quarta-feira, 30 de novembro de 2011

"Cada um considere os outros superiores a si mesmo"


"Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo" (Fl 2.3).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza

Jamais nos esqueçamos de que Cristo está chegando!


Muitos estão desfrutando do sono do pecado; outros cochilam, babando sobre o lenço do engano; ainda outros, desacreditam a vinda do Senhor. Contudo, a Igreja de Cristo está vigilante quanto ao arrebatamento (1 Co 15.51, 52). 

As Escrituras não tosquenejam, no sentido de informar a todos, acerca do retorno glorioso de Jesus:

"Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o seu o vistes ir" (At 1.11).

"Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fl 3.20).

"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus" (1 Ts 4.16).

"Eis que veio sem demora; quarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa" (Ap 3.11).

"Certamente, cedo venho" (Ap 22.20).

Maranata!

João Paulo M. de Souza

domingo, 27 de novembro de 2011

O que é mais importante para você?

Tempos atrás, elaboramos uma enquete na qual expúnhamos três opções de votação. Foram as referidas alternativas: a primeira foi “a aprovação do homem”, a segunda “a aprovação do Diabo” e a terceira “a aprovação de Deus”.

A aprovação do homem. Muita gente dita cristã (porque nem precisa citar o mundo) procura destacar-se entre os seus semelhantes hoje, isto é, fazem de tudo - ainda que seja por meios ilícitos -, para “impactar” a mente dos incautos. Nesse afã pelo destaque, esses crentes destoam do verdadeiro caráter cristão, apologizando o agradar humano em detrimento da anuência divina. Para exemplificar essa realidade, destacamos Saul, o primeiro rei de Israel, que escolheu agradar os israelitas e desprezar Aquele que lhe colocou no trono (1 Sm 15.1-3, 7-9, 14, 15, 21).

A aprovação do Diabo. Alguém, ao ler as alternativas da enquete, pode ter achado desnecessária essa inclusão entre as opções. No entanto, sua inserção foi proposital, haja vista termos em nossos dias um sem-número de pessoas que, por incrível que pareça, agradam o Inimigo. Acerca das mesmas, falou o apóstolo Paulo: “Mas, o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência” (1 Tm 4.1, 2). Pedro também fala sobre isso (2 Pe 2.1-3).

A aprovação de Deus - esta terceira opção foi unânime entre os participantes da enquete. Agradar a Deus é o alvo de todo genuíno salvo: “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Sl 40.8). Vejamos o que disse o Senhor Jesus, enquanto palmilhou aqui: “... não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai, que me enviou” (Jo 5.30; cf. 17.4; Gl 1.4; Rm 15.3). Paulo deixou-nos um legado: “... nunca deixei de... anunciar todo o conselho de Deus... Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus” (At 20.27; 2 Co 2.17).

Pelo que já foi dito, ficou patente a verdade de que existem três tipos de intenções distribuídas entre os corações das pessoas: a que agrada os homens, a que agrada o Diabo e a que agrada a Deus. Das três, preferimos a última. E você, qual é a sua posição? Comente.

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

sábado, 26 de novembro de 2011

Um grande milagre após a morte!


Maravilho-me com a Bíbia cada vez que a leio. Suas Escrituras são inspirativas e dignas de fé (2 Tm 3.16). Não é à toa que nElas esteja escrito: “O justo viverá da fé” (Hb 10.38). Por isso, diante dessas verdades, escolhemos, como fonte de comentário, um texto bíblico, que fala acerca da ressurreição de um homem, bem como de “quem” o reviveu (2 Rs 13.20, 21).

Examinando as Escrituras Sagradas, deparei-me com o texto da morte de Eliseu e de como ele ressuscitou um homem. O detalhe é que, mesmo após a morte, pelo poder de Deus, o profeta operou mais um grande milagre! O mais curioso de tudo foi a forma como aconteceu o portento: “Depois, morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas invadiam a terra [de Israel], à entrada do ano. E sucedeu que, enterrando eles [os israelitas] um homem, eis que viram um bando e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem e tocando os ossos de Eliseu, reviveu e se levantou sobre os seus pés” (2 Rs 13.20, 21, grifo nosso). Que cova abençoada, não acha?

É claro que o poder não adveio simplesmente de Eliseu, muito menos da cova na qual jazia, senão dAquele que tem soberana autoridade sobre a morte (Jo 10.17, 18; 11.25).

Acerca do milagre, o ilustre e saudoso teólogo Donald C. Stamps dá seu parecer: “Eliseu morreu e foi sepultado, mas mesmo lá na sua sepultura, Deus manifestou o seu poder e deu testemunho do caráter de Eliseu como o profeta que vivifica (4.32-37; 1 Rs 17.17-24). Este milagre sugere que a influência de uma pessoa que anda com Deus não cessa automaticamente com a sua morte, mas que depois disso poderá ser um manancial de vida espiritual para os outros (Jo 12.24; 2 Co 4.11, 12)” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pág. 595).

Portanto, assim como Eliseu, o crente deve ser uma influência para os seus circundantes (Mt 5.13-16), servindo de canal de milagres em favor dos homens (At 19.11). Com isso, entendemos que transmitir vida aos outros é a nossa missão (Jo 14.6; At 8.5)!

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Não "matemos" os nossos semelhantes!


Para a sociedade mundana, odiar outra pessoa pode ser algo natural, afinal de contas é uma prática corriqueira e atual, basta acompanhar, num instante que seja, o que as mídias vigentes publicam. Também existem aqueles que, além de protagonizar momentos de ira, ainda fomentam o ódio no coração dos seus pares. Em contrapartida, a Palavra de Deus diz que aquele que odeia o seu próximo é como se tivesse o matado (1 Jo 3.15). 

"Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida". Pode parecer forte e chocante a afirmação de João, mas é pura verdade, pois aquele que tem aversão ao próximo, matou seu semelhante em seu próprio coração. A motivação sempre supera ou é mais importante do que o ato em si. Acerca desse princípio, disse Jesus: "Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5.28). Só o fato de "atentar", no íntimo, isto é, alimentar o mau desejo, o pecado nasce (Tg 1.14, 15). 

"Nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna". A vida eterna não é outorgada a assassinos (Ap 22.15), mas somente aos que, a semelhança de Cristo, amam sacrificialmente (Ef 5.2). Os homicidas não são dignos de Deus (Jo 10.10; 1 Jo 3.12); de outra forma, seria injustiça divina: "Que nenhum de vós padeça como homicida" (1 Pe 4.15).

Guardemos encarecidamente: "Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros" (1 Jo 3.11).

Em Jesus Cristo,

João Paulo M. de Souza


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Advogado Celestial


Segundo o Livro Sagrado, "não há homem que não peque" (1 Rs 8.46). Todos nós, sem exceção, pecamos voluntária ou involuntariamete (Sl 51.5), ou seja, mesmo que sejamos santos (1 Pe 1.15, 16), estamos sujeitos a pecar por meio de palavras (Mt 16.22, 23), de pensamentos (Mt 15.19, 20) e de obras (At 5.3). Contudo, quando errarmos diante de Deus, recorramos ao único Medianeiro entre Deus e os homens: "Meus filhinhos... não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo" (1 Jo 2.1; cf. 1 Tm 2.5).


Quantas vezes não pecamos e ficamos entristecidos pelos erros cometidos? Muito mais fica o Espírito Santo (Ef 4.30). Não obstante as nossas falhas serem reais, não devemos nos desesperar, pois temos alguém por nós, o Senhor Jesus Cristo, Aquele que escolheu morrer pela humanidade (Jo 3.16). Ele é o nosso sublime representante diante do Pai! "Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas iniquidades e as nossas dores levou sobre si... pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.4, 5).

O crente salvo não deve deixar que os pensamentos do passado lhe inquietem, pois, segundo as Escrituras, "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Rm 8.1). Em 2 Coríntios 5.17, está escrito o seguinte: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo". Se estamos em Jesus, "somos mais do que vencedores por aquele que nos amou" (Rm 8.37). Nós temos ao nosso lado o Advogado Celestial (Rm 8.34)!

Auxiliado pelo Advogado Celestial,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Trê bons exemplos do escriba Esdras com relação à Palavra de Deus

Por João Paulo Souza


Hoje, em muitas igrejas, experimenta-se uma escassez terrível da ministração das Escrituras Sagradas. Isso se deve ao fato de muitos "pregadores" deixarem de lado a salutar exposição da Palavra de Deus. Contudo, essa situação pode ser mudada. Para tanto, deve-se observar os bons e edificantes exemplos bíblicos (Ed 7; At 20.7, 11).

Esdras, "escriba hábil na Lei de Moisés, dada pelo SENHOR, Deus de Israel" (Ed 7.6), é um desses positivos exemplos. Este homem preparou "o seu coração para buscar a Lei do SENHOR, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus direitos" (Ed 7.10). Deste versículo, podemos extrair três atitudes honrosas: preparar o coração para buscar a Palavra, cumprir a Palavra e ensinar a Palavra de Deus ao povo.

Primeira ação: bem diferente de vários pregadores de hoje, o escriba da corte procurou estar preparado diante de Deus: "tinha preparado o seu coração" (v.10). Faz-nos lembrar a admoestação paulina a Timóteo: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Tm 2.15). Esses dois modelos são prova viva de que devemos preparar-nos, biblicamente, antes de pregarmos.

A segunda atitude de Esdras foi a de cumprir a Lei do Senhor, isto é, viver a Palavra genuinamente. Não basta apenas buscarmos conhecer a Bíblia, cabe-nos também a obrigação de vivê-la: "para a cumprir" (v.10). Observemos o que disse Paulo: "O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei" (Fl 4.9). O apóstolo confirmava, pelo seu bom procedimento, aquilo que buscava (At 20.26, 27).

A terceira e última atitude do escriba foi "ensinar em Israel" (v.10, grifo nosso). Podemos aprender aqui que, para instruirmos os outros, é preciso buscarmos e vivermos, antes, o que vamos transmitir! Se não fizermos isso, a nossa pregação ficará insossa, sem sabor: "Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para ser pisado pelos homens" (Mt 5.13). As nossas palavras precisam "salgar" os ouvidos e o coração dos ouvintes: "A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal" (Cl 4.6).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Um dos fundadores de algumas manifestações estranhas no Canadá fala, arrependido, sobre a falácia do "cair no espírito"


Em entrevista a uma emissora de TV brasileira, o pastor canadense Paul Gowdy, um dos fundadores do movimento popularmente conhecido como "cai-cai" ou "cair no espírito", fala, arrependido, sobre o seu passado, o seu presente e sobre as manifestações que aconteciam durante os cultos da Igreja do Aeroporto de Toronto, onde "pastoriou".

Colocaremos aqui algumas das palavras que o pastor Paul proferiu enquanto entrevistado:

"Assim que Deus abriu os meus olhos, vi que precisava tomar uma providência".

"Eu pensei, Deus, se não é minha hora de morrer, então, em sua misericórdia, permita-me falar aos homens sobre sua bondade, sobre os cristãos e sobre o verdadeiro Jesus" - disse isso quando atravessava por uma grave enfermidade.

"Hoje, eu diria que isso é uma coisa um tanto macabra".

"Em dois anos, cerca de 2 milhões de pessoas do mundo todo, visitaram a Igreja do Aeroporto de Toronto, pra receber esse espírito, essas manifestações e essa 'bênção'".

"Hoje, eu acredito que esse espírito é um espírito falso, um espírito enganador e não o Espírito sagrado das Escrituras".

"Na mesma hora, meu coração se convenceu, e na mesma hora eu pedi ao Senhor Jesus pra me perdoar, por ter sido tão tolo, tão ridículo" - em "transe", durante um culto.

"O Diabo usa o "cair no espírito" para cegar as pessoas".

"O movimento viola as Sagradas Escrituras".

"Eu diria que isso nunca foi uma manifestação genuína da presença de Deus, mas algo sinistro desde o começo, porque o fruto da 'bênção de Toronto' é podre".

"O Espírito Santo, o próprio nome já diz, santo. Ele nunca vai encorajar as pessoas a fazer algo que não seja sagrado".

"As pessoas, a humanidade foi feita à imagem de Deus. Por que Deus depreciaria a humanidade, fazendo as pessoas parecerem com animais?".

"Se existir alguma coisa que está manifestada nestes encontros, contrária às Escrituras Sagradas, então, não é de Deus. Porque Deus não muda".

"Eu diria para o Brasil: por favor, por favor! Pelo amor de Deus, pastores, não adotem isso. Não pensem que isso é uma coisa boa. Isso não é de Deus. Isso é um esquema do Diabo. E isso vai trazer destruição aos homens, mulheres e crianças que abraçarem isso".

"Eu afirmo que minha fé em Jesus Cristo nunca esteve tão forte. E que minha confiança na Palavra de Deus nunca foi tão forte".

Caso queira mais informações: http://www.youtube.com/watch?v=QFyMEt7QW08&feature=related

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens"


Hoje, pela manhã, depois de conversar com uma pessoa e exortá-la acerca da esperança futura, o Espírito Santo convidou-me a ler, meditativamente, 1 Coríntios 15.19. Neste verso, Paulo fala sobre duas situações: a esperança do crente apenas nesta vida e a condição daqueles que assim o fazem.

Em 1 Coríntios 15, o apóstolo discorre sobre a ressurreição dos mortos: "Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem [morreram]" (v.20, grifo nosso). O motivo pelo qual levou Paulo a falar a respeito desse tema foi a falta de discernimento espiritual de muitos irmãos de Corinto: "... como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?" (v.12). Esses crentes estavam sem a visão gloriosa do Céu!

Assim como os irmãos coríntios, muitos de entre nós acabam agindo semelhantemente. Há pessoas que se baqueteiam tanto com as coisas daqui, que já não sentem mais desejo de estar com Cristo no Céu; outras se desesperam com os sofrimentos que enfrentam, desprezando o que diz Pedro: "Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas" (1 Pe 2.21). É mister que isso aconteça (2 Tm 3.12)!

Além do que podemos experimentar na Terra, devemos crer na existência da Grande Cidade (Ap 21.10), como disse Jesus: "Na casa de meu Pai há muitas moradas" (Jo 14.2). "Os miseráveis" (1 Co 15.19) não podem entrar lá, pois, as lindas moradias são apenas para aqueles que, ao serem ressuscitados espiritualmente por Jesus, buscam "as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus" (Cl 3.1).

Que Deus ajude-nos a chegar na Canaã Celeste!

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Vote na enquete!

Há poucos dias, editamos a seguinte enquete: O que é mais importante para você. Com isso, esperamos que os diletos visitantes votem com sinceridade, escolhendo a melhor e mais coerente das alternativas. 

Ao fim do tempo disponível para a votação, prometemos argumentar sobre as três opções disponíveis.

A paz do Senhor a todos!

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Uma singela análise da pregação dos irmãos da Igreja Primitiva


Diz-nos a Bíblia que, depois da morte do diácono Estêvão (At 7), houve uma grande perseguição contra a Igreja, que estava em Jerusalém, de modo que todos os irmãos foram dispersos "pelas terras da Judeia e da Samaria, exceto os apóstolos" (At 8.1).

No meio da perseguição,"Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão. Mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra" (At 8.3, 4). É importante atentarmos para o conteúdo da pregação dos irmãos: "... a palavra". Eles não ficavam falando picuinhas para os ouvintes, como hoje se vê com bastante facilidade em alguns lugares. Hoje, muitos falam demais, porém não transmitem quase nada (ou nada) a Igreja.

Continuando, as Escrituras dizem: "E, descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo" (v.5). Cristo, na pregação desse diácono, era glorificado! Filipe falava só de Jesus - isto indica um coração profundamente arraigado no "nome que é sobre todo o nome" (Fl 2.9; At 4.12). Jesus era grandemente exaltado por meio desse eficaz pregador: "E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia" (v.6). E como resultado de sua prédica cristocêntrica, muitos "ouviam e viam os sinais que ele fazia" (v.6, 7).

Outro fator incontestável como resultado da genuína pregação foi a alegria produzida no coração dos samaritanos: "E havia grande alegria naquela cidade" (v.8). Este gozo era sinal de que a Palavra estava encontrando lugar certo na vida do povo: "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes" (Hb 4.12).

Portanto, não nos conformemos com pregações mornas, secas e repletas de autoajuda. Esses pseudos sermões não encontram guarida nos corações dos verdadeiros servos de Deus. Lembremo-nos de nossos amados irmãos bereanos, que "examinavam cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim" (At 17.11).

No Senhor,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Tomemos muito cuidado com o "eu" do Diabo!

Lendo um pouco Isaías 14.13,14, encontramos a resposta para a excomunhão de Satanás do Céu. No texto analisado, o que mais me chama a atenção é a preocupação do Inimigo em querer "ser" Deus. Será que esse diabólico desejo não tem encontrado morada em muitos corações?

Observemos as nefastas e egoísticas declarações do príncipe deste mundo: "Eu subirei... exaltarei o meu trono... [eu] me assentarei... Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo" (v.13, 14). Que petulância! Apesar de saber que Deus o criou, procurou, insolentemente, equiparar-se com o Criador.

Depois de, frustrantemente, tentar ser como Deus, a "estrela da manhã, filha da alva", teve a sua devida retribuição (Is 14.12, 14, 15; Lc 10.18). Não só ele recebeu a paga pelas suas atitudes, mas também aqueles que, à sua semelhança, rebelaram-se contra o Todo-Poderoso (Ap 12.7).

Quais lições podemos aprender acerca deste post? As de que não devemos procurar roubar a glória de Deus (Fl 2.6), e que há uma recompensa para aqueles que assim o fazem (Is 14.15). Portanto, cientes de que não passamos de seres criados por Deus (Gn 2.7; Ef 2.10), resta-nos apenas aceitar de bom grado: "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!" (Rm 11.36; cf. Ap 4.11). 

Toda honra, toda glória e todo louvor sempiterno sejam para o Senhor Jesus Cristo!

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Apenas com a ajuda de Deus podemos vencer às tentações


Vencer às tentações é muito difícil, mas não é impossível: Deus é fiel para prover ajuda na hora certa, ou seja, Ele sempre mostrará uma porta de escape para os seus amados (1 Co 10.13). No Salmo 124.7, está escrito: "A nossa alma escapou, como um pássaro do laço do passarinheiro; o laço quebrou-se, e nós escapamos".

Outro modo de nos livrarmos das ciladas tentadoras é imitando Jesus (Ef 5.1), pois, este, sendo tentado, venceu o Diabo (Mt 4.1-11). Que grande exemplo para nós outros, não acha?

Na cruz do Calvário, o Senhor efetuou o Milagre da Expiação, isto é, "Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus" (1 Pe 3.18). Por inferência, podemos imaginar, ainda que limitadamente, quão complicado foi para Ele resitir às tentações, sobretudo no que diz respeito às afrontas, ao vitupério, ao desprezo etc. Todavia, recebeu um lugar de honra ao lado do Pai (At 7.55, 56), como também exaltação soberana (Fl 2.9-11).

Como Jesus resistiu e venceu às tentações que lhe sobrevieram, nós também poderemos seguir os seus santos passos (Jo 13.17). Além disso, podemos ser ricamente retribuídos: "Bem aventurado o varão [ou varoa] que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam" (Tg 1.12).

Em presença de Deus,

João Paulo M. de Souza