quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pelas suas pisaduras fomos sarados

Quando leio sobre a obra expiatória de Cristo, fico sobremaneira emocionado e impactado pela graça e o poder de Deus. No estudo dessa doutrina, descobrimos o quanto são recompensadores e gloriosos os resultados da morte substitutiva do Filho de Deus.

Em Isaías 53, é descrito, de forma magnífica, o castigo sobre Jesus. Castigo este que deveria ser executado sobre nós, mas, pela eterna graça do Pai, o Filho recebeu em nosso lugar: “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores” (v.4).

Jesus Cristo, apesar de ser Deus (Jo 1.1, 14), escolheu ser ferido brutalmente, em vez de optar por ver a nossa merecida morte: “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído [ou quebrantado] pelas nossas iniquidades” (v.5, grifo meu). Ele intercedeu por aqueles que nada poderiam fazer por si mesmos: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23).

“O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados”. O termo pisaduras significa feridas, isto é, por meio de seus ferimentos fomos sarados ou curados do pecado. Parece um paradoxo, mas a interpretação é assim mesmo: “Porque também Cristo padeceu [sofreu] uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pe 3.18, grifo meu).

Curados do pecado, vivamos de uma vez por todas para Deus: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Rm 6.12, 13; cf. 1 Ts 4.3, 4; 1 Co 6.18-20; 1 Pe 1.16).

No Senhor Jesus,

JPMS

2 comentários:

Pedro Henrique disse...

Amado amigo e irmão João Paulo,a Paz do Senhor!

Como diria, o Apóstolo Paulo, "o amor de Cristo nos constrange" (2 Co 5.14). Ao contemplarmos a Rude Cruz, e o Cordeiro que nela foi Imolado, como não se dobrar diante de tão grandiosa cena? Como não adorar aquEle que "estava Só e Ferido, no Gólgota, para dar Sua vida por mim"? Se isto não for amor, quem poderá amar?

Que nos gloriemos sempre no Calvário, a Revelação do Amor de Deus.

Abraço forte,

PH

João Paulo disse...

Amigo e irmão Pedro, a paz do Cordeiro!

Se Cristo não estivesse ao nosso lado, a nossa eternidade seria tétrica! "Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Co 15.57).

Abraço fraterno,

JP