segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Palavra é manancial de gozo

“Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra” (Sl 119.16)

A alegria deliberada do salmista é o resultado de sua penetrante meditação na Palavra do Senhor. Ele diz “alegrar-me-ei”. Em outras palavras: “Não deixarei que a tristeza roube a minha alegria oriunda dos Estatutos de Deus”. Assim sendo, a Palavra é a sua sublime alegria, o seu manancial de gozo perene e digna de ser lembrada por toda vida: “... não me esquecerei da tua palavra”.

Além do mais, o fato de rememorar os regulamentos do Senhor é agradá-lo, porque Ele afeiçoa-se dos que o buscam de todo o coração (Jr 29.13; Tg 4.8). Para tanto, tem-se a ajuda do “outro Consolador”, o Espírito Santo, que habita no interior do crente (Jo 14.16, 17, 26; 1 Jo 2.20, 27; 1 Co 3.16; 6.19).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza


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