quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Não "matemos" os nossos semelhantes!


Para a sociedade mundana, odiar outra pessoa pode ser algo natural, afinal de contas é uma prática corriqueira e atual, basta acompanhar, num instante que seja, o que as mídias vigentes publicam. Também existem aqueles que, além de protagonizar momentos de ira, ainda fomentam o ódio no coração dos seus pares. Em contrapartida, a Palavra de Deus diz que aquele que odeia o seu próximo é como se tivesse o matado (1 Jo 3.15). 

"Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida". Pode parecer forte e chocante a afirmação de João, mas é pura verdade, pois aquele que tem aversão ao próximo, matou seu semelhante em seu próprio coração. A motivação sempre supera ou é mais importante do que o ato em si. Acerca desse princípio, disse Jesus: "Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5.28). Só o fato de "atentar", no íntimo, isto é, alimentar o mau desejo, o pecado nasce (Tg 1.14, 15). 

"Nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna". A vida eterna não é outorgada a assassinos (Ap 22.15), mas somente aos que, a semelhança de Cristo, amam sacrificialmente (Ef 5.2). Os homicidas não são dignos de Deus (Jo 10.10; 1 Jo 3.12); de outra forma, seria injustiça divina: "Que nenhum de vós padeça como homicida" (1 Pe 4.15).

Guardemos encarecidamente: "Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros" (1 Jo 3.11).

Em Jesus Cristo,

João Paulo M. de Souza


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