quinta-feira, 29 de abril de 2010

Inveja: uma triste realidade

O pobre sentimento invejoso teve seu ponto de partida em Satanás, quando este procurou usurpar os atributos divinos (Is 14.12-15). Ao ser excomungado do exército celeste e da presença do Criador, o Diabo, não satisfeito, conseguiu introduzir na mente de Eva uma de suas malévolas filosofias: a arte de invejar. Adão abraçou-a e ambos, o homem e a mulher, pecaram (Gn 3.4-6). Daí seus descendentes passarem a compartir desse mazelento e condenável sentimento, trazendo-o consigo até aos dias de hoje.

No livro profético de Isaías, no capítulo 14, a Bíblia fala, alegoricamente, acerca de Satanás, pelo cântico de escárnio direcionado ao rei da Babilônia. Nesse cântico, fica claro o motivo do desapossamento e consequente expulsão de Lúcifer, do céu: “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono” (v.13). Ao dizer consigo “subirei” e “exaltarei”, Lúcifer estava demonstrando um profundo sentimento de inveja, um princípio ativo de hostilidade contra seu Superior, manifestando descontentamento por sua evidente inferioridade.

Deus, após saber do intento invejoso do Diabo, não teve dúvida, por isso decidiu expulsá-lo do Céu e da Sua santa presença – diz-nos a Bíblia que, com o “príncipe deste mundo” (Jo 16.11), foi expelida a terça parte dos anjos do Céu (Ap 12.4). Então, depois de destituído da glória celestial, o Adversário procurou contaminar o homem que, posteriormente, comeu da "árvore da ciência do bem e do mal" (Gn 3.1-6).

Por conseguinte, na descendência adâmica, observa-se a inveja imperando na vida dos filisteus de Gerar (Gn 26.12-14); em Raquel, esposa de Jacó (Gn 30.1); nos irmãos de José (Gn 37.11; At 7.9); em Asafe, grande músico dos tempos de Davi (Sl 73.3); no povo de Israel (Sl 106.16); nos príncipes dos sacerdotes e nos anciãos, contemporâneos de Cristo (Mt 27.12, 18; Mc 15.10); nos religiosos da seita dos saduceus (At 5.17); nos judeus (At 17.5); nos irmãos de Corinto (1 Co 3.3); entre outros.

Até ao tempo presente, não se pode negar nas pessoas, o desgosto e a infelicidade provocados pela alegria ou sucesso alheio. Muitas sentem inveja do cabelo de outrem; do sapato de outrem; do emprego de outrem; do dinheiro e dos bens de outras pessoas; de como Deus "usa" o seu semelhante etc.

Tiago, em sua carta, diz que “onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa” (3.16). E o apóstolo Paulo adverte que os que são invejosos não herdarão o Reino de Deus (Gl 5.21).

Portanto, tomemos cuidado e vigiemos, para que não sejamos assaltados e envolvidos pela inveja!

Na Senhor,

João Paulo M. de Souza
http://joaopaulomsouza.blogspot.com

terça-feira, 27 de abril de 2010

Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas


A Bíblia conta-nos que Deus enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que este pudesse cumprir toda a sua vontade (Mt 3.15; Jo 4.34; 5.30; 6.38). Para tanto, Jesus sempre demonstrou e continua dispensando sua amabilidade para com as pessoas que se voltam para Ele. Prova disso, é a variedade de seres humanos que compõe a sua Igreja (Jo 3.16; At 10.34; Rm 3.22; 10.12).

As Escrituras relatam-nos que, num certo dia, estando Jesus sentado em casa de Mateus (Mt 9.9, 10), o publicano, que também chamava-se Levi (Lc 5.29), quando este oferecia-lhe um grande banquete, estavam ali outros publicanos e pecadores sentados à mesa com Ele. Enquanto isso, os seus discípulos foram interrogados pelos fariseus, que diziam: “Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?” (Mt 9.11). Jesus, no entanto, ao ouvir isso, disse-lhes: “Não necessitam de médicos os sãos, mas sim, os doentes” (v.12). Mais adiante, O Mestre falou: “Misericórdia quero e não sacrifício” (v.13). Ou seja, Jesus estava refutando a atitude preconceituosa daqueles religiosos. Será que hoje não existem pessoas como os fariseus contemporâneos de Cristo?

Quando estava em Jope, no terraço da casa de Simão, curtidor, quase ao meio-dia, o apóstolo Pedro teve um “arrebatamento de sentidos, e viu o céu aberto e que descia um vaso, como se fosse um grande lençou atado pelas quatro pontas, vindo para terra, no qual havia de todos os animais quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu. E foi-lhe dirigida uma voz: Levanta-te, Pedro! Mata e come. Mas Pedro disse: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda. E segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou” (At 10.10-15). Este texto mostra que o Senhor trata as pessoas com imparcialidade. Ele, verdadeiramente, não faz acepção de pessoas! (Rm 2.11)

“Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas”, foi o que afirmou o irmão Tiago (Tg 2.1). O mesmo continua: “Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com vestes preciosas, e entrar também algum pobre com sórdida vestimenta, e atentardes para o que traz a veste preciosa e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui, num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, ficas aí em pé ou assenta-te abaixo do meu estrado, porventura não fizestes distinção dentro de vós mesmos e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?” (v.2-4). A predileção por pessoas tem sua origem nos “maus pensamentos” (v.4). Entretanto, o cumprimento da lei real é este: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo” (v.8).

Agir com equidade é o que Deus espera de nós, que professamos o seu amoroso nome! Certa feita, disse Paulo: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave” (Ef 5.1, 2).

Em presença de Cristo,

João Paulo M. de Souza

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O que é ser verdadeiramente humilde segundo a Bíblia?

Por João Paulo Souza


Nos tempos hodiernos, muitos pensam que uma pessoa humilde é apenas aquela que anda maltrapilha, que é desfavorecida social e economicamente. Se bem que os léxicos correntes trazem no seu bojo essa verdade como sendo uma de suas acepções, à luz de Salmo 147.6, ser humilde significa aderir uma postura mental de inferioridade, isto é, o oposto do orgulho. Porém, ter esse modo de pensar não traduz o sentimento de complexo de inferioridade.

O apóstolo Paulo aconselhou os irmãos filipenses a seguirem o caminho da humildade, quando disse: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Fl 2.3). No verso quatro deste mesmo capítulo, ele diz: “Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros”. Ademais, ele mesmo afirmou aos tessalonissenses: "Não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados" (2.6)

O próprio Jesus Cristo, conforme registra Filipenses 2.6-8, externou um nobre exemplo:

“... sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.”

Hoje, o Mestre aconselha-nos a segui-lo (Jo 8.12; 13.15) e, principalmente, a aprendermos com Ele o que é realmente a humildade (Mt 11.29). Por isso, sigamos as suas pisadas, andando como Ele andou (1 Jo 2.6).

domingo, 25 de abril de 2010

Alguns Princípios Básicos para uma Oração Eficaz


A oração eficaz é regida por princípios que não podem ser desprezados nem esquecidos. Esses preceitos quando observados e seguidos levam o cristão a agradar a Deus e alcançar grandiosas bênçãos de sua parte.

Para se obter uma vida abençoada através da oração, deve-se:

• Orar diretamente a Deus (Gn 20.17; Ex 8.30; 10.18; Nm 11.1, 2; 21.7; Jz 13.8; 1 Sm 1.10, 20; 2.1; 8.6; 1 Rs 13.6; 2 Rs 4.33; 6.17, 18; 19.15; 20.2; Jn 2.1; 4.2; Mt 26.42);

 
• Orar a Deus, chamando-o de Pai, ou seja, criando uma relação familiar (Mt 6.,1, 4, 6, 8, 9; 7.21; 11.25, 26; 16.17; 26.39; 5.16, 45, 48; Jo 1.12);

 
• Orar santificando a Deus, ou seja, glorificando-o (Mt 6.9; Sl 34.3; 72.18, 19; 111.9; 138.6; Is 6.1, 3; 57.15; Lv 10.3; Ap 4.11);

 
• Orar pedindo a manifestação do seu Reino aqui na terra (Mt 6.9; 12.28; 4.23; 9.35; At 1.8; 2.1-4, 38-40; 4.30, 31; Is 64.1; Mc 1.34, 39; 9.1; Jo 12.31; 17.17; 1 Jo 3.8);

 
• Orar obedecendo e sujeitando-se à vontade soberana de Deus (Mt 6.9; 7.21; 12.50; 26.42; Hb 5.8; Gn 12.1-4; Ex 40.16, 34, 35; Sl 143.10; At 8.26, 27);

 
• Orar dependendo exclusivamente da provisão de Deus (Mt 6.11, 25; 14.20, 21; Sl 23; 37.25; 42.5, 6, 11; Fl 4.19; 1 Rs 17.5, 6);

 
• Orar invocando o perdão de Deus (Mt 6.12; Sl 51.1-4, 7-12; Lc 11.4);

 
• Orar com um coração livre de desavenças, intrigas, brigas e ódio (Mt 6.12; 18.15-17, 21, 22; Hb 12.14, 15; 1 Pe 2.1; 1 Ts 5.23);

 
• Orar para que o Senhor nos livre das tentações e desvie-nos de todo mal (Mt 6.13; 1 Cr 4.9, 10; Jo 17.15; 2 Ts 3.3; 1 Jo 5.18)

• Orar a Deus sempre dando graças (Mt 11.25; 15.36; 26.27; Lc 2.38; Jo 11.41; At 27.35; 28.15; 1 Co 1.4; Ef 1.16; Cl 4.2; 1 Ts 1.2; 2.13; 5.18);

No Amado,

João Paulo M. de Souza
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sábado, 24 de abril de 2010

O verdadeiro discípulo de Cristo


O termo “discípulo” denota um pupilo (aluno) que se submete aos processos de aprendizado sob a responsabilidade de um professor.

O discípulo é alguém “disposto a aprender”, ou seja, “decidido em aceitar” qualquer ensinamento que advenha ou parta do seu mestre.

Exemplos bíblicos de discípulos:
  • Discípulos dos profetas (2Rs 4.1, NVI)
  • Discípulos de João Batista (Mt 9.14)
  • Discípulos dos fariseus (Mc 2.18)
  • Discípulos de Moisés (Jo 9.28)
  • Discípulos de Jesus (Mt 5.1; 9.19; 10.1; Lc 10.1)
O verdadeiro discípulo de Jesus Cristo é aquele que:

1. Segue-o:
a) Com voluntariedade: “Se alguém quiser vir após mim” (Lc 9.23; Mc 10.52)
b) Com renúncia: “negue-se a si mesmo” (Lc 9.23; Gl 2.20)
c) Com disposição: “Tome cada dia a sua cruz” (Lc 9.23)
d) Com decisão: “e siga-me” (Lc 9.23)

2. Sempre procura ouvir a sua Palavra:
a) De boa vontade (Mc 12.37; At 16.14)
b) Com fé (Lc 5.1-6)
c) Com alegria (Jr 15.16)

3. Busca cumprir a sua Palavra:
a) De forma amorosa: “Porque esta é a caridade de Deus: que guardemos os seus mandamentos...” (1Jo 5.3)
b) De forma desejosa: “Bendito és tu, ó SENHOR, ensina-me os teus estatutos” (Sl 119.12)
c) De forma completa: “Toda Escritura divinamente inspirada” (2Tm 3.16)

4. Sabe que Ele:
a) É o Todo-Poderoso (Mt 28.18; Ap 1.8)
b) Perdoa pecados (Mc 2.5,10; 7.48)
c) Dá a vida eterna (Jo 3.16,17)
d) Preparou uma cidade no céu para os salvos (Jo 14.1-3; Fl 3.20)
e) Voltará e arrebatará a sua Igreja da terra (1Ts 4.16,17)

Devemos procurar seguir, ouvir, praticar e obter conhecimento acerca da Palavra de Cristo, para que possamos ser indubitavelmente seus discípulos!

Em presença do Amado,

João Paulo M. de Souza
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sexta-feira, 23 de abril de 2010

O Quando de Deus




Quando os sonhos se desfazem, Deus estabelece os seus planos (Pv 16.1; Is 55.8);
Quando se acabam as forças, Deus revitaliza (Is 40.31);
Quando é inevitável conter as lágrimas, Deus consola (Jo 14.16; 2 Co 1.3);
Quando não há mais amor, Deus o faz renascer (1 Jo 4.8b);
Quando a maldição é certa, Deus transforma em benção (Nm 23.5-11);
Quando parece ser o final, Deus dá novo começo (Ap 21.5; Lc 16.22a);
Quando a aflição quer persistir, Deus nos envolve com paz (Nm 6.26; Mc 5.34);
Quando a doença assola, Deus é a cura (At 3.6; 9.32-34 Mt 14.14);
Quando o impossível se levanta, Deus o derruba (Lc 1.27; 18.27);
Quando faltam as palavras, Deus sabe o que queremos dizer (Sl 139.4; Rm 8.26);
Quando a porta se fecha aqui, Deus abre outra ali (Ap 3.7);
Quando você diz: “Não vou conseguir”, Deus diz: “Não temas, porque Eu sou contigo” (Is 41.10)”
Quando o coração é machucado por alguém, Deus é quem derrama o bálsamo curador (Rm 5.5);
Quando não há mais possibilidade, Deus faz o milagre (Jo 11.39, 40, 43, 44);
Quando a noite parece não ter fim, Deus faz surgir o amanhecer (Sl 30.5c);
Quando caímos num profundo charco de lodo, Deus estende a sua bondosa mão e tira-nos de lá (Sl 40.2);
Quando tudo é dor, Deus vem com o seu refrigério (Sl 23.3a);
Quando o calor da provação é grande, Deus nos faz sentir o frescor da sua imensurável sombra (Nm 10.34; Sl 91.1) ;
Quando não temos nada, Deus dá tudo que precisamos (Sl 23);
Quando alguém diz que não somos nada, Deus nos diz que somos mais do que vencedores (Rm 8.37);
Quando difícil se torna caminhar, Deus diz-nos: “A minha graça te basta” (2 Co 12.9).

Na presença de Deus,

João Paulo M. de Souza




quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Importância da Palavra de Deus para as Nossas Vidas


A Bíblia é a fonte inesgotável de sabedoria. Ela nos transmite a verdade acerca de Deus e de sua criação. Revela-nos o objetivo divino em relação ao homem. Assim como a bússola guia o navegante em meio ao oceano, a Palavra ciceroneia o ser humano em meio à vida.
A Palavra de Deus é o maior tesouro do qual alguém pode desfrutar.
I. A Palavra é de “Deus”, ou seja, não é do homem nem tem origem em outro lugar: “Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu” (Sl 119.89; 33.6; 68.11).
II. A Palavra é inspirada por Deus: “Toda Escritura divinamente ‘inspirada’... porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram ‘inspirados’ pelo Espírito Santo” (2Tm 3.16; 2Pe 1.21).
III. A Palavra é viva (Hb 4.12; Gn 1.3, 6, 7, 9, 11, 14, 15, 20, 21; Jo 11.43, 44).
IV. A Palavra é eficaz (Hb 4.12; Is 55.10, 11).
V. A Palavra faz prosperar: “(...) Mas sob a tua palavra lançarei as redes. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes” (Lc 5.5, 6, ARA; Sl 1.1-3; Js 1.7, 8).
VI. A Palavra dá entendimento (Sl 119.97-104; Lc 24.44, 45).
VII. A Palavra orienta: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho” (Sl 119.105).
VIII. A Palavra alimenta: “Nem só de pão [alimento físico] viverá o homem, mas de toda a palavra [alimento espiritual] que sai da boca de Deus” (Mt 4.4).“Porque o ouvido prova as palavras como o paladar prova a comida” (Jó 34.3).
IX. A Palavra é valiosa: “Melhor é para mim a lei da tua boca do que inúmeras riquezas em ouro ou prata” (Sl 119.72, 14, 111, 127, 162).
X. A Palavra produz fé: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17).
XI. A Palavra liberta e cura (Mt 8.16; At 8.5-8, 12).
XII. A Palavra é infinita: “A toda perfeição vi limite, mas o teu mandamento é amplíssimo [ilimitado]” (Sl 119.96).
XIII. A Palavra é eterna: “(...) a palavra do Senhor permanece para sempre” (1Pe 1 24,25).
XIV. A Palavra dá a vida eterna: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” (Jo 5.39).
XV. A Palavra é Jesus: “E o Verbo [a Palavra] se fez carne e habitou entre nós, vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14; 1.1; 1Jo 1.1, 2; AP 19.11-13).
A Palavra de Deus é indispensável para todo homem ou mulher que deseja obter a felicidade verdadeira!
Em Cristo,
 
João Paulo M. de Souza
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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Jesus: o tema central da Bíblia

1. Em Gênesis é “O Descendente da mulher” (Gn 3.15)
2. Em Êxodo é “O Cordeiro Pascoal” (Ex 12.13-15)
3. Em Levítico é “O Sacrifício Expiatório” (Lv 4.14-21)
4. Em Números é “A Rocha Ferida” (Nm 20.7-13)
5. Em Deuteronômio é “O Profeta” (Dt 18.15)
6. Em Josué é “O Príncipe dos Exércitos do Senhor” (Js 5.14)
7. Em Juízes é “O Libertador” (Jz 3.9)
8. Em Rute é “O Remidor Divino” (Rt 3.12)
9. Em Samuel é “O Rei Esperado” (1Sm 8.5)
10. Em Reis é “O Rei Prometido” (1Rs 4.34)
11. Em Crônicas é “O Descendente de Davi” (1Cr 3.10)
12. Em Esdras é “O Ensinador Divino” (Ed 7.10)
13. Em Neemias é “O Edificador” (Ne 2.18-20)
14. Em Ester é “A Providência Divina” (Et 4.14)
15. Em Jó é “O Redentor que vive” (Jó 19.25)
16. Em Salmos é “O Nosso Socorro e Alegria” (Sl 46.1)
17. Em Provérbios é “A Sabedoria de Deus” (Pv 8.22-36)
18. Em Eclesiastes é “O Pregador Perfeito” (Ec 12.10)
19. Em Cantares é “O Nosso Amado” (Ct 2.8)
20. Em Isaías é “O Servo do Senhor” (Is 42)
21. Em Jeremias é “O Senhor dos Exércitos” (Jr 31.18)
22. Em Lamentações é “O Consolador de Israel” (Lm 1.2)
23. Em Ezequiel é “O Senhor Reinará” (Ez 33)
24. Em Daniel é “O Quarto Homem” (Dn 3.25)
25. Em Oseias é “O Esposo” (Os 3.16)
26. Em Joel é “O Juiz das Nações” (Jl 3.12)
27. Em Amós é “O Deus do Fogo” (Am 1.4; 9.4-6)
28. Em Obadias é “O Salvador” (Ob 21)
29. Em Jonas é “A Salvação do Senhor” (Jn 2.9)
30. Em Miqueias é “O Ajudador de Israel” (Mq 2.13; 4.3)
31. Em Naum é “O Cavaleiro da Espada Flamejante” (Na 3.3)
32. Em Habacuque é “O Puro de Olhos” (Hb 1.13)
33. Em Sofonias é “O Pastor de Israel” (Sf 3.13)
34. Em Ageu é “O que faz tremer os céus e a terra” (Ag 2.6, 7)
35. Em Zacarias é “O Renovo” (Zc 6.12)
36. Em Malaquias é “O Anjo do Concerto” (Ml 3.1)
37. Em Mateus é “O Messias” (Mt 2.6)
38. Em Marcos é “O Rei” (Mc 15.2)
39. Em Lucas é “O Filho do Homem” (Lc 12.8)
40. Em João é “O Filho de Deus” (Jo 1.14)
41. Em Atos dos Apóstolos é “O Cristo Ressurreto” (At 2.24)
42. Em Romanos é “A Justiça de Deus” (Rm 8.30)
43. Em 1 Coríntios é “O Cristo Crucificado” (1 Co 1.23)
44. Em 2 Coríntios é “A Imagem de Deus” (2 Co 4.5)
45. Em Gálatas é “O Cristo que Liberta” (Gl 5.1)
46. Em Efésios é “A Cabeça da Igreja” (Ef 4.15)
47. Em Filipenses é “O Viver” (Fl 1.21)
48. Em Colossenses é “O Homem Perfeito” (Cl 1.28)
49. Em 1 e 2 Tessalonissenses é “O Senhor que Virá” (1 Ts 4)
50. Em 1 Timóteo é “A Nossa Esperança” (1 Tm 1.1)
51. Em 2 Timóteo é “O Nosso General” (2 Tm 2.1)
52. Em Tito é “O Nosso Salvador” (Tt 3.6)
53. Em Filemon é “O Doador do Bem” (Fm 6)
54. Em Hebreus é “O Sacerdote Eterno” (Hb 7.3)
55. Em Tiago é “O Legislador” (Tg 4.12)
56. Em 1 Pedro é “O Rei” (1 Pe 2.17)
57. Em 2 Pedro é “Nosso Senhor” (2 Pe 1.2)
58. Em 1 João é “O Cristo” (1 Jo 5.1)
59. Em 2 João é “O Filho do Pai” (2 Jo 3)
60. Em 3 João é “A Verdade” (3 Jo 4)
61. Em Judas é “O Único Dominador e Senhor” (Jd 4)
62. Em Apocalipse é “O Alfa e o Ômega” (Ap 22.13)

Em Cristo,

João Paulo M. de Souza
http://joaopaulomsouza.blogspot.com