sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Deus perdoa os pecados de quem se arrepende, confessa-os e abandona-os


Ao folhear as Santas Escrituras, fico maravilhado em saber que existe um Deus misericordioso e clemente em extremo (Ex 34.6; Ne 9.31), que mesmo sendo o que é (Ex 3.14; Gn 17.1) e habitar em um alto e sublime trono (Is 6.1), ainda se lembra do homem (Sl 8.4). O Senhor é tão maravilhoso que absolve o mais vil pecador, desde que este reconheça e aceite as virtudes provenientes da cruz de Cristo: “Portanto, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8.1; cf. 1 Co 1.18).

 Àqueles que pecaram - independentemente qual seja o erro - e estão pensando que não tem mais jeito para eles, Deus convida-os energicamente: “Vinde, então, e argui-me, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornaram brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã” (Is 1.18). Em Miqueias 7.19, está escrito: “Tornará a apiedar-se de nós, subjugará as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar”. Efetivamente, o Senhor esquece-se dos nossos pecados, quando mudamos de vida (Mq 7.18).

É óbvio que o Senhor fica triste com quem vive pecando (Ef 4.30), porém, Ele ficará mais ainda com aqueles que não quiserem mudar de vida (1 Tm 2.3, 4). Eis uma valiosa declaração bíblica: “O que encobre [tenta enconder] as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13, grifo nosso). Atentemos também para o verso de número 14 deste mesmo capítulo de Provérbios: “Bem-aventurado o homem que continuamente teme; mas o que endurece o seu coração virá a cair no mal”.

Nunca nos esqueçamos: "Se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns como os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, purifica-nos de todo pecado" (1 Jo 1.7)

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

sábado, 24 de setembro de 2011

Bem-aventurado o varão que tem o seu prazer na Lei do SENHOR


Muitos querem ter a verdadeira felicidade. Mas será que a possuem realmente? Uma boa parte da sociedade pensa que a genuína alegria está confinada a um copo de cerveja, ou a uma baforada de cigarro ou afins, ou numa balada, ou até mesmo a uma vida promíscua e imunda. A bem da verdade, a concupiscência engana-os, "porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz" (Rm 8.6). "Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Sl 1.1).

Para obtermos a verdadeira felicidade, devemos atentar para o que a Bíblia diz, no Salmo 1:

1. "Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios" (v.1);

2. "Bem-aventurado o varão... que não se detém no caminho dos pecadores" (v.1);

3. "Bem-aventurado o varão... que não se assenta na roda dos escarnecedores" (v.1);

4. "Bem-aventurado o varão... que tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite" (v.2);

Em Deus,

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Uma reflexão acerca do Salmo 119.71


Ninguém se agrada quando recebe uma reprimenda. “Na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela” (Hb 12.11). Foi o que aconteceu com o salmista, que, primeiro, teve de ser corrigido pelo Senhor, para, depois entender as benesses adquiridas através da repreensão: “Foi-me bom ter sido afligido” (Sl 119.71). Ele tornou-se uma ovelha do Senhor (Sl 23). 

 Apesar de permitir provações sobre a vida do crente, Deus jamais se esquece da estrutura humana, pois a conhece perfeitamente (Sl 103.14). O real objetivo do Senhor em permitir sobrevir adversidades é trabalhar o caráter das pessoas e levá-las a partilhar de uma intensa intimidade com Ele, que tem completa capacidade de pôr termo aos dilemas da vida: “O SENHOR é bom, uma fortaleza no dia da angústia” (Na 1.7).

Em Deus,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Olhai para as aves do céu e olhai para os lírios do campo

Deus se preocupa com as aves, alimentando-as diariamente. Elas, segundo Jesus, “não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros”. O pardal é uma ave que quase ninguém dá valor, mas Deus não se esquece dele, ainda que seja uma ave desprestigiada pelo ser humano, ou seja, sem préstimo comercial, o nosso Pai os alimenta (Mt 6.26). Se Deus tem solicitudes por seres irracionais e tão pequenos, imaginai por nós, seres criados à Sua imagem e semelhança? (Gn 1.26, 27).

De modo semelhante ao das aves, os lírios do campo também são bem cuidados por Deus. Jesus disse o seguinte sobre eles: “... eles crescem; não trabalham, nem fiam [costuram]. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles” (Mt 6.28, 29, grifo nosso). Os lírios do campo são elogiados por Cristo, por causa da sua gritante beleza. Todavia são transitórios e lançados ao fogo (v.30), isto é, servem de combustível para o forno.

As aves e os lírios são símbolos do cuidado de Deus e servem de exemplo para nós outros. As primeiras não semeiam, nem colhem, nem ajuntam alimento algum em um armazém; os segundos são muito lindos, porém são efêmeros. Apesar das limitações deles, o Provedor os auxilia em tudo de que precisam. Será que Deus não pode providenciar o que estás necessitando agora? Claro que sim! “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele espera” (Is 64.4).

No Senhor,

João Paulo M. de Souza

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uma palavra do saudoso pastor David Wilkerson aos admiradores de Benny Hinn

Hodiernamente, acompanhamos o cumprimento da profecia e alerta do apóstolo Paulo: "Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência" (1 Tm 4.1, 2). Assim como o doutor dos gentios, o saudoso paladino da Palavra de Deus, David Wilkerson, desperta a Igreja contra o erro teológico disseminado nos púpitos e palcos do mundo.

No vídeo abaixo, o saudoso pastor David Wilkerson discorre sobre as aberrações teológicas proferidas por Benny Hinn. 



Lembremo-nos de que Paulo falou sobre apóstatas (1 Tm 4.1). Estes, nos útimos tempos, se levantariam, seriam influenciados por espíritos satânicos e, por sua vez, ensinariam doutrinas demoníacas. Meus amados, tomemos muito cuidado! Dia desses, tivemos o dessabor de ver em um canal de televisão um pregador famoso, que faz cruzadas pomposas por nosso país, defendendo Benny Hinn, dizendo que não põe a mão - no sentido de combater as heresias -, no aludido "profeta". Que lastima! Ainda por cima vive pedindo "$emente$", "medida$ extra$", e outras coisas mais ao ao povo de Deus.

Não podemos deixar de desbaratar os erros teológicos tidos como verdades cristãs!

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Não sabemos o que irá acontecer amanhã...


“Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia” (Pv 27.1)

Os homens que se ocupam de querer manipular o futuro se deixam entender que nunca deram ouvidos a verdade de que apenas Deus tem o controle sobre o amanhã. Dizem eles: “Tal dia estarei em tal lugar... fazendo tal coisa... com tais pessoas... ganharei tanto etc. Pobres e miseráveis criaturas!

Em Lucas 12, um homem rico, mas insensato, fala acerca dos dias vindouros: “Alma, tens em depósito muitos bens, para muitos anos; descansa, come, bebe e folga” (v.19). O que ele não sabia era de que Deus sussurraria aos seus ouvidos a seguinte mensagem: “Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será?” (v.20). Aquele pobre homem não sabia que somente o Eterno tem poder de saber sobre o dia de amanhã (Mt 6.34; Tg 4.13-16), nem tampouco deixava seu destino nas mãos de Deus.

Na verdade, “não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece” (Tg 4.14). Devemos pedir a Deus que nos ensine a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio (Sl 90.12).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Uma breve palavra aos "ateus" de plantão


"Uma pequena prova pode demonstrar que há Deus, porquanto nenhuma prova, por maior que seja, pode atestar a não-existência de dEle. As pegadas de uma ave sobre uma rocha junto ao mar provariam que, em algum momento, um pássaro visitou  as terras adjacentes ao Atlântico. Mas antes que alguém diga que nunca pássaro algum esteve lá, seria necessário conhecer a história inteira dessa costa, desde o começo da vida no globo terrestre. Apenas um pouco de evidência pode demonstrar que Deus existe. Antes que alguém diga que não há Deus, deve analisar todos os elementos do universo; deve investigar todas as forças mecânicas, elétricas, vitais, mentais e espirituais - deve ter conhecimento de todos os seres e compreendê-los completamente; deve estar em todos os pontos do espaço a um só tempo, para que, possivelmente, Deus não esteja em alguma outra parte e assim escape à sua atenção. Essa pessoa deve ser onipotente, onipresente, eterna; de fato, essa mesma pessoa deve ser Deus antes que afirme dogmaticamente que não há Deus."

D. S. Clarke

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Deus é o Criador do Universo


"Vivemos num universo cuja imensidão pressupõe um Criador poderoso, universo cuja beleza, desenho e ordem apontam para um sábio legislador. Mas quem fez o Criador? Podemos recuar no tempo, indo da causa para o efeito, mas não podemos continuar nesse processo de recuo sem reconhecer um ser "que existe sempre". Esse Ser Que Existe Sempre é Deus, o Eterno, a causa e a origem de todas as coisas boas que existem".                                                 

Saudoso Teólogo Myer Pearlman

sábado, 10 de setembro de 2011

Reflexão sobre Filipenses 4.6


O apóstolo dos gentios, como todo cristão aplicado em ler as Escrituras deve saber, foi um excelente intrumento nas mãos de Deus (At 19.11; 20.27). Ele não só pregava (At 9.20) e curava (At 14.8-10) pelo poder de Deus, mas também ensinava com maestria (1 Co 11.23). No entanto, apesar de falar um pouco acerca do valor e qualidades de Paulo, gostaria de me ater em sua exortação aos filipenses: "Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças" (4.6).

"Não estejais inquietos por coisa alguma". No mundo em que vivemos, torna-se quase impossível permanecermos estáveis emocionalmente, posto que a todo instante somos provados pelas fontes de sobrecarga física ou mental que nos rodeiam, estajam elas no ambiente no qual nos encontramos, nas pessoas, nos eventos, ou até mesmo em nós mesmos. Contudo, se atentarmos para o que a Bíblia diz, encontraremos saída e conforto oportunos: "Lembrei-me dos teus juízos antiquíssimos, ó SENHOR, e, assim, me consolei" (Sl 119.52).

"As vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas". Agora, Paulo fala de petições, que nada mais é do que um "pedido intenso", uma "solicitação" ou uma "requisição". Sabemos que a oração é uma arma espiritual pela qual nos comunicamos com o Senhor, e, mediante a Sua vontade, podemos alcançar o que lhe pedimos (1 Jo 5.14, 15). Um bom exemplo disso foi Ana, que pediu insistentemente a Deus um filho: "Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR e chorou abundantemente. Então, respondeu Eli e disse: Vai me paz, e o Deus de Israel te conceda a tua petição que lhe pediste" (1 Sm 1.10, 17). A súplica é o ato humilde de fazer intensos rogos pedindo favor.

"Com ação de graças". A gratidão, segundo o dicionário da língua portuguesa Houaiss, "é a qualidade de quem é grato"; "reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento". Nada melhor do que sermos gratos a Deus pelas benesses concedidas à Sua Igreja, da qual somos membros. Que tal, neste momento, fazermos uma reflexão sobre tudo quanto o Eterno nos tem outorgado? Imitemos o Filho de Deus: "Pai, graças te dou" (Jo 11.41).

Na presença dAquele que merece toda honra, glória e louvor sempiterno,

João Paulo M. de Souza

domingo, 4 de setembro de 2011

Hipocrisia cristã


Quem nunca percebeu a falsidade de algumas pessoas ditas como confiáveis pela sociedade e até mesmo pela igreja? O publicano de Lucas 18.9-14 quem o diga. A aparência, as palavras e até as ações do fariseu testemunhavam uma coisa, mas o seu íntimo refletia outra totalmente diferente: "Digo-vos que este [publicano] desceu justificado para sua casa, e não aquele [fariseu]; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado" (v.14). Jesus Cristo disse que "do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias" (Mt 15.19).

Concernente à atmosfera cristã, o que queremos transmitir através desta postagem é a verdade de que existem crentes-coringas no seio do povo de Deus, ou seja, pintam um quadro falso de si mesmos diante dos seus pares. Seus principais mentores são os ditos ensinadores e responsáveis, que, convenhamos, acabam caindo na transgressão dos "homens de Deus" de Mateus 23: "Atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os pôem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los" (v.4). Coitados daqueles que suportam tais fardos! Paulo fala um pouco sobre aqueles: "Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: não toques, não proves, não manuseies? (Cl 2.20, 21).

Existe um ditado popular que diz: "Pau que dá em Chico, dá em Francisco". Ou seja, o que acontece a um, deve acontecer também ao outro. Entretanto, tenho visto de maneira corriqueira o contrário. Na maioria das vezes o Chico é repreendido, mas o Francisco é afagado! Trocando em miúdos: Por que não deixar a hipocrisia do lado e não obedecer ao que a Bíblia manda! 

Diante do exposto, o meu Senhor quer se pronunciar: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade" (Mt 23.27, 28).

Que Deus ajude-nos a não sermos coniventes com a hipocrisia!

João Paulo M. de Souza