sábado, 26 de novembro de 2011

Um grande milagre após a morte!


Maravilho-me com a Bíbia cada vez que a leio. Suas Escrituras são inspirativas e dignas de fé (2 Tm 3.16). Não é à toa que nElas esteja escrito: “O justo viverá da fé” (Hb 10.38). Por isso, diante dessas verdades, escolhemos, como fonte de comentário, um texto bíblico, que fala acerca da ressurreição de um homem, bem como de “quem” o reviveu (2 Rs 13.20, 21).

Examinando as Escrituras Sagradas, deparei-me com o texto da morte de Eliseu e de como ele ressuscitou um homem. O detalhe é que, mesmo após a morte, pelo poder de Deus, o profeta operou mais um grande milagre! O mais curioso de tudo foi a forma como aconteceu o portento: “Depois, morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas invadiam a terra [de Israel], à entrada do ano. E sucedeu que, enterrando eles [os israelitas] um homem, eis que viram um bando e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem e tocando os ossos de Eliseu, reviveu e se levantou sobre os seus pés” (2 Rs 13.20, 21, grifo nosso). Que cova abençoada, não acha?

É claro que o poder não adveio simplesmente de Eliseu, muito menos da cova na qual jazia, senão dAquele que tem soberana autoridade sobre a morte (Jo 10.17, 18; 11.25).

Acerca do milagre, o ilustre e saudoso teólogo Donald C. Stamps dá seu parecer: “Eliseu morreu e foi sepultado, mas mesmo lá na sua sepultura, Deus manifestou o seu poder e deu testemunho do caráter de Eliseu como o profeta que vivifica (4.32-37; 1 Rs 17.17-24). Este milagre sugere que a influência de uma pessoa que anda com Deus não cessa automaticamente com a sua morte, mas que depois disso poderá ser um manancial de vida espiritual para os outros (Jo 12.24; 2 Co 4.11, 12)” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pág. 595).

Portanto, assim como Eliseu, o crente deve ser uma influência para os seus circundantes (Mt 5.13-16), servindo de canal de milagres em favor dos homens (At 19.11). Com isso, entendemos que transmitir vida aos outros é a nossa missão (Jo 14.6; At 8.5)!

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

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