segunda-feira, 31 de maio de 2010

Por que não devemos adorar outros deuses?

No tocante à adoração, a Bíblia é bem enfática. O Livro Sagrado mostra-nos, sem rodeios, que é pecado a prática da veneração a eventos, objetos, imagens, etc. Deus não reparte sua glória com ninguém (Is 48.11). Em se tratando de adoração, Ele deve ser exclusivo (Dt 6.4).

“Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Ex 20.3-5). Estas foram algumas das várias advertências divinas ao povo de Israel. Mas alguém dirá: “Isso foi para o povo de Israel, logo não nos serve!”. Mas observemos o que o apóstolo Paulo, categoricamente, diz sobre o assunto: “Porque há um só Deus... porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o SENHOR de todos, rico para com todos os que o invocam” (1 Tm 2.5; Rm 10.12).

Entretanto, alguém procurará uma justificativa para sua disfarçada adoração, dizendo: “Maria é apenas a minha mediadora, porque através dela eu consigo obter comunhão com Deus!”. Mas, na Palavra de Deus, está escrito: “Porque há... um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” (1 Tm 2.5). O mesmo Jesus ensinou que apenas por seu nome alcançaríamos as bênçãos de Deus (Jo 14.6, 13; 15.16; 16.23; Ef 3.12; Hb 7.25; 10.19-23; 13.15; 1 Pe 2.5).

Em 1 Coríntios, está escrito “que o ídolo nada é no mundo e que não há outro Deus, senão um só” (8.4).

Devemos ter cuidado para não adorarmos alguma coisa em detrimento do Senhor, que merece toda honra, toda glória e todo louvor, para sempre. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!" (Rm 11.36).

Adorador do único Deus e Senhor,

JPMS




A Armadura de Deus


"Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra os seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo. Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas so Maligno. Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus" (Ef 6.10-17, NVI).

Logo acima, está arrolado todos os implementos necessários para batalharmos no campo de guerra espiritual. O Senhor deixa a Sua armadura à nossa disposição... Basta tão somente atentarmos para esta realidade e confiarmos plenamente em Seu inigualável poder (v.10). "Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo" (2 Co 10.4, 5, ARC).

No amado,

JPMS


sábado, 29 de maio de 2010

A quem se refere o título "rosa de Sarom" em Cantares 2.1?

Em nosso meio, é notório as pessoas repetirem o que os outros dizem sem saberem se aquilo que ouvem tem respaldo bíblico ou não. Isso é sinal de despreparo, e até de relaxamento. Entretanto, a Bíblia ensina-nos a estar preparados diante de Deus, e a manejarmos idoneamente a Palavra da verdade (2 Tm 2.15; Ne 8.8).

Ao contrário do que muitos pensam, a designação “rosa de Sarom” (Ct 2.1) não se refere a Cristo, mas a sulamita, que é uma representação espiritual da Igreja. Se lermos a partir dos dois versículos anteriores ao versículo em análise, fica mais claro o entendimento sobre quem realmente está falando

“Eis que és gentil e agradável, ó amado meu; o nosso leito é viçoso. As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas, de cipreste. Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales” (Ct 1.16, 17; 2.1). 

Neste verso, também nota-se que ela se autodenomina “lírio dos vales”. Portanto, não sejamos relaxados quanto ao manuseio da Palavra, mas imitemos o bom exemplo dos irmãos de Bereia, que “de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11).

Tomemos bastante cuidado com os que cantam, pregam, e ensinam a Bíblia erroneamente, e que, às vezes, fazem isso para agradarem ao povo ou a si mesmos!

“Os entendidos, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn 12.3).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Uma Doxologia em Números

O SENHOR orientou Moisés dizer a Arão, seu irmão, e também aos seus filhos, que abençoassem os filhos de Israel com as seguintes palavras: “O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6.24-26). Esta é uma expressão de louvor, uma glorificação do nome do SENHOR (v. 27).

Reflitamos sobre essa doxologia:

O SENHOR abençoa (v.24). No mundo, nunca houve ninguém que fosse tão bondoso quanto o nosso Deus (Sl 136). Ele excede a todos em bondade (Na 1.7; Mt 19.17). Ele continua o mesmo: “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso... não sois consumidos” (Ml 3.6).

O SENHOR guarda (v.24). Davi, num de seus Salmos, diz: “Guarda-me, ó Deus, porque em ti confio” (Sl 16.1). Noutro, afirma:

“Eu te amarei do coração, ó SENHOR, fortaleza minha. O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio” (Sl 18.1, 2). 

Deus é o nosso “Rochedo”, nosso “Lugar Forte”, nosso “Libertador”, nossa “Fortaleza, nosso Escudo”, a “Força da nossa Salvação” e nosso “Alto Retiro”! Aleluia!

O SENHOR é misericordioso (v. 25). Deus é tão misericordioso, tão benigno, que “deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim” (Lm 3.22). “O Senhor é muito misericordioso e piedoso” (Tg 5.11); “E esta é a promessa que Ele nos fez: a vida eterna” (1 Jo 2.25).

O SENHOR dá a paz (v.26). O profeta Isaías disse: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9.6). Cristo é o “Príncipe da Paz”, por esta razão devemos descansar em seus braços de amor. Ele é o único que pode nos dar a paz verdadeira (Jo 15.5).

O SENHOR abençoa, guarda, trata com misericórdia e provê a paz a todos os seus filhos.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Trindade Divina: uma realidade puramente bíblica

Credo de Atanásio, formulado no século 5:

Adoramos um Deus em trindade, e a trindade em unidade. Não confundimos as pessoas nem separamos a substância. Pois a pessoa do Pai é uma, a do Filho, outra, e a do Espírito Santo, ainda outra. Mas no Pai, no Filho e no Espírito Santo há uma divindade, glória igual e majestade coeterna. O que o Pai é, o Filho e o Espírito também são. O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito é incriado. O Pai é imensurável, o Filho é imensurável, o Espírito é imesurável. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito é eterno. E, não obstante, não há três eternos, mas sim um eterno. Da mesma forma, não há três (seres) incriados, nem três seres imensuráveis, mas um incriado e um imensurável. Da mesma forma, o Pai é onipotente, o Filho é onipotente, o Espírito é onipotente. No entanto, não há três seres onipotentes, mas sim um Onipotente. Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus. No entanto, não há três Deuses, mas um Deus. Assim, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, e o Espírito Santo é Senhor. Todavia não há três Senhores, mas um Senhor. Assim como a verdade cristã nos obriga a confessar cada Pessoa individualmente como Deus e Senhor, assim também ficamos privados de dizer que haja três Deuses ou Senhores. O Pai não foi feito de coisa alguma, nem criado, nem gerado. O Filho procede apenas do Pai, não foi feito, nem criado, mas gerado. O Espírito Santo procede do Pai e do Filho, não foi feito, nem criado, nem gerado, mas é procedente. Há, portanto, um Pai, não três Pais; um Filho, não três Filhos; um Espírito Santo, não três Espíritos Santos. E na Trindade não existe primeiro nem último, maior nem menor. Mas as três Pessoas coeternas são iguais entre si mesmas, de sorte que, por meio de todas, como acima foi dito, tanto a unidade na Trindade quanto a Trindade na unidade devem ser adoradas.

Parece-nos um pouco complexo de se entender a Doutrina da Trindade, por tratar-se de pontos delicados. Porém, foi por meio desse dogma que os cristãos dos primórdios do cristianismo preservaram a declaração correta sobre a essência real de Deus. 

Para melhor entendimento da doutrina da Trindade divina, leia alguns versos (Mt 28.19; Jo 14.16, 17; 2 Co 13.13; 1 Jo 5.7; Jo 1.1). Além destas passagens, estude mais profundamente João 17. 

As aventuras de Títere e Marionete


Títere e Marionete estão numa pequena cidade brasileira para participar de um grande congresso que ocorre todo ano. Pessoas não param de chegar. Pregadores e cantores disputam lugares junto à tribuna. O tradicional evento está começando, todos estão empolgados, e a expectativa aumenta momentos antes da primeira reunião.

— Quem será o pregador da manhã? — pergunta Marionete, no meio de uma multidão de irmãos vindos de várias cidades, os quais se acotovelam, a fim de encontrarem um lugar “confortável” num espaço que sempre recebe quase o dobro de pessoas para a sua capacidade.

— Vi na Internet que estão na programação os pastores José dos Clichês, Edson Alto e Antônio Grito — responde o seu esposo, o irmão Títere. — Mas eu tô querendo saber quem vai pregar à noite.

— Eu também — diz Marionete. — Esses pastores têm vindo em todos os congressos e já deram o que tinham de dar. Eu queria saber se não há nenhuma novidade...

— É mesmo, Nete? — responde surpreso o marido, que, devido ao seu trabalho, comparece ao congresso pela primeira vez, aproveitando as suas férias.

— É claro, Títere. O Zé dos Clichês no ano passado pregou de novo aquela mensagem sobre “os sonhos de Deus que jamais vão morrer”, enfatizou outra vez que “crente que tem promessa não morre” e ficou pedindo dinheiro... Já o Edson Alto ficou o tempo todo pedindo para o rapaz do som aumentar o retorno. No meio da pregação, inclusive, ele afirmou que um demônio instalara-se nos equipamentos. Quer saber? Eu acho que ele tem é problema de audição.

— E o Antônio Grito, foi bem?

— Ah, o pastor Grito até que tem um pouco mais de conteúdo, porém, ao contrário do Edson Alto, possui uma voz tão estridente que o controlador do som tem que ficar diminuindo toda vez que ele resolve dizer “Receeebaaa”. Sabia que um irmão à minha frente estava até usando um protetor auricular? — risos.

— Não sei o que é pior, Nete, o pregador que pede para aumentar o volume além da conta, ou o que berra ao microfone... Pobres dos nossos tímpanos — risos.

— É verdade... Mas eu soube que o conferencista Eli Cóptero também vem — continua Marionete.

— É mesmo? Esse não é aquele que gira o paletó em cima da cabeça? — pergunta Títere.

— Isso. No último congresso ele foi o grande destaque. No encerramento, além de pular e rodopiar, ele jogou o paletó no chão. Fogo puro. Ficamos todos maravilhados. Foi realmente tremenda aquela noite...

— Mas, Nete, ele pregou sobre o quê?

— Olha, querido, o que Eli Cóptero falou especificamente eu não sei, mas o reteté foi bom demais... Eu me lembro de que o tema do congresso era “Como ser um sonhador apaixonado neste novo milênio apostólico e profético”, e ele disse uma frase muito impactante: “Deus destruirá todos os inimigos que tentarem matar os seus sonhos, mas antes eles, da plateia, verão você vitorioso em cima do palco”.

— E, como foi a conclusão? — pergunta o marido.

— Ah, querido, foi uma explosão de glória! Quando ele terminou de profetizar vitória para todos nós e derrota para os nossos inimigos, chamou as pessoas para semearem... Uns semearam R$ 1.000,00, outros R$ 10.000,00... Como eu não tinha nenhuma semente, fiquei apenas cantando... E a canção que o grupo de louvor entoou tinha tudo a ver com a mensagem: “Tem sabor de mel, tem sabor de mel, a minha vitória tem sabor de mel...”

Fonte: Blog do Ciro

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conhecendo as Sagradas Escrituras

Desde muito tempo, Deus procurou revelar-se ao homem por meio de suas obras, isto é, pela sua criação (Rm 1.20; Sl 19.1-6; 136.5, 6; Gn 1.1). Porém, chegou o tempo em que Ele achou por bem se mostrar ao ser humano de maneira diferente, de uma forma bipartida – através da Palavra escrita, a Bíblia, e da Palavra viva, Jesus Cristo (Jo 1.1, 14; 1 Jo 5.7). Entretanto, neste post, deteremo-nos apenas na Sua revelação por meio do Livro Sagrado.

A Bíblia habilita o cristão sobre os assuntos de Deus e do homem (2 Tm 2.15; Ef 4.13; ). Protege o homem quanto a diversos ensinos heréticos, a saber, doutrinas contrárias às Escrituras. O apóstolo Paulo aconselhou a Timóteo, dizendo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina... porque fazendo isto, te salvarás” (1 Tm 4.16). O mesmo servo de Deus disse aos irmãos romanos: 

“Porque tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4). 

“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça..." (2 Tm 3.16, 17). Portanto, somente o Livro Sagrado tem as respostas satisfatórias às perguntas dos que procuram o conhecimento de Deus.

A Bíblia foi escrita por pessoas diferentes, em épocas distintas. Contudo, é completa e perfeita. Sua unidade e harmonia mostram-se sublimes ante a complexidade das circunstâncias pelas quais atravessou para ser elaborada. Durante, aproximadamente, 1600 anos foi desenvolvida, tendo como escritores: pescadores, reis, estadistas, etc. Apesar de ter sido escrito por homens, o cânon das Sagradas Escrituras teve como supervisor, diretor e orientador supremo o próprio Deus.

A Bíblia é a própria Palavra de Deus revelada ao homem - Ela é a infalível regra de fé e conduta do cristão autêntico. Ela sobrepuja a consciência e a razão, sem ser, contudo, contrária a esta. É impossível alguém permanecer vivo espiritualmente sem se alimentar dos ensinos bíblicos: para crescer na graça e no conhecimento de Deus, é necessário atentar para o que está escrito no Livro: 

“Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia! Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doces do que o mel à minha boca” (Sl 119.97, 103).

Em Cristo,

JPMS

domingo, 23 de maio de 2010

Dioneia x concupiscência

Na natureza, existem milhões de plantas. Dentre estas, há uma bastante interessante, a Dioneia (Dionaea muscipula) - na foto ao lado. Esta planta, nas extremidades de suas folhas, possui lóbulos, dois ao fim de cada folha. Estes possuem, na parte interna, pêlos de disparo, ou seja, dispositivos que, ao serem tocados por alguma coisa, em especial uma presa, provocam a junção dos pequenos lobos, proporcionando a captura do inseto e uma refeição bastante apetitosa.

Ao observar o comportamento dessa planta, podemos traçar uma curiosa analogia em relação à concupiscência. Esta quase sempre parece agradável. Ela atrai e engoda o seu alvo (homem, ou mulher), criando um cenário tentador, através dos seus desejos mais penetrantes que, ao serem correspondidos, geram o pecado; sendo o pecado consumado, gera a morte (Tg 1.14, 15).

Para os que estão em uma situação espiritual embaraçosa, presos pelas próprias concupiscências (Hb 12.1; Tg 1.14; Rm 6.12), o remédio é Jesus (Mc 2.5, 10-12). O sangue do Senhor Jesus purifica de todo o pecado (1 Jo 1.7). “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas, o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13; Sl 51.1-4).

Em relação a nós, os que somos salvos, a receita é: “[...] quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda” (Ap 22.11). A única maneira de não ficarmos presos pelos “lóbulos da concupiscência”, é vivendo uma vida santa diante de Deus e dos homens (1 Pe 1.16; 2 Rs 4.9).


Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Por aí, infelizmente, andam vulgarizando o dom de línguas...

Pelo mundo afora, há pessoas que pensam que "mandam" no Espírito Santo. Elas acham que detêm a faculdade de falarem em línguas na hora que bem querem, onde querem e da maneira que querem. Elas esquecese ou nunca leram que a capacidade de falar em línguas é outorgada exclusivamente pelo Consolador, e para o que for edificante (1 Co 12.7, 10, 11; At 2.1-4).

Analisando o hino (hino?) do vídeo abaixo, podemos constatar o que já foi supracitado. Nele, uma irmã (irmã?) canta um cântico, no mínimo estranho... A "cantora" fala de um anjo que contemplou, e que este era lindo e maravilhoso. Depois, de supetão, ela diz que o nome do lugar era... (?) Por favor, ouça a música disponível no vídeo:


Lamentavelmente, muitos que não procuram aprender a Palavra de Deus em suas casas, como também se eximem dos cultos de Doutrina e da Escola Bíblica Dominical, vivem fazendo meninices nas igrejas e brincando com o Santo Espírito, que convence "o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo" (Jo 16. 8). E ainda pensam que estão agradando a Deus (Hb 5.12).

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza

terça-feira, 18 de maio de 2010

A graça e a misericórdia de Deus vistas através do pai do filho pródigo



1. O seu pai o viu: “viu-o seu pai” (v.20; Sl 11.4; 94.9; 139.12; Pv 15.3; Zc 4.10;);

2. O seu pai compadeceu-se: “se moveu de íntima compaixão” (v.20; Sl 86.5, 15; 103.8; 130.7; 145.8);

3. O seu pai foi ao seu encontro com desejo ardente: “e, correndo” (v.20; Tg 4.8; 2 Cr 15.2; Jo 1.14; Mt 4.16);

4. O seu pai tratou-o com afeto, carinho e amor: “lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou” (v.20; Jo 3.16; 6.37);

5. O seu pai o perdoou (v.21, 22; Jo 8.1-11; Mc 2.5; 1 Jo 1.9; 2 Cr 7.14);

6. O seu pai vestiu-o com a melhor roupa ou “a melhor túnica”, símbolo da veste de justiça: “Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lho” (v.22; Ec 9.8; 2 Co 5.3);

7. O seu pai mandou por um anel na sua mão, símbolo da união e comunhão entre os dois : “e ponde-lhe um anel na mão” (v.22; Rm 5.11; 2 Co 5.18, 19);

8. O seu pai ordenou que fossem postas sandálias em seus pés, símbolo da reintegração na família, ele voltava a ser considerado filho verdadeiro: “e sandálias nos pés” (v.22; Jo 1.12; Rm 8.14; Gl 3.26; 1 Jo 3.1);

9. O seu pai matou o bezerro cevado: “e trazei o bezerro cevado, e matai-o” (v.23, 27, 30; At 8.32; Jo 1.29; 1 Pe 1.19);

10. O seu pai comeu e fez uma festança por causa da sua volta (v. 23, 24, 32, 7, 10; 1 Tm 2.3, 4).

Na casa do Pai,

João Paulo M. de Souza

sábado, 15 de maio de 2010

Os mais variados tipos de pregador e os seus públicos-alvo

Por Ciro Sanches Zibordi


Há quase 20 anos, fui convidado pela primeira vez para participar de uma agência nacional de pregadores. Um companheiro de púlpito me ofereceu um cartão e disse: “Seria um prazer tê-lo em nossa agência”. Então, lhe perguntei: “Como funciona essa agência?” E a sua resposta me deixou estarrecido: “As igrejas ligam para nós, especificam que tipo de pregador desejam ter em seu evento, e nós cuidamos de tudo. Negociamos um bom cachê”.

É impressionante como o pregador, nos últimos anos, se transformou em um produto. Há alguns meses, depois de eu ter pregado em uma igreja (não me pergunte onde), certo pastor me disse: “Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?” Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão sugeriu, eu não serviria para pregar em uma vigília!

Em nossos dias — para tristeza do Espírito Santo — pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro. E os convites para ingressar nessas agências chegam principalmente pela Internet. Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê. Certa jovem, num tópico denominado “O melhor pregador”, declarou: “Não existe ninguém melhor que ninguém; cada um tem a sua maneira de pregar, e cada pessoa avalia segundo o seu gosto”.

Ela tem razão. Ser pregador, hoje em dia, não basta. Você tem de atender às preferências do povo. Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.

Conheçamos alguns tipos de pregador e seus públicos-alvo:

Pregador humorista. Diverte muito o seu público-alvo. Tem habilidade para contar fatos anedóticos (ou piadas mesmo) e fazer imitações. Ele é como o famoso humorista do gênero stand-up comedy Chris Rock (que aparece na imagem acima). De vez em quando cita versículos. Mas os seus admiradores não estão interessados em ouvir citações bíblicas. Isso, para eles, é secundário.

Pregador “de vigília”. Também é conhecido como pregador do reteté. Aparenta ter muita espiritualidade, mas em geral não gosta da Bíblia, principalmente por causa de 1 Coríntios 14, especialmente os versículos 37 e 40: “Se alguém cuida ser espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor... faça-se tudo decentemente e com ordem”. Quando ele vê alguém manejando bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15), considera-o frio e sem unção. Ignora que o expoente que agrada a Deus precisa crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18; Jo 1.14; Mt 22.29). Seu público parece embriagado e é capaz de fazer tudo o que ele mandar.

Pregador “de congresso”. Entre aspas porque existe o pregador de congresso que faz jus ao título. Mas o pregador “de congresso” (note: entre aspas) anda de mãos dadas com o pregador “de vigília”, mas é mais famoso. Segundo os admiradores dessa modalidade, trata-se do pregador que tem presença de palco e muita “unção”. Também conhecido como pregador malabarista ou animador de auditórios, fica o tempo todo mandando o seu público repetir isso e aquilo, apertar a mão do irmão ao lado, beliscá-lo... Se for preciso, gira o paletó sobre a cabeça, joga-o no chão, esgoela-se, sopra o microfone, emite sons de metralhadora, faz gestos que lembram golpes de artes marciais... Exposição bíblica que é bom... quase nada!

Pregador “de congresso” agressivo. É aquele que tem as mesmas características do pregador acima, mas com uma “qualidade” a mais. Quando percebe que há no púlpito alguém que não repete os seus bordões, passa a atacá-lo indiretamente. Suas principais provocações são: “Tem obreiro com cara de delegado”, “Hoje a sua máscara vai cair, fariseu”, “Você tem cara amarrada, mas você é minoria”. Estas frases levam o seu fanático público ao delírio, e ele se satisfaz em humilhar as pessoas que não concordam com a sua postura espalhafatosa.

Pregador popstar. Seu pregador-modelo é o show-man Benny Hinn, e não o Senhor Jesus. É um tipo de pregador admirado por milhares de pessoas. Já superou o pregador de congresso. É um verdadeiro artista. Veste-se como um astro; sua roupa é reluzente. Ele, em si, chama mais a atenção que a sua pregação. É hábil em fazer o seu público a abrir a carteira. Seus admiradores, verdadeiros fãs, são capazes de dar a vida pelo seu pregador-ídolo. Eles não se importam com as heresias e modismos dele. Trata-se de um público que supervaloriza o carisma, em detrimento do caráter.

Pregador milagreiro. Também tem como paradigma Benny Hinn, mas consegue superar o seu ídolo. Sua exegese é sofrível. Baseia-se, por exemplo, em 1 Coríntios 1.25, para pregar sobre “a unção da loucura de Deus”. Cativa e domina o seu público, que, aliás, não está interessado em ouvir uma exposição bíblica. O que mais deseja é ver sinais, como pessoas lançadas ao chão supostamente pelo poder de Deus e fenômenos controversos. Em geral, o pregador milagreiro, além de ilusionista e “poderoso” (Dt 13.1-4), é aético e sem educação. Mesmo assim, ainda que xingue ou ameace os que se opõem às suas sandices e invencionices, o seu público é fiel e sempre diz “aleluia”.

Pregador contador de histórias. Conta histórias como ninguém, mas não respeita as narrativas bíblicas, acrescentando-lhes pormenores que comprometem a sã doutrina. Costuma contextualizar o texto sagrado ao extremo. Ouvi certa vez um famoso pregador dizendo: “Absalão, com os seus longos cabelos, montou na sua motoca e vruuum...” Seu público — diferentemente dos bereanos, que examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11) — recebe de bom grado histórias extrabíblicas e antibíblicas.

Pregador cantante. Indeciso quanto à sua chamada. Costuma cantar dois ou três hinos (hinos?) antes da pregação e outro no meio dela. Ao final, canta mais um. Seu público gosta dessa “versatilidade” e comemora: “Esse irmão é uma bênção! Prega e canta”. Na verdade, ele não faz nenhuma das duas coisas bem.

Pregador “massagista”. É hábil em dizer palavras que massageiam os egos e agradam os ouvidos (2 Tm 4.1-5). Procura agradar a todos porque a sua principal motivação é o dinheiro. Ele não tem outra mensagem, a não ser “vitória”, principalmente a financeira. Talvez seja o tipo de pregador com maior público, ao lado dos pregadores humorista, popstar e milagreiro.

Pregador sem graça. É aquele que não tem a graça de Deus (At 4.33). Sua pregação tem bastante conteúdo, mas é como uma espada: comprida e chata (maçante, enfadonha). Mas até esse tipo de pregador tem o seu público, formado pelos irmãos que gostam de dormir ou conversar durante a pregação.

Pregador chamado por Deus (1 Tm 2.7). Prega a Palavra de Deus com verdade. Estuda a Bíblia diariamente. Ora. Jejua. É verdadeiramente espiritual. Tem compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. Seu paradigma é o Senhor Jesus Cristo, o maior pregador que já andou na terra. Ele não prega para agradar ou agredir pessoas, e sim para cumprir o seu chamado. Seu público — que não é a maioria, posto que são poucos os fiéis (Sl 12.1; 101.6) — sabe que ele é um profeta de Deus. Esse tipo de pregador está em falta em nossos dias, mas não chama muito a atenção das agências de pregadores. A bem da verdade, estas também sabem que nunca poderão contar com ele...

Qual é a sua modalidade preferida, prezado leitor? Você pertence a qual público? E você, pregador, qual dos perfis apresentados mais lhe agrada?

Fonte: Blog do Ciro

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O nome de Jesus


Na língua hebraica, o nome está intimamente ligado ao caráter da pessoa que o possui. Daí o nome "Jesus" implicar a pessoa do próprio Deus! Na Terra, nunca existiu, não existe, nem jamais vai existir um nome mais impressionante do que o do Mestre. O nome “Jesus” é lindo, amável, sublime, excepcional, espetacular, maravilhoso, eterno...

Nas mentes ignorantes e incautas, poderá surgir esta interrogação: “Por que o nome de ‘Jesus’ está sobre todo nome, se Ele foi apenas um homem comum?” Então, sem rodeios, mas com objetividade: a Bíblia Sagrada mostra-nos que o nome de Cristo além de vir do céu e merecer toda exaltação (Lc 1. 26-38; 2.21; Mt 1.21, 25; 2.11), tem todo poder para operar milagres, maravilhas e prodígios (At 8.5-8). Ele é o próprio Deus (Mc 1.1; Fl 2.6; Jo 1.1, 2; 5.18; 2 Pe 1.1)!

Eis algumas qualidades e singularidades do nome bendito de Jesus Cristo:

• O nome de Jesus é Santo (Mt 1.21; Jo 8.46);

• Pelo nome de Jesus profetizamos (Mt 7.22);

• Em seu nome expulsamos demônios (Mt 7.22; Mc 9.38; 16.17; Lc 9.49; 10.17,19; At 16.16-18);

• Em nome de Jesus fazemos maravilhas (Mt 7.22; At 3.1-7; 4.30; 8.5-8; );

• O nome de Jesus fortalece (At 3.16);

• O nome de Jesus dá perfeita saúde (At 3.16; 4.10; Tg 5.14, 15;);

• Pelo nome de Jesus curamos os enfermos (Mc 16.18; At 5.15, 16);

• Em nome de Jesus falamos novas línguas (Mc 16.17);

• O nome de Jesus nos protege (Mc 16.18; At 28.1-6);

• Pelo nome de Jesus somos feitos filhos de Deus (Jo 1.12);

• Pelo nome de Jesus alcançamos as petições que fazemos ao Pai celestial (Jo 14.6b, 13, 14; 15.16; 16.23, 24);

• O nome de Jesus tem e dá vida (Jo 20.31);

• O nome de Jesus perdoa pecados (At 10.43; 22.16; 1 Jo 2.12);

• O nome de Jesus lava, santifica e justifica o homem (1 Co 6.11);

• O nome de Jesus dá graça (Rm 1.5);

• O nome de Jesus salva (At 2.21; 4.12);

• O nome de Jesus é sobre todo o nome (Fl 2.9);

• O nome de Jesus é mais excelente do que os dos anjos (Hb 1.4);

• O nome de Jesus é bom (Tg 2.7);

• O nome de Jesus denota a Palavra de Deus (Ap 19.13);

• O seu nome é Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (Is 9.6).

Glória eterna ao nome gracioso de Jesus! Amém!

JPMS

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Salmo 136: Deus é louvado por suas obras e por sua permanente benignidade


1 - Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade é para sempre.
2 - Louvai ao Deus dos deuses; porque a sua benignidade é para sempre.
3 - Louvai ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade é para sempre.
4 - Àquele que só faz maravilhas; porque a sua benignidade é para sempre.
5 - Àquele que com entendimento fez os céus; porque a sua benignidade é para sempre.
6 - Àquele que estendeu a terra sobre as águas; porque a sua benignidade é para sempre.
7 - Àquele que fez os grandes luminares; porque a sua benignidade é para sempre.
8 - O sol para governar de dia; porque a sua benignidade é para sempre.
9 - A lua e as estrelas para presidirem a noite; porque a sua benignidade é para sempre.
10 - Que feriu o Egito nos seus primogênitos; porque a sua benignidade é para sempre.
11 - E tirou a Israel do meio deles; porque a sua benignidade é para sempre.
12 - Com mão forte, e com braço estendido; porque a sua benignidade é para sempre.
13 - Àquele que dividiu o mar Vermelho em duas partes; porque a sua benignidade é para sempre.
14 - E fez passar Israel pelo meio dele; porque a sua benignidade é para sempre.
15 - Mas derribou a Faraó com o seu exército no mar Vermelho; porque a sua benignidade é para sempre.
16 - Àquele que guiou o seu povo pelo deserto; porque a sua benignidade é para sempre.
17 - Àquele que feriu os grandes reis; porque a sua benignidade é para sempre.
18 - E deu morte a reis famosos; porque a sua benignidade é para sempre.
19 - Seom, rei dos amorreus; porque a sua benignidade é para sempre.
20 - E Ogue, rei de Basã; porque a sua benignidade é para sempre.
21 - E deu a terra deles em herança; porque a sua benignidade é para sempre.
22 - Sim, em herança a Israel, seu servo; porque a sua benignidade é para sempre.
23 - Que se lembrou da nossa humilhação; porque a sua benignidade é para sempre.
24 - E nos remiu dos nossos inimigos; porque a sua benignidade é para sempre.
25 - Que dá mantimento a toda a carne; porque a sua benignidade é para sempre.
26Louvai ao Deus dos céus; porque a sua benignidade é para sempre.

Salmista

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Salmo 51: um clamor por perdão




1 - Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.
2 - Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado.
3 - Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
4 - Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos é mal, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares.
5 - Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.
6 - Eis que amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria.
7 - Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve.
8 - Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste.
9 - Esconde a tua face dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.
10 - Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.
11 - Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo.
12 - Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário.
13 - Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores a ti se converterão.
14 - Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua louvará altamente a tua justiça.
15 - Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.
16 - Porque te não comprazes em sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos.
17 - Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
18 - Abençoa a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.
19 - Então, te agradarás de sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então, se oferecerão novilhos sobre o teu altar.

Davi, um homem segundo o coração de Deus

terça-feira, 11 de maio de 2010

Reflexão: Um chamado para angústia

Por favor pare, concentre-se e reflita um pouco no que será falado... Certamente, ao ver e ouvir o vídeo, sentir-se-á endividado para com Deus. O Senhor requer contrição e abatimento de espírito de nossa parte! (Is 57.15).

Por David Wilkerson

Em Cristo,

JPMS

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Pequena reflexão sobre o amor de Deus


O amor é a excelsa virtude do fruto do Espírito, porque ele é a base de todas as outras virtudes (Gl 5.22). Nele, passamos a compreender quão grande é o amor de Deus, amor que excede todo o entendimento (Ef 3.19; Jo 3.16). O amor divino é representado pela palavra “ágape”, vocábulo grego que implica “amor sacrificial”, ou seja, amor extremamente profundo e duradouro. Algumas de suas qualidades e características encontram-se em 1 Coríntios 13.

A própria Bíblia diz-nos que Deus é amor: “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1 Jo 4.8). E mais: “Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1 Jo 4.10). Também o apóstolo Paulo afirma:

"Já estou crucificado com Cristo; e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20; cf. 1 Jo 4.19).

O Senhor Jesus Cristo, pela sua Palavra "viva e eficaz" (Hb 4.12), exorta-nos a amar: 

“Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos vos maltratam e vos perseguem, para que sejais filhos do Pai que está nos céus...” (Mt 5.44, 45). 

“E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Ele amou tanto o mundo, que resolveu se doar em prol da humanidade (Lc 2.7; Jo 1.14; 19.30). “Ninguém tem maior amor do que este [Jesus]: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” (Jo 15.13, grifo nosso).

Não existe maior graça do que esta em nós, os salvos: "O amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5.5). 

Maravilhosamente amado por Deus,

João Paulo M. de Souza

domingo, 9 de maio de 2010

Parabéns mamães!!!

Não sou mulher, mas acredito que uma das maiores alegrias das mulheres é a de ser mãe. Ser mãe é uma dádiva divina. E o maior presente que um filho ou uma filha pode dar à sua projenitora é a disposição de honrá-la, respeitá-la e amá-la todos os dias de sua vida. As mamães são dignas de merecerem preitos sinceros.

O Senhor Jesus Cristo nasceu de uma mulher chamada Maria (Mt 1.18). Com isso, a maternidade tornou-se ainda mais nobre!

Lóide foi uma mãe que possuía uma fé não finginda, por isso tratou de ensiná-la ao seu filho Timóteo (2 Tm 1.5). Ela foi uma mãe exemplar, ensinando a Palavra de Deus e o caminho da salvação ao seu filho ainda tenro (2 Tm 3.15).

Ana orou, pedindo um filho, e Deus deu-lhe Samuel (1 Sm 1.10, 11, 20).

Outras mulheres proeminentes que se tornaram mamães na Bíblia: Eva (Gn 4.1); Sara (Gn 21.1, 2); Rebeca (Gn 25.21-23); Raquel (Gn 30.22), Bate-Seba (2 Sm 12.24), Isabel (Lc 1.13). Estas são apenas algumas que receberam a oportudade singular de procriar.

Diante de tudo o que já foi falado, vai a minha homenagem a todas as mães: Parabéns mamães!

Em Cristo

JPMS

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O choro de um verdadeiro cristão que não se conforma

Ao assistir ao vídeo abaixo, fiquei extremamente emocionado, se bem que os depoimentos relatados pelo expoente da Palavra de Deus, David Wilkerson, pareçam, de certa forma, inacreditáveis (mas não o são). Por isso, ao ver tudo isso, lembrei-me do que o apóstolo Paulo disse: "Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios" (1 Tm 4.1).


Diante do exposto, qual é a sua reação? Risos ou lágrimas?

Em Cristo,

JPMS

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Como deve ser um culto autenticamente pentecostal?


Caro leitor, infelizmente, hoje, no seio evangélico mundial, vê-se “movimentos estranhos” em cultos classificados como “cristãos”, onde supostos crentes parecem receber, da parte de Deus, uma certa "unção", uma unção que derruba as pessoas, e isso tem se alastrado de maneira virulenta também nos torrões brasileiros.

Novidades e mais novidades surgem a cada dia na esfera cristã. Na foto acima, vemos alguns "irmãos" deitados ao chão, em transe, fazendo caretas e chorando (ou fingindo?), como se estivessem adorando a Deus da maneira certa. Mas, ao lermos 1 Co 14.16-40, observamos o apóstolo Paulo ensinando a maneira correta de cultuar ao Senhor e comportar-se durante um culto. Então, urge a pergunta: como deve ser um culto realmente pentecostal, que agrade ao Altíssimo?

Primeiro, quanto à liturgia do culto: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem interpretação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para a edificação” (v.26). O doutor dos gentios diz que, num culto dito pentecostal, deve-se fazer tudo de maneira organizada e edificante, ou seja, todos os que estão presentes possam receber ensinamento divino e aprender, e não ficarem confusos quanto a liturgia do culto.

Segundo, quanto ao falar em outras línguas: “E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus” (v.27, 28). Aqui, fica bem claro que quem é usado com o dom de variedade de línguas (1 Co 12.10) deve controlar-se, isto com o fito de não causar desconforto no transcorrer do culto. 

Já vi pregadores que ficaram a maior parte do tempo da mensagem falando em outras línguas, como se todos entendessem o que ele proferia (1 Co 12.30). Aí eu pergunto, onde está o ensino? Onde está a edificação coletiva? Resumindo: os irmãos foram para casa sem terem sido bem alimentados espiritualmente (Mt 4.4).

Terceiro, quanto aos que são usados com o dom de profecia: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem... (v. 29-32). Geralmente, o Senhor não usa dois profetas ao mesmo tempo num mesmo culto, como se necessitasse disso. Gritantemente, o apóstolo diz: “Mas se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, ‘cale-se o primeiro’ (v. 30). Já houve situações embaraçosas num certo culto, onde duas pessoas profetizaram concomitantemente. Uma dizia: “Eu sou o Pai”, e a outra afirmava: “Eu sou o Filho”. Que lambança! Na verdade, a Bíblia afirma-nos que Deus não é Deus de confusão... (v.33; cf. Jo 10.30; Am 3.3).

Quarto, quanto ao espírito submisso, à obediência:  

“Porventura, saiu dentre vós a Palavra de Deus? Ou veio ela somente para vós? Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor. Mas, se alguém ignora isso, que ignore” (v. 36-38). 

Observa-se no texto acima que Paulo mostra-se orientado pelo Espírito Santo em suas palavras: “[...] as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor” (v. 37). As Escrituras sagradas estão repletas de conselhos referentes à submissão (2 Co 9.13; Gn 26.5; Ex 40.16; Mc 14.13, 16). Um culto que não obedece aos ensinos ministrados pela Palavra de Deus, não é recebido pelo Senhor.

Quinto, quanto à decência e ordem no culto: “Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar e não proibais falar línguas. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem” (v.39, 40). Paulo não proíbe os irmãos de profetizarem nem de falarem em línguas, mas admoesta-os que, antes de tudo, pensem na edificação dos outros (v.26). Para um entendimento mais profundo acerca da edificação da Igreja durante os culto, leia todo o capítulo 14 de 1 Coríntios.

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza