quinta-feira, 10 de junho de 2010

A personalidade e a deidade do Espírito Santo

Na Bíblia, o Espírito de Deus é descrito de uma maneira que não deixa dúvidas quanto à sua divindade. Lendo as Escrituras atentamente e respeitando o perfil da exegese, perceberemos traços pessoais na terceira Pessoa da Trindade.

O Espírito Santo mentaliza (Rm 8.27). Intenção significa “aquilo que se pretende fazer, aquilo que se procura alcançar”. Intercessão remete-se a uma “intervenção (a favor de alguém ou de algo); pedir, rogar, suplicar”. Uma força ativa por mais expressiva que seja não tem a faculdade de intentar nem de interceder.

O Espírito tem vontade: “Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo a cada um como quer” (1 Co 12.11). Uma influência de jeito nenhum pode possuir volição alguma!

O Santo Espírito de Deus tem sentimento: “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da redenção” (Ef 4.30). Observa-se claramente que Ele não é uma extensão de Deus, pois possui sentimentos intrínsecos de uma personalidade.

Além dos traços pessoais do Espírito, as Escrituras revelam também algumas atividades exercidas por Ele, tais como: revelar (2 Pe 1.21); ensinar e fazer lembrar (Jo 14.26); testemunhar (Gl 4.6); ajudar e interceder (Rm 8.26); falar (Ap 2.7, 11, 29; 3.6, 13, 22); ordenar (At 16.6, 7); testificar (Jo 15.26); entre outros. Enfim, Ele não deve ser enganado (At 5.3) nem blasfemado por quem quer que seja (Mt 12.31, 32). Ele realmente age, porque é uma pessoa.

No Amado,

João Paulo M. de Souza

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