, o pretexto deles preferirem interagir com o público.
Os recursos empregados pelos animadores de auditório são muitos. Mandam os irmãos prefetizarem uns aos outros, pedem para se abraçarem, contam uma piadinha para descontrair ou empregam gracejos do tipo: “Quem achou, diga amém. Quem não achou, diga misericórdia”.
Diante de tantos artifícios e de tamanha artificialidade, pergunto: E a obra que cabe ao Espírito Santo? O mensageiro de Deus não deve ser um animador ou motivador de auditório! Sua missão é tranmitir a mensagem com temor e seriedade. E o Espírito Santo se encarregará de introduzir a Palavra nos corações.
Não é preciso pedir para o povo levantar a mão ou glorificar a Deus, salvo exceções. Tudo deve ser espontâneo, a menos que haja uma circunstância especial.”[1]
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[1] ZIBORDI, Ciro Sanches. Erros que os Pregadores Devem Evitar. 7. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006 (p. 20-21)

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