segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Uma vez salvo, salvo para sempre?

A Bíblia não possui contradições, pois, de fato, é a Palavra inspirada de Deus, como também “é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra” (2 Tm 3.16, 17). No entanto, acaba sofrendo nas mãos de pessoas que acham “normal” interpretá-lA a seu bel-prazer. Na segunda epístola de Pedro, está escrito: “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (1.20, 21, grifo nosso).

Como já foi dito, o Livro de Deus vem sofrendo com as más interpretações dos “carimbados” expositores e seus seguidores. Porém, a pergunta em foco é: O salvo em Cristo pode perder a salvação? Bem, para os teólogos predestinalistas, sim. Para estes, Deus elegeu uns para a ruína eterna e outros para a salvação.

Quem não se lembra de Judas Iscariotes, um dos doze apóstolos escolhidos pelo Senhor Jesus (Mt 10.1-4)?  Ele mesmo foi comissionado pelo Mestre e recebeu poder para proclamar o Evangelho em vários lugares. A missão deles era pregar o Reino de Deus, curar os enfermos, limpar os leprosos, ressuscitar os mortos e expulsar os demônios etc. (Mt 10.5-9).  Será que o traidor não partilhou desses milagres? Acreditamos que Jesus não iria selecionar ímpios para fazer a sua obra, apesar da ação iníqua de um deles (Mt 10.1-4; Jo 6.70).

“Havia a profecia acerca de um “traidor”, e não de Judas (Sl 41.9; Jo 13.18; 17.12). Deus, na sua presciência, sabia que ele se desviaria. No entanto, presciência divina é uma coisa, e predestinação é outra. O Senhor sabe o fim antes do começo, mas não se vale disso ao chamar pessoas a salvação e ao ministério, haja vista respeitar o livre-arbítrio. Prova disso é a própria chamada de Judas. Temos visto acontecer em nossos dias com grandes pregadores, verdadeiramente chamados pelo Senhor, os quais apostataram da fé, tornando-se enganadores (1 Tm 4.1; 2 Pe 2)” (Mais Erros que os Pregadores devem evitar, CPAD, p.178).

Para que não haja mais nenhum fio de dúvida acerca do desvio (perda da salvação) de Judas, observe o que disseram os apóstolos, em oração: “Tu, Senhor, conhecedor do coração de todos, mostra qual destes dois tens escolhido, para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar” (At 1.24, 25). Se Iscariotes desviou-se, não resta a menor dúvida quanto a sua pregressa autenticidade espiritual.

Outro fato importante sobre a salvação é a realidade da santificação. Esta, quando observada pelo cristão genuíno, leva-o a ver a Deus (Hb 12.14). Em meio a essas verdades, alguém pode perguntar: “Por que se santificar, se temos cadeiras cativas no céu nos esperando”.  Paulo responde a esta interpelação: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia” (1 Co 10.12). Para melhor esclarecimento do leitor, favor ler 1 Coríntios 10.1-13 e Apocalipse 2.4, 5.

Não brinquemos de ser crentes! A salvação é coisa séria e, ao mesmo tempo, algo que deve ser preservado por meio de uma vida de obediência ao Senhor: “... operai a vossa salvação com temor e tremor” (Fl 2.12).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Onisciência de Deus

O conhecimento de Deus é perfeito, ou seja, é pleno. Ele não necessita racionar ou fazer exaustivas pesquisas sobre qualquer assunto, para obter sapiência completa acerca deste. Ele não precisa entrar numa escola para aprender o bê-á-bá das coisas, pois Ele mesmo detém toda Sabedoria. O seu conhecimento do passado, do presente e do futuro é instantâneo!

Deus predisse acerca da benção dos descendentes de Abraão. “Visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra... Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti. Para que a benção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito” (Gn 18.18; Gl 3.8, 14).

Deus “esquadrinha... todos os corações e entende todas as imaginações dos pensamentos” (1 Cr 28.9). Antes que o homem pronuncie uma palavra, Ele já a conhece: “Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó SENHOR, tudo conheces“ (Sl 139.4). Será que “Aquele que fez o ouvido, não ouvirá? E o que formou o olho, não verá?” (Sl 94.9).

Para Deus, noite e dia, trevas e luz são a mesma coisa: “Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa” (Sl 139.12).
Ele chama as estrelas pelos seus próprios nomes! “Conta o número das estrelas, chamando-as a todas pelos seus nomes. Grande é o nosso SENHOR e de grande poder; o seu entendimento é infinito” (Sl 147.4, 5).

Deus conhece as nossas fraquezas e necessidades. “O vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes” (Mt 6.8). Esta realidade é muito reconfortante e animadora!
Além dos versos citados, poderíamos mostrar outros. A Bíblia está repleta de testemunhos acerca da Onisciência de Deus (Pv 15.3; Is 29.15, 16; 40.28; Jr 1.4, 5; Lc 16.15).

Em Jesus,

JPMS

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A oferta sacrificial


Certo dia, “estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos depositavam muito. Vindo, porém, uma pobre viúva, depositou duas pequenas moedas, que valiam cinco réis. E chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva depositou mais do que todos os que depositaram na arca do tesouro; porque ali todos depositaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, depositou tudo o que tinha, todo o seu sustento” (Mc 12.41-44).
A arca do tesouro era possivelmente uma sala em um dos alpendres do Pátio das Mulheres, no Templo. Nela, havia cerca de treze receptáculos para receber os diversos tipos de ofertas. Provavelmente, os ofertantes deveriam, no ato da oferta, declarar o valor da mesma, e o seu intento. Consequentemente, o Senhor Jesus assentando-se em frente da arca do tesouro, estava vendo e ouvindo o que a multidão estava oferecendo a Deus.
Enquanto Jesus, atentamente, observava as oferendas dos ricos, e os discípulos admiravam-se com os altos valores lançados no gazofilácio, veio uma pobre viúva e depositou duas pequenas moedas (possivelmente meio centavo). Estas moedas de cobre eram as menores moedas em circulação, representando o menor valor legal que poderia ser oferecido no Templo.
Após a oferta da viúva, Jesus faz uma espantosa consideração: “Esta pobre viúva depositou mais do que todos os que depositaram na arca do tesouro” (v.43). Na verdade, os ricos colocavam os seus restos (sobejos) financeiros, mas aquela humilde mulher colocou sacrificialmente, “da sua pobreza...” de “todo o seu sustento” (v.44).
O que podemos depreender de tudo isso? É que Deus não é o homem, que tende a valorizar o exterior das coisas. “(...) O SENHOR não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração” (1 Sm 16.7). Se Deus sabe tudo sobre o nosso coração (pensamento), não nos enganemos, a ponto de pensarmos que podemos ludibriá-lO (Sl 139.4, 11, 12).
Em Jesus Cristo,
João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A unanimidade entre os irmãos da Igreja Primitiva

Segundo o dicionário da língua portuguesa Houaiss, o termo unanimidade significa “conformidade nas avaliações, julgamentos, opinião, votos etc.”. Já o vocábulo unânime denota “acordo ou concordância geral”. Esta expressão enfatiza a mais pura realidade que permeava o âmago dos primórdios da Igreja de Jerusalém.

Hodiernamente, quando olhamos o retrato da comunhão na vida de muitas pessoas, que se autodenominam “cristãs”, ficamos meio confusos com o paradoxo – pregam comunhão, mas não vivem em comunhão.  Este triste fato faz-me lembrar as palavras do Senhor Jesus: “Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus. Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam” (Mt 23.2, 3). Cristo quis enfatizar a falta de coerência e unanimidade nos líderes da época. Será que não estamos vivendo isso hoje?

No livro de Atos dos Apóstolos, podemos encontrar diversos textos que sublimam a união entre os irmãos (At 1.14; 4.24, 32). Nesse ínterim, “os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus Cristo, e em todos eles havia abundante graça. E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão” (At 4.33; 5.12).

Deus quer operar muito mais no meio do seu povo, mas, por causa de alguns caprichos humanos (e, muitas vezes, inflamados pelo inferno), Ele, corretamente, tem se privado de efetuar milagres em alguns lugares – as pendências têm, miseravelmente, continuado. Observemos o que disse Paulo: “Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos” (1 Co 14.33).

Que Deus não permita que o espírito do Diabo encontre brecha em nossos corações!

João Paulo M. de Souza

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cristo deixou-nos o exemplo


A paz é algo salutar e essencial à vida em Cristo. Este, segundo a Bíblia, é o Príncipe da Paz (Is 9.6). Ele mesmo deu o sumo exemplo (Jo 13.15), para que caminhemos por onde Ele andou (1 Jo 2.6). E Suas pisadas são pacíficas e doces, cheias de graça e de verdade (Jo 1.14).
O Senhor Jesus Cristo não nos ensina a sermos briguentos, invejosos, iracundos, porfiadores, detratores (desvalorizadores do mérito alheio), mexeriqueiros, orgulhosos, tumultuosos (2 Co 12.20; Gl 5.19-21); pelo contrário, ensina-nos a sermos mansos, humildes, pacientes, unidos, alegres, gratos, afetuosos, amigos, santos, amorosos etc. (Mt 11.29; 1 Co 11.33; Jo 17.21; 15.11; 13.35; 1 Ts 5.16-18; Hb 12.14; 2 Pe 1.5-8). Portanto, quanto depender de nós, busquemos as preciosas virtudes comunicáveis de Deus! (Jr 29.13; 33.3)
Sigamos as pisadas de Cristo.
João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Oh! quão bom e quão suave é a união!

 Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.

Salmo 133

Rei Davi

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A fofoca e alguns de seus resultados

Não é de hoje que o mexerico faz sucesso entre os “servos da carne”. Essa prática miserável já existia desde tempos remotos: "As palavras do linguareiro são como doces bocados” (Pv 18.8). A curiosidade detetivesca pela vida alheia fascina muitas pessoas, e pior, algumas sabem que é pecado fofocar, mas, mesmo assim, continuam fazendo. Elas estão envenenadas por Satanás, ou seja, estão caminhando para a perdição!
A fofoca entristece o Espírito Santo de Deus. Deus não fica satisfeito em ver alguém, que se diz cristão, promover intrigas entre irmãos (Ef 4.30).

A intriga é produto de quem é do Maligno: “Todos os que me aborrecem murmuram contra mim; contra mim imaginam o mal” (Sl 41.7).

A fofoca é sinal de perversidade: “O perverso levanta a contenda [fofoca]” (Pv 16.28).

O intriguista quebra laços de amizade: “O difamador separa os maiores amigos” (Pv 16.28).

O fofoqueiro está em pecado diante de Deus: “Porque receio que, quando chegar, vos não ache como eu quereria, e eu não sej a achado de vós como não quereríeis, e que de alguma maneira haja pendências, invejas, iras, porfias, detrações, mexericos, orgulhos, tumultos” (2 Co 12.20).

O mexeriqueiro, caso não se arrependa, irá para o inferno! “Ficarão de fora os cães, e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis... e aos fornicadores... e todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte ” (Ap 22.15; 21.8).

Qualquer tipo de conversa que rebaixa o semelhante deve ser extirpada do meio do povo de Deus. Caso haja menção de delitos ou agravos do próximo, deve-se ser feito apenas com o fito sincero de ajudá-lo, bem como proteger outras pessoas; caso contrário, Deus pedirá conta de tudo (Rm 14.12). Ele não tem o culpado por inocente! (Na 1.3)

O Espírito Santo, pelo apóstolo Paulo, dá-nos a receita: “Sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns ao outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4.31). “Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda” (Pv 26.20).

Meditemos, com seriedade, no que foi falado. Deus nos oriente em tudo (2 Tm 2.7).

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estêvão: um exemplo de cristão



O livro de Atos dos Apóstolos fala de muitos personagens dignos do reconhecimento da Igreja Primitiva, dentre os quais podemos destacar o diácono Estevão (At 6-7). Este homem foi um exemplo vivaz de quem se doou para o serviço de Cristo. Enquanto palmilhou por aqui, o seu amor para como o Mestre foi indubitável! Vejamos uma descrição acerca desse homem de Deus.

O perfil de Estevão:

1.  Boa reputação (6.3);
2.  Cheio do Espírito Santo (6.3; 7.55);
3.  Cheio de sabedoria (6.3, 10);
4.  Cheio de fé (6.8);
5.  Cheio de poder (6.8);
6.  Fazia prodígios e grandes sinais (6.8);
7.  Ousado no Espírito (6.10);
8.  Cheio de amor - não guardava ódio (6.15);
9.  Conhecedor das Escrituras Sagradas (7.2-50);
10.  Cheio de autoridade celeste (7.51);
11. Viu a glória de Deus e Jesus (7.56);
12.  Era honrado por Jesus Cristo - Este ficou de pé! (7.56);
13. Sabia que o Senhor Jesus jamais o desampararia (7.59);
14.  Possuía um coração perdoador (7.60);
15.  Foi o primeiro mártir da Igreja de Jerusalém (7.60).

Diante de tantos exemplos e qualidades de um servo de Deus, resta-nos observá-los e, quando possível, praticá-los. Deus requer de nós abnegação (Lc 9.23, 62). As atitudes de Estêvão apenas refletiram os atos do Senhor Jesus Cristo, o maior exemplo (Lc 23.34, 46; Jo 13.15).

João Paulo M. de Souza

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A Palavra de Deus purifica o caminho

"Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra" (Sl 119.9)

Uma pergunta bastante expressiva soa no verso destacado: “Como purificará o jovem o seu caminho?”. Esta interpelação emerge do pensamento do poeta, mas ele trata logo de dissolvê-la: “Observando-o conforme a tua palavra”. Ele dá uma resposta esplendorosa! Este esclarecimento demonstra o poder santificador da Palavra (Jo 17.17). A Bíblia diz que “toda palavra de Deus é pura... é como prata refinada em forno de barro e purificada sete vezes” (Pv 30.5; Sl 12.6). Ela limpa e purifica como a água o faz (Ef 5.27).

Em Cristo,

JPMS

Cuidado com a língua!


A língua é um órgão muscular alongado, que se movimenta, situado na cavidade bucal. Suas funções são variadas: degustação, deglutição e articulação dos sons da fala. Esta última função é a que nós gostaríamos de enfatizar aqui, tendo como base a Palavra de Deus , ou seja, alguns exemplos que Ela mostra aos seus consulentes - os contras oriundos do mau uso desse instrumento da voz.
Algumas consequências do mau uso da língua:
·         Angustia na alma (Pv 21.23)
·         Transgressão (Pv 10.19)
·         Laço (Pv 12.13)
·         Perturbação (Pv 13.3)
·         Morte (Pv 18.21)
·         Engano do próprio coração (Tg 1.26)
·         Tropeço (Tg 3.2)
·         Desobediência (Tg 3.3)
·         Desorientação (Tg 3.4)
·         Orgulho (Tg 3.5)
·         Iniquidade (Tg 3.6)
·         Contaminação de todo o corpo (Tg 3.6)
·         Inflamação do inferno (Tg 3.6)
·         Envenenamento (peçonha mortal) espiritual (Tg 3.8)
·         Maldição (Tg 3.9, 10)
 Devemos ter muito cuidado ao utilizarmos a língua, para que o nome de Cristo não seja envergonhado: “Porventura, deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Assim, tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce” (Tg 3.11, 12). “Não entristeçamos o Espírito Santo de Deus, no qual estamos selados para o Dia da redenção” (Ef 4.30); pelo contrário, “a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um" (Cl 4.6).
Que Deus nos ajude e oriente.
João Paulo M. de Souza