domingo, 4 de março de 2012

O que diz o Salmo 115 sobre os falsos deuses


A prática de se adorar deuses - com "d" minúsculo - não é condenada apenas por aqueles que professam o Evangelho, senão que também é uma abominação aos olhos de Deus (Dt 6.4). Portanto, cabe a nós, evangélicos, proclamarmos ao mundo, conforme nos orienta o Santo Espírito, que, ao adorar quaquer tipo de ídolo, o homem ou mulher está em pecado.

O Salmo 115 fala-nos acerca da "realidade" dos ídolos: "Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não veem; tem ouvidos, mas não ouvem; nariz têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta" (vv. 4-7). Lembremo-nos de que há também outros tipos de material empregados na confecção desses deuses.

Segundo o versículo oito desse mesmo salmo, está escrito: "Tornem-se semelhantes a eles [os ídolos] os que os fazem e todos os que neles confiam" (grifo nosso). Quando a Bíblia fala "tornem-se semelhantes a eles", está dizendo que os idólatras, em valor, não são mais destacados do que as imagens que adoram. Em verdade, são vãos e inúteis diante de Deus, e, caso não se arrependam, duro fim lhes está reservado: "Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira" (Ap 22.15). Portanto, tomemos  muito cuidado para não incorrermos na mesma prática.

Diferentemente dos veneradores de falsos deuses, a Igreja adora Àquele que criou os céus e a Terra (Gn 1.1). Ele, sim, merece toda nossa reverência e adoração eternas (Is 6.1-3).

Em Jesus, o Deus Verdadeiro,

João Paulo M. de Souza



 

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