quarta-feira, 18 de julho de 2018

8 atitudes que mostram se você idolatra sua denominação

Por João Paulo Souza


“Denominaciolatria” nada mais é do que a adoração a uma denominação, seja ela política ou comercial ou eclesial etc.. Porém, trataremos aqui da adoração a instituições cristãs. E essa veneração, por vezes, é ensinada pelos próprios líderes aos seus liderados, culminando, dessa forma, no pecado da idolatria: “Não terás outros deuses diante de mim” (Ex 20.3).
Analisando a prática denominaciolatra de alguns cristãos, mostramos, a seguir, 8 atitudes que eles frequentemente aderem. Vejamos abaixo:
  • Acreditam que somente a sua denominação é a Igreja de Jesus, e que, nas outras igrejas evangélicas, não há salvos em Cristo;
  • Costumam saudar apenas cristãos que fazem parte de sua denominação, pois acreditam que os crentes de outras igrejas não são seus irmãos, mas primos na fé;
  • Creem piamente que somente os crentes de sua denominação irão para o Céu;
  • Geralmente quando conversam com irmãos de outras instituições cristãs evangélicas, costumam enfatizar que a sua igreja é a melhor de todas, que tem os melhores cantores e pregadores, e que trabalham mais para Jesus do que qualquer igreja;
  • Quando evangelizam, falam mais de sua denominação do que de Cristo, ou seja, a propaganda denominacional é o que mais importa;
  • Divulgam mais a sua denominação cristã, em vez de priorizar a divulgação do Reino de Deus. Inclusive usam bastante as redes sociais para fazê-lo;
  • Acham que os membros de sua igreja são mais santos do que os de outras denominações;
  • Têm uma visão romântica acerca da denominação da qual fazem parte. Veem sua igreja como perfeita. São, de fato, apaixonados por essa instituição.
Indubitavelmente, é lamentável que, em pleno século XXI, vejamos essas atitudes no meio evangélico – inclusive de gente que se diz esclarecida com relação às Escrituras. Como disse alguém: “Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa”. Traduzindo: Falar é fácil, mas viver são outros quinhentos!
Tomemos muito cuidado com a denominaciolatria. Caso contrário, construiremos, à semelhança dos israelitas no deserto, “um bezerro de ouro” e nos prostraremos diante dele.
Artigo publicado no Gospel Prime.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

MENINA CRISTÃ ENFRENTA BULLYING EM ESCOLA DA TUNÍSIA

Ore pelos cristãos perseguidos na Tunísia (Foto representativa)

“VOCÊ VAI PARA O INFERNO”, É O QUE A PEQUENA TUNISIANA MARYAM, DE 11 ANOS, OUVIU DA COLEGA DE ESCOLA POR SER CRISTÃ
A seleção da Tunísia entrou em campo no último dia 18, segunda-feira, para participar da Copa do Mundo pela quinta vez. Em seu histórico de jogos na Copa do Mundo, a Tunísia teve apenas uma vitória, 2 empates e 5 derrotas. Marcou sete gols e sofreu sete. Sua única vitória foi na partida de estreia em 1978, na Argentina, ao derrotar o México por 3×1. Foi a primeira vitória de um país africano na fase final de uma Copa do Mundo. Além da tímida participação em Copas do Mundo, outra característica marcante da Tunísia é a intolerância com minorias religiosas. O país ocupa a 30ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018, sendo um dos países onde é mais difícil se viver como cristão.
A pequena Maryam*, de 11 anos, sabe bem disso. Às vezes ela volta da escola chorando. Seus pais são bons ouvintes e tentam confortá-la. Algumas vezes eles a ensinam o que a Bíblia diz sobre perseguição e tempos difíceis que os cristãos atravessam, e também oram com ela. Ela contou a eles que “você vai para o inferno” foi a frase que ouviu da colega Fatima e que ninguém quer falar ou ficar com ela na escola. Maryam é a única cristã da sala. Apesar da pouca idade, já sabe o que significa a perseguição em países no Norte da África.
Mas Maryam sabe também que não é a única cristã que passa por isso. Na igreja, na sala das crianças, ela conversa sobre esse tipo de constrangimento com os amigos cristãos. A igreja é o lugar onde ela sabe que é aceita. E esse é o fator positivo da situação – crianças e jovens cristãos buscam ficar mais juntos. “Eles naturalmente se juntam, pois compartilham os mesmos desafios. Os ministérios da igreja ajudam muito nisso”, diz um pastor do Norte da África. Durante os jogos da Tunísia na Copa, lembre-se de orar pela Igreja Perseguida desse país, onde até mesmo os pequeninos são perseguidos por causa da fé.
*Nome alterado por segurança.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Agora é oficial: vício em jogos eletrônicos é classificado pela OMS como distúrbio mental


A Organização Mundial da Saúde (OMS) está anunciando nesta segunda-feira (18) que a obsessão em jogos eletrônicos passa a ser oficialmente classificada como distúrbio mental, e o termo oficial em inglês para essa condição é "gaming disorder".
Essa decisão já havia sido anunciada no final de 2017, mas ainda faltava a publicação de uma revisão do manual de classificação de doenças da organização. Agora, o distúrbio já consta na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID), e é descrito como um "padrão de comportamento persistente ou recorrente" que pode se tornar tão intenso que "toma a preferência sobre outros interesses da vida".
Apesar de muitos pais se preocuparem com o tempo que seus filhos gastam em jogos, são raros os casos que se enquadram na descrição da OMS. De acordo com a agência de saúde ONU, esses quadros atingem menos de 3% dos gamers.
Já vimos casos bem extremos, como um casal que foi preso em 2014 sob acusação de vender seus dois filhos para comprar itens especiais em jogos online. NO ano passado, a Tencent teve que limitar o tempo das partidas em seu título Honor of Kings para combater o vídeo de seus jogadores. São situações assim que precisam ser evitadas, detectando o problema antes que as consequências sejam graves.
De acordo com o Dr. Vladimir Poznyak, da OMS, existem três características principais necessárias para o diagnóstico deste distúrbio:
  • Hábito de jogar tem precedência sobre outras atividades, na medida em que outras atividades são colocadas em segundo plano;
  • Falta de controle sobre esses comportamentos, mesmo quando as consequências negativas ocorrem;
  • A condição leva a um sofrimento significativo e prejuízo no funcionamento pessoal, familiar, social, educacional ou ocupacional.
No geral, o impacto negativo deve ser perceptível por pelo menos um ano antes que um diagnóstico seja feito.