sexta-feira, 23 de abril de 2010

O Quando de Deus




Quando os sonhos se desfazem, Deus estabelece os seus planos (Pv 16.1; Is 55.8);
Quando se acabam as forças, Deus revitaliza (Is 40.31);
Quando é inevitável conter as lágrimas, Deus consola (Jo 14.16; 2 Co 1.3);
Quando não há mais amor, Deus o faz renascer (1 Jo 4.8b);
Quando a maldição é certa, Deus transforma em benção (Nm 23.5-11);
Quando parece ser o final, Deus dá novo começo (Ap 21.5; Lc 16.22a);
Quando a aflição quer persistir, Deus nos envolve com paz (Nm 6.26; Mc 5.34);
Quando a doença assola, Deus é a cura (At 3.6; 9.32-34 Mt 14.14);
Quando o impossível se levanta, Deus o derruba (Lc 1.27; 18.27);
Quando faltam as palavras, Deus sabe o que queremos dizer (Sl 139.4; Rm 8.26);
Quando a porta se fecha aqui, Deus abre outra ali (Ap 3.7);
Quando você diz: “Não vou conseguir”, Deus diz: “Não temas, porque Eu sou contigo” (Is 41.10)”
Quando o coração é machucado por alguém, Deus é quem derrama o bálsamo curador (Rm 5.5);
Quando não há mais possibilidade, Deus faz o milagre (Jo 11.39, 40, 43, 44);
Quando a noite parece não ter fim, Deus faz surgir o amanhecer (Sl 30.5c);
Quando caímos num profundo charco de lodo, Deus estende a sua bondosa mão e tira-nos de lá (Sl 40.2);
Quando tudo é dor, Deus vem com o seu refrigério (Sl 23.3a);
Quando o calor da provação é grande, Deus nos faz sentir o frescor da sua imensurável sombra (Nm 10.34; Sl 91.1) ;
Quando não temos nada, Deus dá tudo que precisamos (Sl 23);
Quando alguém diz que não somos nada, Deus nos diz que somos mais do que vencedores (Rm 8.37);
Quando difícil se torna caminhar, Deus diz-nos: “A minha graça te basta” (2 Co 12.9).

Na presença de Deus,

João Paulo M. de Souza




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