sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012 a todos!

Hoje, acaba o ano de 2011 - muitas lutas surgiram, mas também vitórias e conquistas fizeram parte de nossa vida.

Quero, por intermédio desse post, agradecer, antes de tudo, ao meu Deus, que nunca me abandonou desde que nasci de novo!

Aos amigos e leitores deste blog, meus sinceros agradecimentos. Que Deus continue abençoando-vos em Cristo Jesus!

Transmitimos a todos os nossos cumprimentos,

JPMS
  

Porque não vou me vestir de branco para festejar a chegada do ano novo, nem fazer quaisquer simpatias relativas ao ano vindouro


Segundo os esotéricos, as pessoas devem fazer diversas simpatias durante o Ano-novo para serem felizes e prósperas em 2012. Os rituais vão desde tomar banho com ervas, para eliminar as energias negativas, até usar peças de cama novas para deixar para trás os problemas do ano que passou. 

Outrossim, não nos esqueçamos de que muitas pessoas, no dia 31 de dezembro, vestem-se de branco, que, conforme acreditam os adeptos dessas mandingas, é a soma de todas as cores, e é ótima para ser usada no reveillon e ter um ano novo com muita luz. Mas, o que diz a Bíblia a respeito disso?

As simpatias são ações praticadas por pessoas cujo fito é conseguir o que desejam. Conforme assegura-nos as Escrituras Sagradas, nós, que somos salvos, não devemos adotar as práticas pecaminosas destes tempos (2 Co 6.17). A vontade de Deus deve prevalecer sobre a nossa (Sl 40.8).

Quem não se lembra do Areópago, onde havia muitos varões supersticiosos (At 17.22). Ali, Paulo pregou sobre Aquele que não “é servido por mãos de homens, como necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas” (At 17.25). 

Paulo ensinou-os que Deus é Soberano, não precisa das “moletas” dos homens, Ele é quem “dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas”. Pra que fazer simpatias, se Deus é o Criador de tudo (Gn 1.1), manda em tudo (Sl 147.4) e é o Todo-Poderoso (Gn 17.1; Mt 28.18; Cl 1.16).

Os salvos não precisam aderir às superstições mundanas e demoníacas! Nós temos em Quem confiar: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim” (Jo 14.1). Nós temos a Luz do mundo (Jo 8.12)! Lembremo-nos sempre disso!

Diferente dos esotéricos e seus adeptos, não precisamos de nos vertir de branco, ir à praia e pular sete ondas durante a passagem de ano, gritando bem alto para afugentar os maus espíritos; nem guardar qualquer nota de dinheiro dentro do sapato, com o objetivo de atrair riquezas; tampouco carecemos de comer doze uvas grandes ou romãs e guardar os caroços conosco para conquistarmos novos horizontes.

A minha passagem de ano, se Deus permitir, será ao lado de minha família, adorando, louvando e agradecendo ao Pai das luzes (Tg 1.17) por tudo que nos outorgou neste ano, 2011.

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Como é bom ser perdoado por Deus!


 "Bem-aventurado aquele cuja trangressão é perdoada, e cujo pecado é coberto" (Sl 32.1) 

No Salmo 32.1, encontramos uma verdade maravilhosa, o perdão de Deus. Por meio desse verso, podemos entender o quanto o Senhor é bom (Na 1.7). A Sua bondade alcança a todos que se arrependem de verdade e confessam-lhe os seus erros com sinceridade de coração: "Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Confessei-te o meu pecado e a minha maldade não encobri; dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu coração" (Sl 32.3, 5).

O perdão de Deus é mais valioso do que qualquer posse material que tenhamos ou venhamos a ter algum dia; nem mesmo uma cura divina é mais importante do que ser "coberto" (Gn 3.21). Lembra do paralítico de Marcos 2? Apesar de sua situação física, Jesus, antes de tudo, disse: "... Filho, perdoados estão os teus pecados" (v.5). As bençãos que o perdão dos pecados proporciona ao homem são incomparáveis (Sl 32, 51).

Qual o melhor caminho para recebermos a graça de termos nossas culpas apagadas? Jesus: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (Mt 11.29-31).Só por meio de Cristo encontramos "os tempos do refrigério pela presença do Senhor" (At 3.19).

A despeito de nossas fragilidades em relação ao pecado, "pois não há homem que não peque" (2 Cr 6.36), orienta-nos, carinhosamente, o evangelista João: "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo. E ele é a propiciação pelos nosso pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo" (1 Jo 2.1, 2). Esse mesmo Advogado disse à mulher adúltera: "Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?... Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais" (Jo 8.10, 11).

Diante do exposto, não sejamos insensatos, a ponto de pensarmos que a graça de Deus permite-nos fazer o que queremos: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Irmãos não sejamos meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no entendimento" (Rm 6.1, 2; 1 Co 14.20).

Perdoado por Deus,

JPMS

sábado, 24 de dezembro de 2011

Não sejamos ignorantes a ponto de desprezarmos o nascimento de Cristo Jesus


É bem sabido que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Na verdade, há controvérsias sobre a data aproximada do seu natalício. Uns dizem que foi em meados de março ou em abril; outros dizem que foi no mês de setembro; e ainda outros, dezembro. Apesar dessas discrepâncias em relação à data certa do nacimento do Filho de Deus, não  podemos deixar de publicar o "miolo" da mensagem de seu natal.

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz". Pois , na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é o Cristo, o Senhor" (Is 9.6; Lc 2.11).

Em Cristo,

JPMS

sábado, 17 de dezembro de 2011

A resposta delicada desvia o furor


 "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" (Pv 15.1) 

Não é de hoje que as pessoas se digladiam com palavras. Momentos de discussões que poderiam ser solucionados acabam se tornando avalanches de contendas. Isso acontece quando não há sabedoria de ambas as partes envolvidas na hora da conversa.

Quantas discussões não terminaram em tragédia? As mídias policiais que o digam. De outro modo, quantas não foram as faíscas apagadas porque alguém, sabiamente, usou de brandura na hora de dar uma resposta, muito embora estivesse no meio de um desentendimento.

Em Provérbios 15.1, a Palavra de Deus diz: "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira". Aqui, eis duas realidades diferentes, dois caminhos a tomar - o da paz ou o da guerra. Acerca disso, e para o bem, Paulo orienta: "A vossa seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convêm responder a cada um" (Cl 4.6).

Um acontecimento bastante interessante está em Mateus 26.47-50. O texto fala da prisão de Jesus, quando este estava no Getsêmani, jardim situado no Monte das Oliveiras. Ali, o Mestre foi traído com um beijo dado por Judas Iscariotes, no seu rosto (v.49). Imaginemos se Cristo não tivesse o fruto do Espírito (Gl 5.22)... a situação seria desastrosa! No mínimo, Jesus teria socado o rosto de Judas ou dado-lhe um pontapé na barriga, não acha? Mas não foi isso que fez: "Jesus, porém, lhe disse: Amigo a que vieste?" Que exemplo para nós outros!

Lembremo-nos, sempre, de que a "resposta branda desvia o furor" (Pv 15.1).

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Triste realidade... mas ainda pode ser mudada


Caro leitor, você ja parou para meditar no sem-número de pessoas que descem à sepultura hoje? Acredito que você dirá que uma parte da sociedade de nossos dias está cada vez mais emaranhada no pecado, isto é, nas drogas, na prostituição, em assassinatos, em depredações a patrimônios públicos, em roubos, em adultério etc. É verdade que as autoridades competentes devem tomar uma postura mais enérgica e eficaz quanto às violações da lei - nisso concordo -, mas, paralelamente, devemos, também, fazer alguma coisa.

Imaginemos se Jesus - antes da sua primeira vinda -, ao olhar do Céu o caos na Terra, dissesse: "É... a situação lá em baixo está complicada! Porém, lá também tem leis e magistrados para resolver ou suavizar esse turbilhão de problemas entre os homens". Mas, graças a Deus, que Cristo não fez assim: "... Corpo me preparaste... Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de mim), para fazer, ó Deus, a tua vontade. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Hb 10.5, 7; Jo 1.14).

Tomando o exemplo singular do Senhor como paradigma, "podemos" fazer algo em favor dos pecadores sem Deus. Ao anunciarmos o Evangelho com mais ênfase e sinceridade, lançaremos a rede da graça sobre "os pobres", "os quebrantados do coração", "os cativos", "os cegos", "os oprimidos", anunciando o ano aceitável do Senhor (Lc 4.18, 19). E, indubitavelmente, nossa colheita será bem mais expressiva (Sl 126.6)!

Ainda há esperança para a arvoré cortada (Jó 14.7; Mc 5.1-20). Os efésios que o digam: "Muitos dos que crido vinham, confessando e publicando os seus feitos. Também dos que seguiam artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram na presença de todos, e, feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinquenta mil peças de prata. Assim, a palavra de Senhor crescia poderosamente e prevelacia" (At 19.18-20).

Em Jesus,

JPMS 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um instrumento nas mãos de Deus


"E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia maravilhas extraordinárias, de sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam" (At 19.11).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza

A história do Dia da Bíblia


Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI. O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).

E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela entidade, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede a data. Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.

Hoje, as celebrações se intensificaram e diversificaram. Realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e distribuição maciça de Escrituras são algumas das formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida. 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Jesus é fantástico!


Por meio do tema deste post, não quero, de forma nenhuma, dizer que Jesus é produto daquilo que só existe na imaginação das pessoas, senão que Ele é fora do comum, extraordinário e prodigioso. Por que cheguei a esta conclusão? Porque estudar sobre Jesus é grandiosa e maravilhosamente recompensador!

Caro (a) leitor (a), não há nada mais edificante e sublime do que a busca do conhecimento acerca de Deus e do Seu Filho, Jesus Cristo. Este, por sinal, pelas Escrituras Sagradas, revela-se a si mesmo, tirando de sobre os nossos olhos a venda da perdição eterna: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam" (Jo 5.29). Jesus transforma-nos a existência, dando-nos vida abundante (Jo 10.10b), bem como nos faz filhos e herdeiros de Deus (Jo 1.12). Disse Cristo de si mesmo: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8.12).

Em nenhum outro assunto bíblico - Cristologia, estudo sobre Jesus - há tantas verdades celestes por serem descobertas. Por conseguinte, perscrutemos as densas florestas das Santas Escrituras, em busca dos incontestes fatos acerca do Senhor Jesus Cristo: "Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho" (Hb 1.1).

Lecionando de Cristo,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O Verbo de Deus se fez carne e habitou entre nós


"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.14).

Aleluia!

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A salvação eterna é alcançada somente por meio de Cristo


"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (At 4.12), declarou o apóstolo Pedro, enquanto ministrava ante a presença de Anás, de Caifás e outros da linhagem do sumo sacerdote (v.6). Dizia ele que apenas por intermédio de Jesus Cristo, podiam os homens gozarem de perfeita salvação. 

Na história da humanidade, muitas pessoas nasceram, entretanto, foram concebidas em pecado (Sl 51.5). Por isso que em Romanos 3.23, está escrito: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Não obstante, no verso seguinte (v.24) deste mesmo capítulo, mostra-nos a Bíblia uma porta de salvação: "Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus". Este é a nossa propiciação (v.25)!

O que tenho a dizer ao meu Salvador Jesus Cristo? "Obrigado, meu Senhor, por tua misericórdia, redenção e amor sempiternos..."

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

Não é assim que a Bíblia ensina


De acordo com o Livro Santo, a maneira como um líder espiritual deve se portar diante de seus liderados é essencial para a edificação dos mesmos e para a glorificação de Deus. Mantendo uma vida humilde e mansa (Mt 11.29), e tendo um coração limpo de sentimentos destrutivos e míseros (Sl 15), o líder-servidor de Deus prospera em todos os seus caminhos (Js 1). Observemos, nas Escrituras, alguns exemplos de verdadeiros líderes:

Apóstolo Pedro: "Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herdade de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho" (1 Pe 5.2, 3, ).

Profeta Samuel: "Eis-me aqui, testificai contra mim perante o SENHOR e perante o seu ungido: a quem tomei o boi? A quem tomei o jumento? A quem defraudei? A quem tenho oprimido e de cuja mão tenho tomado presente e com ele encobri os meus olhos? E vo-lo restituirei. Então, disseram [os israelitas]: Em nada nos defraudaste, nem nos oprimiste, nem tomaste coisa alguma da mão de ninguém. E ele [Samuel] disse: O SENHOR seja testemunha contra vós... E disse o povo: Seja testemunha" (1 Sm 12.3-5).

Apóstolo Paulo: "E, agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o Reino de Deus, não vereis mais o meu rosto. Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos; porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus. Olhai, pois, por vós mesmos e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue" (At 20.25-28).

Jesus Cristo, o Filho de Deus: "Qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo [escravo] de todos. Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos" (Mc 10.44, 45).

Em Cristo Jesus,

JPMS

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Não se engane. Não existe outro Evangelho!


Alguns tentam apagar a "luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus" (2 Co 4.4). Homens apóstatas, corruptos de entendimento e adeptos do Diabo procuram desviar, sorrateiramente, as pessoas da singeleza do Evangelho (2 Co11.3). Diante disso, o que fazer? Como se portar?

Há séculos atrás, o Espírito Santo impeliu o apóstolo Paulo dizer: "... nos últimos  tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios" (1 Tm 4.1). Esses tempos, sem dúvida, já chegaram. Nunca se viu nem se percebeu a intensidade com a qual os falsos profetas proliferam suas abomináveis heresias, proclamando novas ideologias, instituindo novas organizações e fazendo seguidores no mundo todo. Não satisfeitos em disseminar misérias espirituais por onde passam, ainda combatem, renhidamente, o santo e único Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Gl 1.6, 7).

Esses heresiarcas tentam, a todo custo, desviar os genuínos crentes do Singular Caminho, Jesus Cristo: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida" (Jo 14.6). Para tanto, muitas vezes apresentam Jesus em suas "prédicas", mas negam a Sua eficácia. Você já se deu conta disso? Negam a pureza do Santo, bem como o incalculável valor do Seu precioso sangue (1 Pe 1.19). Dizem que Cristo ficou em falta, quando a própria Bíblia prova o contrário (Jo 19.30). Analisemos bem tudo que vemos, lemos e ouvimos (1 Ts 5.21). Porém, as Escrituras sejam a nossa inegociável fonte de verdades (Sl 119.105).

Como se portar em meio a tantos bombardeios heréticos? Seguindo Jesus, Sua vontade e seus inestimáveis ensinos! Onde podemos encontrar tudo isso? O próprio Mestre responde: "Examinais as Escrituras... são elas que de mim testificam" (Jo 5.39).

Portanto, tomemos muito cuidado com os enganadores de plantão! Um deles, que se diz ser o Messias, ensina que recebeu uma nova visão da parte de Deus e foi ordenado a instituir uma "nova igreja" (nova igreja?) na Terra, sob o lema de "uma família sob Deus". Também divulgam - ele e seu filho - uma suposta "paz global". Estejamos atentos contra esses e outros "camaleões".

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

sábado, 3 de dezembro de 2011

Cuidado com as intromissões!


"O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas" (Pv 26.17).

Há alguns anos, tomei conhecimento de um irmão (vizinho nosso) que, por não vigiar na fé, acabou assassinando um outro homem. A história foi a seguinte: enquanto ele vinha do seu trabalho, tarde da noite, passando ao lado de um bar, deparou-se com um desentendimento entre dois indivíduos - um deles estava armado; nesse ínterim, o irmão tentou apartar a briga e acabou sendo agredido; não satisfeito com o ocorrido, tomou a arma de um dos briguentos e atirou contra o agressor, assassinando-o. Não deveria ele se privar dessa situação desconfortante?

Portanto, tomemos muito cuidado com o que nos circunda! O Inimigo "não vem senão a roubar, a matar e a destruir... anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar" (Jo 10.10; 1 Pe 5.8).

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Ele (a) tem dinheiro? Tem posses? É influente? É filho de alguém influente? Então, pode chamá-lo (a)!


Amado (a) leitor (a), estive matutando um pouco sobre uma realidade exarcebada em nossos dias: a valorização do ter em prejuízo do ser. Essa deprimente prática vem desde muito longe. Quem nunca ouviu ou leu o texto de 1 Sm 16.7, 8, no qual, Samuel, com olhos interesseiros, errou ao tentar ungir Eliabe em lugar de Davi: "E sucedeu que, entrando eles, [Samuel] viu a Eliabe e disse: Certamente, está perante o SENHOR o seu ungido. Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência..." (grifo nosso).

Indiscutivelmente, hoje, ninguém é menino ou ingênuo demais, a ponto de não perceber, em algumas pessoas (e são muitas), o interesse pelos valores externos dos seus semelhantes. No próprio íntimo, as perguntas prediletas dos interesseiros são: Ele (a) tem carro? Tem dinheiro? Tem posses? É influente? É filho (a) de alguém influente? Quanto ele (a) ganha? Qual é a profissão dele (a)? Será que posso desfrutar daquilo que ele (a) tem? Segundo o dicionário Houaiss, o vocábulo interresseiro significa "que ou aquele que tem por objetivo primordial satisfazer seus próprios interesses, adotando, para este fim, procedimento falsamente sociável com aqueles que lhe possam ser úteis".

Acerca do profeta Samuel, todos nós bem sabemos que foi ele um homem de Deus (1 Sm 3.19-21). No entanto, também não podemos negar o seu deslize em escolher com os "olhos da cara" a Eliabe. Ao que disse Deus: "Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o SENHOR não vê como vê o homem" (v.7). Aqui, descobre-se que, por mais que tenha profunda comunhão com Deus, nenhum líder está isento do erro.

Diferente do ser humano, Deus não escolhe uma pessoa por causa dos seus pertences, de sua fama, de sua profissão, de seus diplomas etc., pois se assim fizesse, Pedro e André jamais fariam parte da Escola Apostólica, por terem sido simples pescadores (Mt 4.18, 19), nem tampouco o pequeno Davi seria ungido rei de Israel.

Diante do exposto, o que Deus espera de nós outros em relação aos nossos pares? Certamente, um coração puro e imparcial, que aja com desinteresse e lealdade. Lembremo-nos de que mesmo antes de nascermos, o Pai já havia enviado o Seu Filho amado para nos propiciar: "Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.8).

Reflitamos nisso.

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

"Cada um considere os outros superiores a si mesmo"


"Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo" (Fl 2.3).

Em Jesus,

João Paulo M. de Souza

Jamais nos esqueçamos de que Cristo está chegando!


Muitos estão desfrutando do sono do pecado; outros cochilam, babando sobre o lenço do engano; ainda outros, desacreditam a vinda do Senhor. Contudo, a Igreja de Cristo está vigilante quanto ao arrebatamento (1 Co 15.51, 52). 

As Escrituras não tosquenejam, no sentido de informar a todos, acerca do retorno glorioso de Jesus:

"Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o seu o vistes ir" (At 1.11).

"Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fl 3.20).

"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus" (1 Ts 4.16).

"Eis que veio sem demora; quarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa" (Ap 3.11).

"Certamente, cedo venho" (Ap 22.20).

Maranata!

João Paulo M. de Souza

domingo, 27 de novembro de 2011

O que é mais importante para você?

Tempos atrás, elaboramos uma enquete na qual expúnhamos três opções de votação. Foram as referidas alternativas: a primeira foi “a aprovação do homem”, a segunda “a aprovação do Diabo” e a terceira “a aprovação de Deus”.

A aprovação do homem. Muita gente dita cristã (porque nem precisa citar o mundo) procura destacar-se entre os seus semelhantes hoje, isto é, fazem de tudo - ainda que seja por meios ilícitos -, para “impactar” a mente dos incautos. Nesse afã pelo destaque, esses crentes destoam do verdadeiro caráter cristão, apologizando o agradar humano em detrimento da anuência divina. Para exemplificar essa realidade, destacamos Saul, o primeiro rei de Israel, que escolheu agradar os israelitas e desprezar Aquele que lhe colocou no trono (1 Sm 15.1-3, 7-9, 14, 15, 21).

A aprovação do Diabo. Alguém, ao ler as alternativas da enquete, pode ter achado desnecessária essa inclusão entre as opções. No entanto, sua inserção foi proposital, haja vista termos em nossos dias um sem-número de pessoas que, por incrível que pareça, agradam o Inimigo. Acerca das mesmas, falou o apóstolo Paulo: “Mas, o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência” (1 Tm 4.1, 2). Pedro também fala sobre isso (2 Pe 2.1-3).

A aprovação de Deus - esta terceira opção foi unânime entre os participantes da enquete. Agradar a Deus é o alvo de todo genuíno salvo: “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Sl 40.8). Vejamos o que disse o Senhor Jesus, enquanto palmilhou aqui: “... não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai, que me enviou” (Jo 5.30; cf. 17.4; Gl 1.4; Rm 15.3). Paulo deixou-nos um legado: “... nunca deixei de... anunciar todo o conselho de Deus... Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus” (At 20.27; 2 Co 2.17).

Pelo que já foi dito, ficou patente a verdade de que existem três tipos de intenções distribuídas entre os corações das pessoas: a que agrada os homens, a que agrada o Diabo e a que agrada a Deus. Das três, preferimos a última. E você, qual é a sua posição? Comente.

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

sábado, 26 de novembro de 2011

Um grande milagre após a morte!


Maravilho-me com a Bíbia cada vez que a leio. Suas Escrituras são inspirativas e dignas de fé (2 Tm 3.16). Não é à toa que nElas esteja escrito: “O justo viverá da fé” (Hb 10.38). Por isso, diante dessas verdades, escolhemos, como fonte de comentário, um texto bíblico, que fala acerca da ressurreição de um homem, bem como de “quem” o reviveu (2 Rs 13.20, 21).

Examinando as Escrituras Sagradas, deparei-me com o texto da morte de Eliseu e de como ele ressuscitou um homem. O detalhe é que, mesmo após a morte, pelo poder de Deus, o profeta operou mais um grande milagre! O mais curioso de tudo foi a forma como aconteceu o portento: “Depois, morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas invadiam a terra [de Israel], à entrada do ano. E sucedeu que, enterrando eles [os israelitas] um homem, eis que viram um bando e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem e tocando os ossos de Eliseu, reviveu e se levantou sobre os seus pés” (2 Rs 13.20, 21, grifo nosso). Que cova abençoada, não acha?

É claro que o poder não adveio simplesmente de Eliseu, muito menos da cova na qual jazia, senão dAquele que tem soberana autoridade sobre a morte (Jo 10.17, 18; 11.25).

Acerca do milagre, o ilustre e saudoso teólogo Donald C. Stamps dá seu parecer: “Eliseu morreu e foi sepultado, mas mesmo lá na sua sepultura, Deus manifestou o seu poder e deu testemunho do caráter de Eliseu como o profeta que vivifica (4.32-37; 1 Rs 17.17-24). Este milagre sugere que a influência de uma pessoa que anda com Deus não cessa automaticamente com a sua morte, mas que depois disso poderá ser um manancial de vida espiritual para os outros (Jo 12.24; 2 Co 4.11, 12)” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pág. 595).

Portanto, assim como Eliseu, o crente deve ser uma influência para os seus circundantes (Mt 5.13-16), servindo de canal de milagres em favor dos homens (At 19.11). Com isso, entendemos que transmitir vida aos outros é a nossa missão (Jo 14.6; At 8.5)!

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Não "matemos" os nossos semelhantes!


Para a sociedade mundana, odiar outra pessoa pode ser algo natural, afinal de contas é uma prática corriqueira e atual, basta acompanhar, num instante que seja, o que as mídias vigentes publicam. Também existem aqueles que, além de protagonizar momentos de ira, ainda fomentam o ódio no coração dos seus pares. Em contrapartida, a Palavra de Deus diz que aquele que odeia o seu próximo é como se tivesse o matado (1 Jo 3.15). 

"Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida". Pode parecer forte e chocante a afirmação de João, mas é pura verdade, pois aquele que tem aversão ao próximo, matou seu semelhante em seu próprio coração. A motivação sempre supera ou é mais importante do que o ato em si. Acerca desse princípio, disse Jesus: "Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5.28). Só o fato de "atentar", no íntimo, isto é, alimentar o mau desejo, o pecado nasce (Tg 1.14, 15). 

"Nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna". A vida eterna não é outorgada a assassinos (Ap 22.15), mas somente aos que, a semelhança de Cristo, amam sacrificialmente (Ef 5.2). Os homicidas não são dignos de Deus (Jo 10.10; 1 Jo 3.12); de outra forma, seria injustiça divina: "Que nenhum de vós padeça como homicida" (1 Pe 4.15).

Guardemos encarecidamente: "Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros" (1 Jo 3.11).

Em Jesus Cristo,

João Paulo M. de Souza


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Advogado Celestial


Segundo o Livro Sagrado, "não há homem que não peque" (1 Rs 8.46). Todos nós, sem exceção, pecamos voluntária ou involuntariamete (Sl 51.5), ou seja, mesmo que sejamos santos (1 Pe 1.15, 16), estamos sujeitos a pecar por meio de palavras (Mt 16.22, 23), de pensamentos (Mt 15.19, 20) e de obras (At 5.3). Contudo, quando errarmos diante de Deus, recorramos ao único Medianeiro entre Deus e os homens: "Meus filhinhos... não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo" (1 Jo 2.1; cf. 1 Tm 2.5).


Quantas vezes não pecamos e ficamos entristecidos pelos erros cometidos? Muito mais fica o Espírito Santo (Ef 4.30). Não obstante as nossas falhas serem reais, não devemos nos desesperar, pois temos alguém por nós, o Senhor Jesus Cristo, Aquele que escolheu morrer pela humanidade (Jo 3.16). Ele é o nosso sublime representante diante do Pai! "Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas iniquidades e as nossas dores levou sobre si... pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.4, 5).

O crente salvo não deve deixar que os pensamentos do passado lhe inquietem, pois, segundo as Escrituras, "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Rm 8.1). Em 2 Coríntios 5.17, está escrito o seguinte: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo". Se estamos em Jesus, "somos mais do que vencedores por aquele que nos amou" (Rm 8.37). Nós temos ao nosso lado o Advogado Celestial (Rm 8.34)!

Auxiliado pelo Advogado Celestial,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Trê bons exemplos do escriba Esdras com relação à Palavra de Deus

Por João Paulo Souza


Hoje, em muitas igrejas, experimenta-se uma escassez terrível da ministração das Escrituras Sagradas. Isso se deve ao fato de muitos "pregadores" deixarem de lado a salutar exposição da Palavra de Deus. Contudo, essa situação pode ser mudada. Para tanto, deve-se observar os bons e edificantes exemplos bíblicos (Ed 7; At 20.7, 11).

Esdras, "escriba hábil na Lei de Moisés, dada pelo SENHOR, Deus de Israel" (Ed 7.6), é um desses positivos exemplos. Este homem preparou "o seu coração para buscar a Lei do SENHOR, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus direitos" (Ed 7.10). Deste versículo, podemos extrair três atitudes honrosas: preparar o coração para buscar a Palavra, cumprir a Palavra e ensinar a Palavra de Deus ao povo.

Primeira ação: bem diferente de vários pregadores de hoje, o escriba da corte procurou estar preparado diante de Deus: "tinha preparado o seu coração" (v.10). Faz-nos lembrar a admoestação paulina a Timóteo: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Tm 2.15). Esses dois modelos são prova viva de que devemos preparar-nos, biblicamente, antes de pregarmos.

A segunda atitude de Esdras foi a de cumprir a Lei do Senhor, isto é, viver a Palavra genuinamente. Não basta apenas buscarmos conhecer a Bíblia, cabe-nos também a obrigação de vivê-la: "para a cumprir" (v.10). Observemos o que disse Paulo: "O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei" (Fl 4.9). O apóstolo confirmava, pelo seu bom procedimento, aquilo que buscava (At 20.26, 27).

A terceira e última atitude do escriba foi "ensinar em Israel" (v.10, grifo nosso). Podemos aprender aqui que, para instruirmos os outros, é preciso buscarmos e vivermos, antes, o que vamos transmitir! Se não fizermos isso, a nossa pregação ficará insossa, sem sabor: "Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para ser pisado pelos homens" (Mt 5.13). As nossas palavras precisam "salgar" os ouvidos e o coração dos ouvintes: "A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal" (Cl 4.6).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Um dos fundadores de algumas manifestações estranhas no Canadá fala, arrependido, sobre a falácia do "cair no espírito"


Em entrevista a uma emissora de TV brasileira, o pastor canadense Paul Gowdy, um dos fundadores do movimento popularmente conhecido como "cai-cai" ou "cair no espírito", fala, arrependido, sobre o seu passado, o seu presente e sobre as manifestações que aconteciam durante os cultos da Igreja do Aeroporto de Toronto, onde "pastoriou".

Colocaremos aqui algumas das palavras que o pastor Paul proferiu enquanto entrevistado:

"Assim que Deus abriu os meus olhos, vi que precisava tomar uma providência".

"Eu pensei, Deus, se não é minha hora de morrer, então, em sua misericórdia, permita-me falar aos homens sobre sua bondade, sobre os cristãos e sobre o verdadeiro Jesus" - disse isso quando atravessava por uma grave enfermidade.

"Hoje, eu diria que isso é uma coisa um tanto macabra".

"Em dois anos, cerca de 2 milhões de pessoas do mundo todo, visitaram a Igreja do Aeroporto de Toronto, pra receber esse espírito, essas manifestações e essa 'bênção'".

"Hoje, eu acredito que esse espírito é um espírito falso, um espírito enganador e não o Espírito sagrado das Escrituras".

"Na mesma hora, meu coração se convenceu, e na mesma hora eu pedi ao Senhor Jesus pra me perdoar, por ter sido tão tolo, tão ridículo" - em "transe", durante um culto.

"O Diabo usa o "cair no espírito" para cegar as pessoas".

"O movimento viola as Sagradas Escrituras".

"Eu diria que isso nunca foi uma manifestação genuína da presença de Deus, mas algo sinistro desde o começo, porque o fruto da 'bênção de Toronto' é podre".

"O Espírito Santo, o próprio nome já diz, santo. Ele nunca vai encorajar as pessoas a fazer algo que não seja sagrado".

"As pessoas, a humanidade foi feita à imagem de Deus. Por que Deus depreciaria a humanidade, fazendo as pessoas parecerem com animais?".

"Se existir alguma coisa que está manifestada nestes encontros, contrária às Escrituras Sagradas, então, não é de Deus. Porque Deus não muda".

"Eu diria para o Brasil: por favor, por favor! Pelo amor de Deus, pastores, não adotem isso. Não pensem que isso é uma coisa boa. Isso não é de Deus. Isso é um esquema do Diabo. E isso vai trazer destruição aos homens, mulheres e crianças que abraçarem isso".

"Eu afirmo que minha fé em Jesus Cristo nunca esteve tão forte. E que minha confiança na Palavra de Deus nunca foi tão forte".

Caso queira mais informações: http://www.youtube.com/watch?v=QFyMEt7QW08&feature=related

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens"


Hoje, pela manhã, depois de conversar com uma pessoa e exortá-la acerca da esperança futura, o Espírito Santo convidou-me a ler, meditativamente, 1 Coríntios 15.19. Neste verso, Paulo fala sobre duas situações: a esperança do crente apenas nesta vida e a condição daqueles que assim o fazem.

Em 1 Coríntios 15, o apóstolo discorre sobre a ressurreição dos mortos: "Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem [morreram]" (v.20, grifo nosso). O motivo pelo qual levou Paulo a falar a respeito desse tema foi a falta de discernimento espiritual de muitos irmãos de Corinto: "... como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?" (v.12). Esses crentes estavam sem a visão gloriosa do Céu!

Assim como os irmãos coríntios, muitos de entre nós acabam agindo semelhantemente. Há pessoas que se baqueteiam tanto com as coisas daqui, que já não sentem mais desejo de estar com Cristo no Céu; outras se desesperam com os sofrimentos que enfrentam, desprezando o que diz Pedro: "Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas" (1 Pe 2.21). É mister que isso aconteça (2 Tm 3.12)!

Além do que podemos experimentar na Terra, devemos crer na existência da Grande Cidade (Ap 21.10), como disse Jesus: "Na casa de meu Pai há muitas moradas" (Jo 14.2). "Os miseráveis" (1 Co 15.19) não podem entrar lá, pois, as lindas moradias são apenas para aqueles que, ao serem ressuscitados espiritualmente por Jesus, buscam "as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus" (Cl 3.1).

Que Deus ajude-nos a chegar na Canaã Celeste!

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Vote na enquete!

Há poucos dias, editamos a seguinte enquete: O que é mais importante para você. Com isso, esperamos que os diletos visitantes votem com sinceridade, escolhendo a melhor e mais coerente das alternativas. 

Ao fim do tempo disponível para a votação, prometemos argumentar sobre as três opções disponíveis.

A paz do Senhor a todos!

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Uma singela análise da pregação dos irmãos da Igreja Primitiva


Diz-nos a Bíblia que, depois da morte do diácono Estêvão (At 7), houve uma grande perseguição contra a Igreja, que estava em Jerusalém, de modo que todos os irmãos foram dispersos "pelas terras da Judeia e da Samaria, exceto os apóstolos" (At 8.1).

No meio da perseguição,"Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão. Mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra" (At 8.3, 4). É importante atentarmos para o conteúdo da pregação dos irmãos: "... a palavra". Eles não ficavam falando picuinhas para os ouvintes, como hoje se vê com bastante facilidade em alguns lugares. Hoje, muitos falam demais, porém não transmitem quase nada (ou nada) a Igreja.

Continuando, as Escrituras dizem: "E, descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo" (v.5). Cristo, na pregação desse diácono, era glorificado! Filipe falava só de Jesus - isto indica um coração profundamente arraigado no "nome que é sobre todo o nome" (Fl 2.9; At 4.12). Jesus era grandemente exaltado por meio desse eficaz pregador: "E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia" (v.6). E como resultado de sua prédica cristocêntrica, muitos "ouviam e viam os sinais que ele fazia" (v.6, 7).

Outro fator incontestável como resultado da genuína pregação foi a alegria produzida no coração dos samaritanos: "E havia grande alegria naquela cidade" (v.8). Este gozo era sinal de que a Palavra estava encontrando lugar certo na vida do povo: "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes" (Hb 4.12).

Portanto, não nos conformemos com pregações mornas, secas e repletas de autoajuda. Esses pseudos sermões não encontram guarida nos corações dos verdadeiros servos de Deus. Lembremo-nos de nossos amados irmãos bereanos, que "examinavam cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim" (At 17.11).

No Senhor,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Tomemos muito cuidado com o "eu" do Diabo!

Lendo um pouco Isaías 14.13,14, encontramos a resposta para a excomunhão de Satanás do Céu. No texto analisado, o que mais me chama a atenção é a preocupação do Inimigo em querer "ser" Deus. Será que esse diabólico desejo não tem encontrado morada em muitos corações?

Observemos as nefastas e egoísticas declarações do príncipe deste mundo: "Eu subirei... exaltarei o meu trono... [eu] me assentarei... Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo" (v.13, 14). Que petulância! Apesar de saber que Deus o criou, procurou, insolentemente, equiparar-se com o Criador.

Depois de, frustrantemente, tentar ser como Deus, a "estrela da manhã, filha da alva", teve a sua devida retribuição (Is 14.12, 14, 15; Lc 10.18). Não só ele recebeu a paga pelas suas atitudes, mas também aqueles que, à sua semelhança, rebelaram-se contra o Todo-Poderoso (Ap 12.7).

Quais lições podemos aprender acerca deste post? As de que não devemos procurar roubar a glória de Deus (Fl 2.6), e que há uma recompensa para aqueles que assim o fazem (Is 14.15). Portanto, cientes de que não passamos de seres criados por Deus (Gn 2.7; Ef 2.10), resta-nos apenas aceitar de bom grado: "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!" (Rm 11.36; cf. Ap 4.11). 

Toda honra, toda glória e todo louvor sempiterno sejam para o Senhor Jesus Cristo!

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Apenas com a ajuda de Deus podemos vencer às tentações


Vencer às tentações é muito difícil, mas não é impossível: Deus é fiel para prover ajuda na hora certa, ou seja, Ele sempre mostrará uma porta de escape para os seus amados (1 Co 10.13). No Salmo 124.7, está escrito: "A nossa alma escapou, como um pássaro do laço do passarinheiro; o laço quebrou-se, e nós escapamos".

Outro modo de nos livrarmos das ciladas tentadoras é imitando Jesus (Ef 5.1), pois, este, sendo tentado, venceu o Diabo (Mt 4.1-11). Que grande exemplo para nós outros, não acha?

Na cruz do Calvário, o Senhor efetuou o Milagre da Expiação, isto é, "Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus" (1 Pe 3.18). Por inferência, podemos imaginar, ainda que limitadamente, quão complicado foi para Ele resitir às tentações, sobretudo no que diz respeito às afrontas, ao vitupério, ao desprezo etc. Todavia, recebeu um lugar de honra ao lado do Pai (At 7.55, 56), como também exaltação soberana (Fl 2.9-11).

Como Jesus resistiu e venceu às tentações que lhe sobrevieram, nós também poderemos seguir os seus santos passos (Jo 13.17). Além disso, podemos ser ricamente retribuídos: "Bem aventurado o varão [ou varoa] que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam" (Tg 1.12).

Em presença de Deus,

João Paulo M. de Souza

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A importância de ler a Bíblia com a congregação


Segundo Jesus, ninguém pode experimentar realmente o poder de Deus sem conhecer as Escrituras (Mt 22.29). Em Oseias 4.6, o Senhor disse que o Seu povo, de então, "foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento". Será que essas duas declarações não são o bastante para fomentar uma busca mais aprofundada pela leitura participativa da Palavra de Deus entre os Seus filhos?

Já estive em alguns cultos, nos quais a Palavra, gritantemente, foi alheada dos ouvintes. O "pregador" fez de tudo para agradar o povo, mas nada para contentar Deus! Já estou cheio de artificialismos baratos dentro das nossas igrejas! Sem a ministração pura das Escrituras, não há resultados positivos. Uma igreja pode estar cheia numericamente, sem, contudo, estar repleta da Palavra no coração.

A despeito de ser jovem, estou cansado de ouvir os recebas (ocos e destituídos de edificação) durante algumas reuniões cristãs. Esses que dizem isso, não têm o mínimo interesse de homenagear o Dono da festa que, conforme as Escrituras, deve ser exaltado: Digno és, Senhor,de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas" (Ap 4.11). Não devemos dizer o que Ele não mandou (Jr 23.28).

O irmão Paulo, ao aconselhar o seu filho na fé, Timóteo, disse: "Persite em ler, exortar e ensinar" (1 Tm 4.13). Este mesmo verso, na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), diz: "Dedique-se à leitura em público das Escrituras Sagradas, à pregação do evangelho e ao ensino cristão".

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Aprendendo com Maria num mundo de Marta

Recentemente, estávamos lendo e meditando acerca das atitudes de Marta e Maria, quando Cristo as visitou. Pudemos constatar um contraste intenso entre os seus comportamentos e intenções diante de Jesus. Portanto, gostaria de compartilhar, em forma de sermão, o texto que trata da passagem (Lc 10.38-42). 


Marta

1.   Recebe Jesus em sua casa (v.38);

2.  Desprezou o ensino de Jesus (v.39);

3. Apesar de receber Jesus, colocou-o em segundo plano: “... andava distraída em muitos serviços” (v.40, 41; Mt 6.31, 32; Fl 4.6);

4. Estava mais preocupada com o exterior (aparência) do que com o interior (alma e espírito): “... agitava-se de um lado para o outro, ocupada em muitos serviços” (v.40, ARA; Mt 6.33; Jo 6.27);

5. Além de estar apenas pensando nas coisas terrenas, queria que a sua irmã fizesse o mesmo: “... não te importas que minha irmã me deixe servir, só? Dize-lhe, pois, que me ajude” (v.40; Jó 2.8, 9);

6. Foi advertida por Jesus: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas” (v.41; Pv 3.11; 4.1, 13; 6.23; 8.10, 33);

7.  Escolheu a “pior parte” (v.42);

Maria

1. Soube diferenciar o primário (o mais importante) do secundário (o menos importante): “... assentando-se também” (v.39);

2. Deu atenção total à presença de Jesus: “... assentando-se aos pés de Jesus” (v.38; Jo 13.25; Mt 8.1; 12.15; );

3.  Preocupou-se, antes de tudo, com as coisas espirituais: “... ouvia a sua palavra” (v.39; Sl 119.97, 103, 111, 112; Cl 3.1-3; Mt 6.33; Sl 73.25, 26; 2 Tm 4.6-8);

4.   Estava tranquila e perseverante na presença de Jesus, ou seja, não se deixou levar pela agitação de Marta: “... assentando-se... aos pés de Jesus” (v.39; 1 Pe 5.6, 7);

5.  Escolheu a melhor parte [a parte honrada de uma festividade]: “Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada” (v.42)

Tudo o que fazemos para o Senhor nem sempre é completamente certo, mesmo que tenhamos a mais sincera das intenções. Cabe-nos pedir a perfeita aprovação de Deus em todos os nossos empreendimentos: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).

João Paulo M.de Souza

sábado, 15 de outubro de 2011

Qual o seu exemplo de pregador e pregação? Os animadores de auditórios ou Jesus Cristo, o Mestre por excelência?


Cada pregador tem seu estilo próprio, porém existem aqueles "aventureiros" que não se contentam com a naturalidade da pregação e são insensíveis à maneira peculiar das exemplares prédicas de Cristo (Mt 5, 6) e de seus vocacionados (Ef 4.11). É imprescindível imitarmos Jesus (Jo 13.15), e útil e produtivo nos espelharmos em homens, desde que estes andem como Jesus andou (1 Jo 2.6; 1 Co 11.1), mas, procurarmos imitar os animadores de auditório, aqueles que adoram ver o povo glorificar mecanicamente a Deus, isto é, induzidos pela pura emoção humana, é deprimente, não acha?

Tenho a ligeira impressão de que esses pregadores-faísca não cultivam nenhuma comunhão profunda com Deus; durante suas mensagens, eles pulam, batem palma, rodopiam, correm na tribuna, rangem feito animais ferozes etc, no entanto, não falam "de Deus na presença de Deus" (2 Co 2.17). No final, nada acontece. Tudo isso não passa de marketing ou estratégia para angariar a simpatia dos desavisados de plantão. Nessas reuniões, o povo sai sem o Pasto Verdejante (Sl 23.2), desensinadas e despreparadas espiritualmente (Mt 22.29).

O que a Palavra ensina-nos é que devemos estar preparados diante do Senhor: "Procura apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Tm 2.15). O apóstolo Paulo disse a Timóteo: "... pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes com toda longanimidade e doutrina... sê sóbrio em tudo... faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério" (2 Tm 4.2, 5). Neste versículo, é notória a realidade de que os servos de Deus devem manter uma regularidade na vida cristã, no ministério (genérico) recebido (1 Pe 1.15). Aos pregadores, Paulo diz: "Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina" (Tt 2.1). 

O nosso maior exemplo de pregador e pregação é Jesus Cristo, o Mestre por excelência (Jo 13.15; 1 Jo 2.6). Ele, enquanto encarnado, falava magistralmente, de modo que os ouvintes ficavam pasmados diante de tanta sabedoria: "... Nunca homem algum falou como este homem" (Jo 6.46). Com apenas doze anos de idade, Jesus maravilhou os doutores da Lei: "E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas" (Lc 2.47). De fato, Cristo é incoparável (1 Co 1.31; Mt 8.16; Lc 5.5). Por que não desatendermos aos manipuladores de púlpito e  imitarmos somente a Cristo? Ele continua o mesmo: "Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente" (Hb13.8).

Em Cristo, o Pregador dos pregadores,

João Paulo M. de Souza 


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"Nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei"

No meio evangélico de hoje, não faltam pessoas que se autodenominem isso ou aquilo. Dizem algumas delas: "Eu sou o missionário fulano de tal!". E outras dizem: "Eu sou pastor sicrano!". E ainda outras: "Eu fui chamado (a) para arrebanhar multidões!" Porém, quando analisamos a vida desses "abençoados", à luz da Bíblia, constatamos que eles querem simplesmente obter status, fama e o dinheiro do povo (Mt 7.20). Eles não gastam tempo em oração, nem têm prazer em ler as Escrituras, tampouco amam a Deus.

Dias atrás, ouvi um "pregador" famoso dizer que já havia lido mais de quinhentos livros de Teologia (Lc 18.14). O interessante é que, apesar de supostamente ter lido todos esses volumes, não aprendeu a ensinar coerentemente o povo de Deus, pois vive vomitando heresias de perdição (2 Pe 2.1) no Brasil e fora do país. E, ainda por cima, não perde a oportunidade de alfinetar, por meio de suas heréticas e vociferantes pregações, os seus desafetos.

Outro "pregador" falou que Deus usou galinhas em línguas estranhas. Quem já se viu um animal irracional ser usado nos santos dons do Espírito! Isso é blasfêmia! O Espírito de Deus não habita em bichos ou animais, mas somente em pessoas, nos que recebem Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas (Jo 1.12; 1 Co 12, 14), e vivem e andam no Espírito (Gl 5.25).

Observemos o que diz Deus a respeito dos falsos arautos que vivem semeando misérias entre o seu povo: "Os profetas profetizam falsamente em meu nome; nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e advinhação, e vaidade, e o engano do seu coração são o que eles vos profetizam" (Jr 14.14).

João Paulo M. de Souza

Se o que pregam, vivessem, as coisas seriam bem diferentes


No tempo de hoje, por que é tão raro encontrar alguém como Jesus - "manso e humilde de coração" (Mt 11.29) -, e que fale sempre a verdade (Jo 14.6). Por que é que pessoas de destaque e bem vestidas pregam uma coisa e, lamuriantemente, acabam por viver de outra maneira? Desdizem o que dizem pelas próprias ações, vindo a nós outros com rostinhos inocentes, parecendo inofensivas e afáveis. Blandícias são o seu instrumento predileto (Pv 1.10), e a sua aparência é enganosa (2 Co 11.14, 15).

Muitas delas pregam sermões interessantes. Mas o teor de suas prédicas dão às costas às sua práticas. São ministrações exegeticamente corretas - puramente objeto de manobra -, porque se não pregarem corretamente, a situação fica ainda mais preta! Onde fica Esdras 7.10 no coração desses "eruditos"? O escriba da corte de Judá "tinha preparado o seu coração para bucar a Lei do SENHOR, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus direitos". No entanto, hoje, o que acontece é que alguns influentes evangélicos ignoram o "viver" a Palavra de Deus: "Esdras tinha preparado o seu coração para... cumprir" (Ed 7.10).

Os mais pobres ou os que têm poder aquisitivo menos expressivo são depreciados nalgumas reuniões cristãs: "Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com vestes preciosas, e entrar também algum pobre com sórdida vestimenta, e atentardes para o que traz a veste preciosa e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui, num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé ou assenta-te abaixo do meu estrado, porventura não fizestes distinção dentro de vós mesmos e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?" (Tg 2.1-4).

Andemos como Jesus (1 Jo 2.6); pensemos como Ele (1 Co 2.16); preguemos e ensinemos "como" Ele (Mt 7.28, 29); perdoemos como nos foi mandado (Mt 6.14); amemos, de coração, o próximo (Mt 5.44); sirvamos a Deus sem malícia, sem engano, sem fingimento, sem inveja, sem murmurações (2 Pe 2.1); oremos sempre (Ef 6.18); desejemos a Palavra (2 Pe 2.2); anelemos, ininterruptamente, o Céu (Ap 22.20)!

Maranata!

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Não entristeçais o Espírito Santo de Deus


O Espírito Santo é Deus (Sl 139.7). A despeito de ser Deus, Ele  comunga com os que aceitam Jesus Cristo (Jo 1.12), habitando neles (Rm 8.9). No entanto, como possui pessoalidade, entristece-se com os pecados de seus amados (Ef 4.30).

Na verdade, quantos não entristecem o Espírito Santo? Existem aqueles que o "traem" através da falta de compreensão de Sua divindade; outros, por negarem obediência à Palavra de Deus. Num culto, por exemplo, quantos não passam o tempo todo conversando com seus pares, desprezando a presença do Santo Consolador.

Cotidianamente, se resistirmos ao Espírito, sem dúvida, sofreremos o Seu afastamento, que, consequentemente, proporcionará Sua "extinção" em nosso ser (1 Ts 5.19).

Diante disso, vigiemos, para não sermos achados sem a presença do Divino Consolador. Ele é o único que convence "o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo" (Jo 16.8).

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Deus perdoa os pecados de quem se arrepende, confessa-os e abandona-os


Ao folhear as Santas Escrituras, fico maravilhado em saber que existe um Deus misericordioso e clemente em extremo (Ex 34.6; Ne 9.31), que mesmo sendo o que é (Ex 3.14; Gn 17.1) e habitar em um alto e sublime trono (Is 6.1), ainda se lembra do homem (Sl 8.4). O Senhor é tão maravilhoso que absolve o mais vil pecador, desde que este reconheça e aceite as virtudes provenientes da cruz de Cristo: “Portanto, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8.1; cf. 1 Co 1.18).

 Àqueles que pecaram - independentemente qual seja o erro - e estão pensando que não tem mais jeito para eles, Deus convida-os energicamente: “Vinde, então, e argui-me, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornaram brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã” (Is 1.18). Em Miqueias 7.19, está escrito: “Tornará a apiedar-se de nós, subjugará as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar”. Efetivamente, o Senhor esquece-se dos nossos pecados, quando mudamos de vida (Mq 7.18).

É óbvio que o Senhor fica triste com quem vive pecando (Ef 4.30), porém, Ele ficará mais ainda com aqueles que não quiserem mudar de vida (1 Tm 2.3, 4). Eis uma valiosa declaração bíblica: “O que encobre [tenta enconder] as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13, grifo nosso). Atentemos também para o verso de número 14 deste mesmo capítulo de Provérbios: “Bem-aventurado o homem que continuamente teme; mas o que endurece o seu coração virá a cair no mal”.

Nunca nos esqueçamos: "Se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns como os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, purifica-nos de todo pecado" (1 Jo 1.7)

Em Cristo Jesus,

João Paulo M. de Souza