segunda-feira, 28 de março de 2011

Traços essenciais de um verdadeiro culto a Deus

Hodiernamente, é lamentável observar a desenvoltura de alguns "cultos" prestados a Deus. O cerne dessas reuniões é recheado de interposições humanas, meros modismos litúrgicos. Outra realidade, é o fato de alguns fundadores de igreja, muitas vezes preconizarem que foram guiados pelo Alto para fazê-lo, quando, no entanto, sua decisão foi fruto de divisão animalesca. Porém, gostaria de apenas, em sucintas palavras, "mostrar" simplesmente o que Paulo ensinou respeitante ao perfil do culto cristão: " Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação" (1 Co 14.26).

Diante da verdade do verso supracitado, não podemos revidar. Fica claro o que deve ser feito (principais itens de um culto) durante uma reunião de adoração: salmo, doutrina, revelação, língua, interpretação, reverência e edificação. A base para uma liturgia profícua está nos cânticos sálmicos, na ministração pura da Palavra, nas manifestações dos dons espirituais (pelo Espírito Santo) e, por último, na edificação dos irmãos e de pessoas ainda não conversas, que, por perceberem a necessidade de terem comunhão com Deus, comparecem aos cultos.

Para maior entendimento acerca dos dons, do amor e de como utilizar esses dons amorosamente, lede  os capítulos 12, 13 e 14 da primeira carta de Paulo aos coríntios.
Em Jesus, 

JPMS

terça-feira, 22 de março de 2011

Os fariseus estão à solta!

"Então falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los; e fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, e amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas, e as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens: Rabi, Rabi. Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos" (Mt 23.1-8).

Em Cristo,
JPMS

segunda-feira, 14 de março de 2011

Jesus é o Verbo de Deus



Jo 1.1-14

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam" (v.1-5).

"Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele. Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz. Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (v.6-13

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (v.14).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Imitai ao Pai Celestial

Quando Deus criou o homem, criou-o à sua semelhança: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança” (Gn 1.26), quer dizer, tendo similitude geral com Deus, porém sem ser uma cópia exata do seu Ser. Ser semelhante significa “ser parecido”. O homem não é um pequeno Deus, mas alguém que, no momento em que foi criado, refletia a imagem de Deus. Contudo, o Diabo embargou o relacionamento do homem com o seu Criador, proporcionando assim, a necessidade de uma provisão divina, uma reconciliação entre Deus e o homem.

Nas Escrituras Sagradas, podemos encontrar o padrão de Deus para o homem (Gn 1.26). E, como já sabemos, esse perfil foi manchado pela desobediência (Gn 3). Sendo assim, Deus, por meio de sua infinita misericórdia (Lm 3.22), providenciou uma saída para a raça humana, o Senhor Jesus Cristo (Gn 3.15; Jo 3.16), “o último Adão, em espírito vivificante” (1 Co 15.45).

O legado do apóstolo Paulo para a igreja de Éfeso foi: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef 5.1). O termo “imitador” denota “aquele que toma algúem por modelo”. No caso supracitado, os irmãos efesios teriam de tomar a Deus por modelo de tudo. Observemos o verso dois: “E andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”. A expressão “como também” fala de exemplo.

Cristãos que somos, se é que o Espírito do Senhor habita realmente em nós outros, resta-nos procurar, com efeito, sermos semelhantes ao Pai celestial: “Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo” (Lv 19.2). “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.48).

Em Deus,

João Paulo M. de Souza


terça-feira, 1 de março de 2011

Resposta da enquete: Os anjos possuem alma?



Na Bíblia, os anjos são apresentados como seres angelicais. Sendo seres celestes, eles não necessitam da matéria para viver, isto é, do corpo físico. Ainda que, em algumas passagens bíblicas, os mesmos apareçam em forma humana (Gn 19.1-3), essas aparições não são regra geral, porque, geralmente, os anjos manifestam-se através de visões e de sonhos (At 10.3; Dn 4.13; Mt 1.20, 24).
Mas a pergunta da enquete é: “Os anjos possuem alma?”. A resposta é não! Eles possuem apenas espírito. “Não são, porventura, todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação” (Hb 1.14, grifo nosso). Portanto, não se engane!
Aproveitando a oportunidade, a adoração de anjos é condenada na Bíblia. Observe o que aconteceu com João, o apóstolo: “E eu lancei-me a seus pés [do anjo] para o adorar, mas ele disse-me: Olha, não faças tal; sou teu conservo e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecial” (Ap 19.10). Se algum incauto ou apóstata quiser persuadi-lo (a) a adorar anjos, não caia nessa falácia. “Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com prestexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão” (Cl 2.18).
No Senhor Jesus,
João Paulo M. de Souza