segunda-feira, 16 de maio de 2011

A história de Caim e Abel


Todas as hitórias da Bíblia são fascinantes. Do livro de Gênesis ao de Apocalipse, as Escrituras mostram fatos genuínos e incontestáveis para os cristãos. Dentre essas histórias, gostaria de assinalar a de Caim e Abel, filhos de Adão e Eva. Do comportamento de ambos, podemos observar bons, mas também maus exemplos (Gn 4). 


Caim foi reprovado: “Para Caim e para a sua oferta não atentou” (v.5). Por que ele foi desprezado? Podemos entender que, antes que a sua oferta fosse averiguada, o Senhor o examinou: “Para Caim e para a sua oferta” (v.5). Certamente, Deus sabia do seu coração perverso: “E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante” (v.5; cf. Gl 5.20, 21). O resultado de seu descontrole foi o assassinato de seu irmão Abel: “... estando eles no campo, levantou-se Caim contra o seu irmão Abel e o matou” (v.8).


Abel, o segundo filho de Adão, destacou-se positivamente. Foi um pastor de ovelhas (v.2); agradava a Deus em tudo: “... e atentou Deus para Abel e para a sua oferta” (v.4). Abel era uma oferta viva diante do Senhor (Rm 12.1, 2); sua vida íntegra e repleta de humildade deixava Deus alegre (Ef 4.30). Dele, está escrito em Hebreus: “ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons” (11.4).


Em suma, eles eram bastante diferentes, sobretudo em suas personalidades. Portanto, caro leitor, qual vida gostaria de imitar? A de Caim ou a de Abel? Se a sua resposta "caiu" sobre a vida de Abel, meus parabéns! O leitor está indo certo. Caso respondeu Abel, mas continua com a vida de Caim, eis um ótimo conselho: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não presumais de vós mesmos” (Mt 3.8, 9). Pedro mostra-te outra excelente alternativa: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At 3.19). E Jesus arremata: “... eu vos dei o exemplo... Se sabeis essas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes” (Jo 13.15, 17).


Em Jesus Cristo,


João Paulo M. de Souza

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